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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

O Fácil E O Difícil

Fácil amontoar.
Difícil distribuir.
Fácil falar.
Difícil fazer.
Fácil arrasar.
Difícil construir.
Fácil reprovar.
Difícil compreender.
Fácil acomodar.
Difícil realizar.
Fácil ganhar.
Difícil ceder.
Fácil crer.
Difícil discernir.
Fácil ensinar.
Difícil exemplificar.
Fácil sofrer.
Difícil aproveitar.
Qualquer pessoa, de qualquer condição, pode fazer o que é fácil; entretanto, efetuar o que é difícil pede noção de responsabilidade e burilamento íntimo.

É por esse motivo que o Espiritismo, sendo em si mesmo a doutrina da fé raciocinada, para que se cumpra o imperativo evangélico do "a cada um segundo as suas obras", reclama o combustível do serviço individual, para que brilhe, em cada um de nós, o facho da educação.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O Fácil E O Difícil

Fácil amontoar.
Difícil distribuir.
Fácil falar.
Difícil fazer.
Fácil arrasar.
Difícil construir.
Fácil reprovar.
Difícil compreender.
Fácil acomodar.
Difícil realizar.
Fácil ganhar.
Difícil ceder.
Fácil crer.
Difícil discernir.
Fácil ensinar.
Difícil exemplificar.
Fácil sofrer.
Difícil aproveitar.
Qualquer pessoa, de qualquer condição, pode fazer o que é fácil; entretanto, efetuar o que é difícil pede noção de responsabilidade e burilamento íntimo.

É por esse motivo que o Espiritismo, sendo em si mesmo a doutrina da fé raciocinada, para que se cumpra o imperativo evangélico do "a cada um segundo as suas obras", reclama o combustível do serviço individual, para que brilhe, em cada um de nós, o facho da educação.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

TODOS PODEMOS

Nem todos revelamos grandezas, mas todos podemos cultivar humildade.

Nem todos demonstramos conhecimentos superiores, mas todos podemos estudar.

Nem todos conseguimos sustentar, economicamente, as boas obras, mas todos podemos efetuar essa ou aquela prestação de serviço.

Nem todos guardamos a competência ou o dom de curar, mas todos podemos, de um modo ou de outro, auxiliar aos nossos irmãos enfermos.

Nem todos estamos habilitados para mandar, mas todos podemos servir.

Nem todos somos heróis, mas todos podemos ser sinceros, justos e bons.

Nem todos nos achamos em condições de realizar muito no socorro aos que sofrem, mas todos podemos oferecer algo de nós, em favor deles.

Espíritas irmãos! Não alegueis indigências, pequenez, fraqueza, incapacidade ou ignorância para desertar do trabalho a que somos chamados. Comecemos, desde agora, a edificação do Reino de Deus, em nós e em torno de nós, através do serviço que já possamos fazer.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

O Que Mais Sofremos...

O que mais sofremos no mundo não é a dificuldade.
É o desânimo em superá-la.

Não é a provação.
É o desespero diante do sofrimento.

Não é a doença.
É o pavor de recebê-la.

Não é o parente infeliz.
É a mágoa de tê-lo na equipe familiar.

Não é o fracasso.
É a teimosia de não reconhecer os próprios erros.

Não é a ingratidão.
É a incapacidade de amar sem egoísmo.

Não é a própria pequenez.
É a revolta contra a superioridade dos outros.

Não é a injúria.
É o orgulho ferido.

Não é a tentação.
É a volúpia de experimentar - lhes os alvitres.

Não é a velhice do corpo.
É a paixão pelas aparências.

Como é fácil de perceber, na solução de qualquer problema, o pior problema é a carga de aflição que criamos, desenvolvemos e sustentamos contra nós.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Muitos e Poucos

Muitos iniciam a caminhada com Jesus.

Poucos perseveram.


Muitos sonham.

Poucos realizam.


Muitos opinam.

Poucos colaboram.


Muitos admiram o bem.

Poucos se sacrificam por ele.


Muitos esperam.

Poucos buscam.



Muitos conhecem.

Poucos discernem.


Muitos oram.

Poucos confiam.


Muitos toleram.

Poucos amam.


Muitos reclamam.

Poucos renunciam.


Muitos são chamados.

Poucos atendem.

sábado, 13 de dezembro de 2008

RECEITAS DE ALEGRIA

Algumas receitas de alegria para qualquer ocasião:

1 – Apoiar os empreendimentos de auxílio à Humanidade, em particular àqueles que ainda não se encontram accessíveis ao entendimento geral.

2 – Garantir o trabalho das instituições de benemerência.

3 – Diminuir as necessidades materiais dos companheiros em provação ou penúria.

