Fácil é buscar os recursos da subida, embora muitos se desencantem ao primeiro contato com o pedregulho da montanha íngreme... É sempre doce planejar a ascensão e amealhar recursos para a acidentada viagem.
Promessas, abraços, carinhos são prazeres acessíveis a todos....
Entretanto, quão poucos se lembram de “descer para ajudar”! Quão raros os corações que aprendem a apagar temporariamente a colorida lanterna dos próprios sonhos, a fim de estenderem braços amigos aos que se debatem na
sombra do vale ou no lodo escuro do pântano!
Todos sabem que há ignorância, dor e miséria, onde as trevas se aninham, mas dificilmente alguém se recorda de acender alguma claridade para os que, ainda, de muito longe, lhe seguem os passos.
– Não posso! – dizem uns.
– É pecado! – clamam outros.
– Não devo – respondem muitos.
No entanto, Jesus desceu e amparou-nos; renunciou à sublimidade dos anjos e conviveu com os homens; obscureceu a própria refulgência divina e abraçou os pecadores e os transviados na senda terrestre.
Caridade! Caridade! Não estarás ao pé das chagas que agonizam, dos trapos que choram, dos gemidos que não têm voz? Não viverás pelos braços dos justos, amenizando os padecimentos dos que se projetaram no desfiladeiro da expiação ou no berço dos que renascem sob o temporal das lágrimas no abandono e na indigência?
É por isso que o Mestre, em nos buscando na Terra, fez-se o servidor de todos...
Se tens, pois, na realidade, um coração corajoso, saberás descer com Ele, ajudando e ensinando, levantando e servindo, à maneira do lírio puro que desabrocha no charco sem contaminar-se, convertendo o inferno das criaturas em paraíso do bem para a glorificação do Supremo Senhor.
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
BILHETE DO CORAÇÃO
Hoje compreendo que os golpes do mundo são amparo providencial às nossas necessidades de reparação.
Que seria de nós sem o sofrimento que nos ajuda a retificar e aprender?
Terra sem arado, permaneceríamos entre os vermes e as plantas daninhas ou, pedra bruta, jamais nos transformaríamos na obra de utilidade e beleza que o buril deve realizar.
Tenhamos calma e paciência.
Devemos à enxada a alegria da mesa farta e, por vezes, ao remédio amargo, a felicidade da cura.
Um dia saberemos tudo.
Por agora, baste-nos a convicção de que nos compete trabalhar, incessantemente, para o bem, porquanto a chave do serviço nos descerrará a sublimidade da experiência e com a experiência elevada marcharemos para a comunhão com Deus.
Não nos cansemos de ajudar.
O auxílio aos outros tem uma força desconhecida em nosso favor.
Quem tudo dá, tudo recebe.
Quem se afasta da ilusão, aproxima-se da verdade, adquirindo a companhia da humildade e do amor, os dois anjos invisíveis que abrem as portas do Céu.
Cultivando a serenidade e o bem, no círculo de nossa luta, roguemos, pois, ao Senhor ilumine a nossa cruz.
Que seria de nós sem o sofrimento que nos ajuda a retificar e aprender?
Terra sem arado, permaneceríamos entre os vermes e as plantas daninhas ou, pedra bruta, jamais nos transformaríamos na obra de utilidade e beleza que o buril deve realizar.
Tenhamos calma e paciência.
Devemos à enxada a alegria da mesa farta e, por vezes, ao remédio amargo, a felicidade da cura.
Um dia saberemos tudo.
Por agora, baste-nos a convicção de que nos compete trabalhar, incessantemente, para o bem, porquanto a chave do serviço nos descerrará a sublimidade da experiência e com a experiência elevada marcharemos para a comunhão com Deus.
Não nos cansemos de ajudar.
O auxílio aos outros tem uma força desconhecida em nosso favor.
Quem tudo dá, tudo recebe.
Quem se afasta da ilusão, aproxima-se da verdade, adquirindo a companhia da humildade e do amor, os dois anjos invisíveis que abrem as portas do Céu.
Cultivando a serenidade e o bem, no círculo de nossa luta, roguemos, pois, ao Senhor ilumine a nossa cruz.
quinta-feira, 24 de julho de 2008
HOJE E AMANHÃ
Guardas a intenção de confortar o companheiro necessitado ou doente? Atende-a, hoje mesmo, compreendendo a oportunidade da tua sementeira de alegria.
