É curioso como às pessoas funcionam como robôs.
Tem os mesmos gestos e hábitos durante o ano todo e quando chega o mês de dezembro desejam a todos, até mesmo aos estranhos um "Feliz Natal".
É impressionante como são condicionadas e presas a tradições e padrões de comportamento tão limitados.
As pessoas mal se cumprimentam o ano inteiro, não fazem caridade, se desprezam com a maior arrogância de patológicos egoístas e as vésperas do Natal, sorriem, cumprimentam e desejam um "Feliz Natal". No dia 26 já se esquecem da solidariedade falsa, artificial.
Eu desejo ter não apenas uma vida inteira feliz.
Um feliz sempre a todos vocês!
Uma feliz, constante e perpétua solidariedade a todos vocês!
Pior que as tradições, são as tradições que não trazem transformação íntima sadia a todos os homens.
Não precisamos querer consertar o mundo, basta fazermos a nossa parte e ela começa com a sinceridade espontânea e cordial constantemente.
Afinal, Jesus O Cristo, o motivo do Natal, não foi um teórico e nem demagógico, ele foi um prático.
Às vezes penso que sua vinda serviu para tão pouco, mas não é verdade, muitos homens e mulheres se transformaram com o exemplo deste Mestre Espiritual, mas pena que muitos ainda são tão poucos.
Não desejamos festa, comilança, abraços ou confraternizações, preferimos andar na contra-mão do tradicional, sem medo de sermos criticados a fim de buscar na prática uma sadia reforma íntima.
Precisamos desafiar muitos cultos, rituais, manias e tradições que não servem para nada, a não ser para alimentar o vazio da ignorância e da hipocrisia do ser humano.
Desejamos substância, alma, valor, conteúdo, verdade, justiça, trabalho, riqueza e dignidade baseado nos maiores e melhores valores universalistas e incondicionais bens espirituais. Desejamos uma transformação cirúrgica, visceral e profunda na alma e nos valores do ser humano, a fim de criarmos uma humanidade melhor.
Todos somos responsáveis.
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