4 – Resolver o problema pecuniário de algum pai de família ou de mães sofredoras largadas em abandono.

5 – Resgatar os compromissos imediatos de algum doente em situação de infortúnio.

6 – Visitar os obsidiados e socorrê-los, principalmente os mais esquecidos.

7 – Oferecer um lanche fraterno ou alguns momentos de felicidade aos irmãos internados em casas de reeducação ou recolhidos a organizações assistenciais.

8 – Atenuar as privações das crianças desprotegidas, quando não pudermos suprimir de todo semelhantes dificuldades.

9 – Distribuir páginas edificantes, favorecendo a esperança e o consolo, o esclarecimento e a compreensão entre as criaturas.

10 – Tanto quanto se nos faça possível, efetuarmos demonstrações de tolerância e humildade, perante aqueles com quem ainda não nos harmonizamos, no caminho da vida, notadamente aqueles que nos sejam menos simpáticos ou que se nos erigem na estrada em motivos de preocupação.

MODO DE USAR: refletir nas bênçãos que recebemos, incessantemente, do Amor Ilimitado do Cristo; assumir a iniciativa do Bem; agir em silêncio, e atender às prestações de serviço, com tanta discrição e naturalidade, que os beneficiários não estejam constrangidos a nos testemunhar o menor agradecimento.

sábado, 11 de outubro de 2008

IMAGENS DA VIDA

Anote as lições do cotidiano.

Em matéria de recursos do solo, ninguém colhe e nem se apropria daquilo que não foi plantado.

Sem trigo moído, não há pão.

A tempestade é a força que promove a limpeza da atmosfera.

O calor de tensão alta é a poder que assegura êxito, em vasto setor da indústria.

Do perigo surge o conforto de ultrapassá-lo.

Na tentação, forma-se a resistência.

A peça aprimorada vem da oficina.

A decepção, em qualquer um, aperfeiçoa o senso de escolha.

Observe as aulas, no educandário da existência, e jamais fuja do serviço, e, em tempo algum, condene o obstáculo.

É no trabalho e na dificuldade que o Espírito – caminheiro da evolução- consegue crescer e ampliar a própria visão, no rumo dos Cimos.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

ELEVAÇÃO ESPIRITUAL

A elevação espiritual não se nos incorpora à vida:

nem pela prosperidade;
nem pela carência;
nem pelo renome;
nem pela obscuridade;
nem pela cultura intelectual;
nem pela insipiência;
nem pela autoridade humana;
nem pela condição de subalternidade;
nem pelo ajustamento à vida considerada normal;
nem pelos conflitos psicológicos que se carregue;
nem pelos amigos;
nem pelos adversários;
nem pelo elogio;
nem pelo desapreço da injúria.

A elevação íntima depende unicamente de nossa reação pessoal ao aceitar e usar para o bem tudo isso.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

PROGRAMA ESPÍRITA

Reconhecer no berço um livro que se abriu para uma conta nova.

Aceitar cada dia por página, ante o Céu, que nos grave o melhor.

Escriturar valor, benevolência, fé, bondade e compreensão sobre as linhas das horas.

Observar que a dor é o remédio da vida para retificar os nossos próprios erros.

Viver e trabalhar pelo câmbio do amor.

Dar tudo o que há de bom por tudo o que há de mau.

Usar a caridade a começar de casa.

Ser socorro tranqüilo onde lavrem paixões.

Enfeitar cada espinho em rosas de esperança.

Ajudar sem pedir compensação nenhuma.

Jamais perder na estrada a visão do otimismo.

Esquecer toda ofensa e envolver o ofensor nas vibrações da paz que a oração entretece.

Valer-se do presente e elevar o porvir.

Eis o programa do espírita que tem, na forja do trabalho, a divisa do bem: estudar, renovar-se, aprender e servir.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

DESEQUILÍBRIOS

O início das grandes obsessões é semelhante à pequenina brecha no açude que por vezes não passa de pedra desconjuntada ou de fenda oculta.

Os desequilíbrios da alma começam igualmente de quase nada, principalmente por atitudes e sentimentos aparentemente compreensíveis mas que, em muitas ocasiões, se deslocam no rumo de ásperas conseqüências.

Desconfiança.

Dúvida.

Irritação.

Desânimo.

Ressentimento.

Impulsividade.

Invigilância.

Amargura.

Tristeza sem nexo.

Grito de cólera.

Discussão sem proveito.

Conversa vã.

Visita inútil.

Distração sem propósito.

Na represa, ninguém pode prever os resultados da brecha esquecida.

No caso da obsessão, porém, que, no fundo, se define por assunto de consciência, é imperioso que todos nós venhamos a reconhecer que, em toda e qualquer crise de fome, não é o pão que procura a boca.