Desejas acertar, desesperadamente, alguma conta de tua dignidade ferida? Relega semelhante serviço para amanhã, porque à noite, com serenidade e oração, renovar-te-á os pensamentos e talvez encontrarás motivos para esquecer todo mal.
Pretendes realizar algum trabalho que signifique cooperação em favor da melhoria do próximo ou de ti mesmo? Realiza-o, hoje mesmo, valendo-te dos abençoados recursos que a hora te oferece.
Sentes a necessidade de querelar ou discutir com o vizinho, no propósito de retificar-lhe a conduta? Espera amanhã, porquanto é possível que o teu silêncio fale mais alto, anulando-se a possibilidade de maiores desentendimentos.
Propõe-te a auxiliar alguém, pronunciar alguma palavra de solidariedade e estímulo, desculpar fraternalmente, oferecer uma nota de amizade ao companheiro de experiência ou escrever uma página edificante? Age rapidamente, hoje mesmo, porque o bem é sublime em qualquer parte e a todo instante, ainda quando mal interpretado pela ignorância ou pela malícia.
Alimentas o desejo de curar as desarmonias da estrada pela imposição de tua força, assumir atitudes extremas com os outros, examinar questões que te não dizem respeito o endereçar palavras ásperas, faladas ou escritas, na direção do homem ou da sociedade? Aguarda o dia de amanhã, de vez que, comumente, num simples minuto, reformamos nossos conceitos da vida, sob a inspiração da verdadeira piedade.
Atende ao bem com presteza, mas, em todo problema de posição duvidosa, em que a tua própria boa intenção pode converter-se em mal para o caminho dos outros e para o teu próprio caminho, abstém-te e espera.
Hoje é sempre o dia de fazer o melhor que pudermos.
Amanhã, invariavelmente é o dia do resultado de nossas próprias ações.
Desejas acertar, desesperadamente, alguma conta de tua dignidade ferida? Relega semelhante serviço para amanhã, porque à noite, com serenidade e oração, renovar-te-á os pensamentos e talvez encontrarás motivos para esquecer todo mal.
Pretendes realizar algum trabalho que signifique cooperação em favor da melhoria do próximo ou de ti mesmo? Realiza-o, hoje mesmo, valendo-te dos abençoados recursos que a hora te oferece.
Sentes a necessidade de querelar ou discutir com o vizinho, no propósito de retificar-lhe a conduta? Espera amanhã, porquanto é possível que o teu silêncio fale mais alto, anulando-se a possibilidade de maiores desentendimentos.
Propõe-te a auxiliar alguém, pronunciar alguma palavra de solidariedade e estímulo, desculpar fraternalmente, oferecer uma nota de amizade ao companheiro de experiência ou escrever uma página edificante? Age rapidamente, hoje mesmo, porque o bem é sublime em qualquer parte e a todo instante, ainda quando mal interpretado pela ignorância ou pela malícia.
Alimentas o desejo de curar as desarmonias da estrada pela imposição de tua força, assumir atitudes extremas com os outros, examinar questões que te não dizem respeito o endereçar palavras ásperas, faladas ou escritas, na direção do homem ou da sociedade? Aguarda o dia de amanhã, de vez que, comumente, num simples minuto, reformamos nossos conceitos da vida, sob a inspiração da verdadeira piedade.
Atende ao bem com presteza, mas, em todo problema de posição duvidosa, em que a tua própria boa intenção pode converter-se em mal para o caminho dos outros e para o teu próprio caminho, abstém-te e espera.
Hoje é sempre o dia de fazer o melhor que pudermos.
Amanhã, invariavelmente é o dia do resultado de nossas próprias ações.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
PRECE
Pai de infinita Bondade, sustenta-nos o coração
no caminho que nos assinalaste!
Infunde-nos o desejo de ajudar àqueles que nos cercam, dando-lhes das migalhas que possuímos para que a felicidade se multiplique entre nós.
Dá-nos a força de lutar pela nossa própria regeneração,
nos círculos de trabalho em que fomos situados,
por teus sábios desígnios.
Auxilia-nos a conter as nossas próprias fraquezas,
para que não venhamos a cair nas trevas,
vitimados pela violência.
