No justo momento em que:
o fracasso lhe atropele o carro da esperança;
o apoio habitual lhe falte à existência;
a ventania da advertência lhe açoite o espírito;
a aflição se lhe intrometa nos passos;
a tristeza lhe empane os horizontes;
a solidão lhe venha a fazer companhia;
no momento justo, enfim, em que a crise ou a angústia, a sombra
ou a tribulação se lhe façam mais difíceis de suportar, não
chore e nem esmoreça.
A água pura a fim de manter-se pura é servida em taça vazia.
A treva da meia-noite é a ocasião em que o tempo dá sinal
de partida para nova alvorada.
Por maior a dificuldade, jamais desanime.
O seu pior momento na vida é sempre o instante de melhorar
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domingo, 15 de novembro de 2009
terça-feira, 16 de setembro de 2008
NECESSIDADE E SOCORRO
O homem sente fome.
Deus promove os recursos do pão.
O homem sente sede.
Deus faz o jorro da fonte.
O homem padece fraqueza.
Deus dá-lhe força.
O homem adquire a doença.
Deus institui o remédio.
O homem sofre desequilíbrio.
Deus estabelece o reajuste.
O homem chora em desespero.
Deus suscita a consolação.
O homem se desvaira no pessimismo.
Deus restaura a esperança.
O homem cai na sombra da ignorância.
Deus acende a luz da instrução.
Entretanto, Deus criou a liberdade de consciência, com responsabilidade, traçando o merecimento de cada um.
É assim que, entre a necessidade humana e o Socorro Divino, permanece a vontade do homem, que é plenamente livre para aceitar ou não o auxílio de Deus.
Deus promove os recursos do pão.
O homem sente sede.
Deus faz o jorro da fonte.
O homem padece fraqueza.
Deus dá-lhe força.
O homem adquire a doença.
Deus institui o remédio.
O homem sofre desequilíbrio.
Deus estabelece o reajuste.
O homem chora em desespero.
Deus suscita a consolação.
O homem se desvaira no pessimismo.
Deus restaura a esperança.
O homem cai na sombra da ignorância.
Deus acende a luz da instrução.
Entretanto, Deus criou a liberdade de consciência, com responsabilidade, traçando o merecimento de cada um.
É assim que, entre a necessidade humana e o Socorro Divino, permanece a vontade do homem, que é plenamente livre para aceitar ou não o auxílio de Deus.
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