Pai, não deixes que a alegria nos enfraqueça e
nem permitas que a dor nos sufoque.
Ensina-nos a reconhecer tua bondade em todos
os acontecimentos e em todas as cousas.
Nos dias de aflição, faze-nos contemplar tua luz,
através de nossas lágrimas e nas horas de
reconforto, auxilia-nos a estender tuas bênçãos
com os nossos semelhantes.
Dá-nos conformação no sofrimento, paciência
no trabalho e socorro nas tarefas difíceis.
Concede-nos, sobretudo, a graça de compreender
a tua vontade seja como for, onde estivermos,
a fim de que saibamos servir em teu nome e
para que sejamos filhos dignos de teu infinito amor.
Assim seja.
no caminho que nos assinalaste!
Infunde-nos o desejo de ajudar àqueles que nos cercam, dando-lhes das migalhas que possuímos para que a felicidade se multiplique entre nós.
Dá-nos a força de lutar pela nossa própria regeneração,
nos círculos de trabalho em que fomos situados,
por teus sábios desígnios.
Auxilia-nos a conter as nossas próprias fraquezas,
para que não venhamos a cair nas trevas,
vitimados pela violência.
Pai, não deixes que a alegria nos enfraqueça e
nem permitas que a dor nos sufoque.
Ensina-nos a reconhecer tua bondade em todos
os acontecimentos e em todas as cousas.
Nos dias de aflição, faze-nos contemplar tua luz,
através de nossas lágrimas e nas horas de
reconforto, auxilia-nos a estender tuas bênçãos
com os nossos semelhantes.
Dá-nos conformação no sofrimento, paciência
no trabalho e socorro nas tarefas difíceis.
Concede-nos, sobretudo, a graça de compreender
a tua vontade seja como for, onde estivermos,
a fim de que saibamos servir em teu nome e
para que sejamos filhos dignos de teu infinito amor.
Assim seja.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
MENSAGEM DE BOM ÂNIMO
simpatia e a amizade são duas flores enraizadas no jardim do tempo.
De longe chegamos para a subida ao monte da elevação.
Manifestemos a Jesus o nosso reconhecimento profundo pelo ensejo de serviço abençoado que nos confere.
Com as dificuldades de hoje, aprendemos a reajustar os recursos que ontem relegamos ao abandono.
Não há dor sem causa e nem lágrimas sem procedência justa.
Nossos obstáculos de agora foram tecidos por nós mesmos. Tenhamos, pois, a coragem de eliminá-los a golpes de esforço próprio, buscando na caridade a luz acesa para o nosso roteiro da ascensão.
Recordações aflitivas nos possuem a alma, diante do pretérito próximo. Sofrimentos incontáveis marcaram a nossa passagem sobre a Terra de séculos passados e hoje não nos cabe senão aceitar o resultante de nossos compromissos na Vida Espiritual.
Só a humildade é a energia suficientemente segura, para sustentar-nos o êxito no serviço abençoado e não devemos esmorecer na jornada que nos compele para diante...
Não nos falte a fé, sob a tempestade do mundo.
O temporal das incompreensões, invariavelmente, na Terra, surpreende os que procuram entender a vida como Jesus no-la reservou, repleta de santas obrigações da fraternidade, uns à frente dos outros.
Façamos de cada dia um canteiro de trabalho em favor do nosso próximo, porque o serviço aos outros é sumo bem a nós mesmos.
Guardemos o coração na confiança sincera em nosso Pai Celestial.
Ninguém renasce na Terra para gozar ou para converter a carne em instrumento de reprovável prazer
A existência, entre as criaturas terrestres, é uma porta divina que se abre à nossa firme vontade de trabalhar e renascer para o Alto.
Aqueles que dormem ou que estacionam em posição imprópria, naturalmente perdem a mais valiosa estrada de acesso à Esfera Superior.
Por isso mesmo, prossigamos para a frente, sem desânimo e sem fadiga.
O desalento é dos invigilantes.
O cansaço é dos fracos.
Auxiliemo-nos, amparando os outros.
Ergamo-nos, levantando os que caíram.
Desçamos aos precipícios da sombra, para exercer a caridade com Jesus, a fim de subirmos, realmente com Ele, às regiões da Perfeita Alegria.
Abençoemos a luta para que a vitória nos abençoe.
Ensinemos, praticando os princípios que nos iluminam a palavra.
Avancemos para a frente, sustentando aqueles que ainda não aprenderam a ciência da marcha regular.
Doemos nossas possibilidades, em benefício de todos, para que a vida se compadeça de nós, socorrendo-nos sempre.
Escravizemo-nos ao dever com o Cristo, e o cativeiro divino no Evangelho nos restituirá a verdadeira liberdade.
No sacrifício de nós mesmos, a favor do bem, permanece a bendita sementeira do triunfo para a glória imortal.
Tudo na Terra passa ou se transforma.
Nosso espírito, porém, com toda a nossa bagagem de esperanças e sonhos, não sofre alterações que se refiram à decadência ou ao sofrimento.
A elevação é o nosso destino.
De almas unidas, pois, sob o manto da fraternidade em Jesus, Nosso Mestre e Senhor, que possamos cumprir todos os nossos deveres, seguindo em companhia d'Ele para o Monte da Redenção, na conquista de nossa felicidade para sempre.
De longe chegamos para a subida ao monte da elevação.
Manifestemos a Jesus o nosso reconhecimento profundo pelo ensejo de serviço abençoado que nos confere.
Com as dificuldades de hoje, aprendemos a reajustar os recursos que ontem relegamos ao abandono.
Não há dor sem causa e nem lágrimas sem procedência justa.
Nossos obstáculos de agora foram tecidos por nós mesmos. Tenhamos, pois, a coragem de eliminá-los a golpes de esforço próprio, buscando na caridade a luz acesa para o nosso roteiro da ascensão.
Recordações aflitivas nos possuem a alma, diante do pretérito próximo. Sofrimentos incontáveis marcaram a nossa passagem sobre a Terra de séculos passados e hoje não nos cabe senão aceitar o resultante de nossos compromissos na Vida Espiritual.
Só a humildade é a energia suficientemente segura, para sustentar-nos o êxito no serviço abençoado e não devemos esmorecer na jornada que nos compele para diante...
Não nos falte a fé, sob a tempestade do mundo.
O temporal das incompreensões, invariavelmente, na Terra, surpreende os que procuram entender a vida como Jesus no-la reservou, repleta de santas obrigações da fraternidade, uns à frente dos outros.
Façamos de cada dia um canteiro de trabalho em favor do nosso próximo, porque o serviço aos outros é sumo bem a nós mesmos.
Guardemos o coração na confiança sincera em nosso Pai Celestial.
Ninguém renasce na Terra para gozar ou para converter a carne em instrumento de reprovável prazer
A existência, entre as criaturas terrestres, é uma porta divina que se abre à nossa firme vontade de trabalhar e renascer para o Alto.
Aqueles que dormem ou que estacionam em posição imprópria, naturalmente perdem a mais valiosa estrada de acesso à Esfera Superior.
Por isso mesmo, prossigamos para a frente, sem desânimo e sem fadiga.
O desalento é dos invigilantes.
O cansaço é dos fracos.
Auxiliemo-nos, amparando os outros.
Ergamo-nos, levantando os que caíram.
Desçamos aos precipícios da sombra, para exercer a caridade com Jesus, a fim de subirmos, realmente com Ele, às regiões da Perfeita Alegria.
Abençoemos a luta para que a vitória nos abençoe.
Ensinemos, praticando os princípios que nos iluminam a palavra.
Avancemos para a frente, sustentando aqueles que ainda não aprenderam a ciência da marcha regular.
Doemos nossas possibilidades, em benefício de todos, para que a vida se compadeça de nós, socorrendo-nos sempre.
Escravizemo-nos ao dever com o Cristo, e o cativeiro divino no Evangelho nos restituirá a verdadeira liberdade.
No sacrifício de nós mesmos, a favor do bem, permanece a bendita sementeira do triunfo para a glória imortal.
Tudo na Terra passa ou se transforma.
Nosso espírito, porém, com toda a nossa bagagem de esperanças e sonhos, não sofre alterações que se refiram à decadência ou ao sofrimento.
A elevação é o nosso destino.
De almas unidas, pois, sob o manto da fraternidade em Jesus, Nosso Mestre e Senhor, que possamos cumprir todos os nossos deveres, seguindo em companhia d'Ele para o Monte da Redenção, na conquista de nossa felicidade para sempre.
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