Quanto maiores
somos em humildade,
tanto mais próximos estamos
da grandeza.
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sexta-feira, 23 de abril de 2010
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
O Nascimento
Nas asas da presunção alcei vôos no rumo da imaginação.
Vi cântaros de luz entornando cintilações e senti o hálito divino como se flores inesgotáveis deitassem perfume nos confins do Universo.
Havia uma doce música embalando as vozes das estrelas e rodopiava a vida nos vãos da eternidade.
O amor derramava-se em gotas como o orvalho ao sopro leve da alvorada.
Lágrimas de anjos iluminavam a poeira cósmica, em relãmpagos de ternura.
Viajei sentindo um vigoroso pensamento moldando corações e fluxos generosos de sangue, e olhos nimbados de sonhos.
No auge do êxtase, ouvi um sopro afirmar
que a imortalidade seria o último estágio.
Quando retornei, em prantos da mais sublime emotividade, compreendi que presenciei, na ilusão das fantasias de filho, o momento em que o Criador ofertou à vida o parto de almas.
De mãos postas, entendi que eu era uma das gotas, hoje envolta em poeira de estradas, mas para sempre, gota de luz.
Vi cântaros de luz entornando cintilações e senti o hálito divino como se flores inesgotáveis deitassem perfume nos confins do Universo.
Havia uma doce música embalando as vozes das estrelas e rodopiava a vida nos vãos da eternidade.
O amor derramava-se em gotas como o orvalho ao sopro leve da alvorada.
Lágrimas de anjos iluminavam a poeira cósmica, em relãmpagos de ternura.
Viajei sentindo um vigoroso pensamento moldando corações e fluxos generosos de sangue, e olhos nimbados de sonhos.
No auge do êxtase, ouvi um sopro afirmar
que a imortalidade seria o último estágio.
Quando retornei, em prantos da mais sublime emotividade, compreendi que presenciei, na ilusão das fantasias de filho, o momento em que o Criador ofertou à vida o parto de almas.
De mãos postas, entendi que eu era uma das gotas, hoje envolta em poeira de estradas, mas para sempre, gota de luz.
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
O Nascimento
Nas asas da presunção alcei vôos no rumo da imaginação.
Vi cântaros de luz entornando cintilações e senti o hálito divino como se flores inesgotáveis deitassem perfume nos confins do Universo.
Havia uma doce música embalando as vozes das estrelas e rodopiava a vida nos vãos da eternidade.
O amor derramava-se em gotas como o orvalho ao sopro leve da alvorada.
Lágrimas de anjos iluminavam a poeira cósmica, em relãmpagos de ternura.
Viajei sentindo um vigoroso pensamento moldando corações e fluxos generosos de sangue, e olhos nimbados de sonhos.
No auge do êxtase, ouvi um sopro afirmar que a imortalidade seria o último estágio.
Quando retornei, em prantos da mais sublime emotividade, compreendi que presenciei, na ilusão das fantasias de filho, o momento em que o Criador ofertou à vida o parto de almas.
De mãos postas, entendi que eu era uma das gotas, hoje envolta em poeira de estradas, mas para sempre, gota de luz.
Vi cântaros de luz entornando cintilações e senti o hálito divino como se flores inesgotáveis deitassem perfume nos confins do Universo.
Havia uma doce música embalando as vozes das estrelas e rodopiava a vida nos vãos da eternidade.
O amor derramava-se em gotas como o orvalho ao sopro leve da alvorada.
Lágrimas de anjos iluminavam a poeira cósmica, em relãmpagos de ternura.
Viajei sentindo um vigoroso pensamento moldando corações e fluxos generosos de sangue, e olhos nimbados de sonhos.
No auge do êxtase, ouvi um sopro afirmar que a imortalidade seria o último estágio.
Quando retornei, em prantos da mais sublime emotividade, compreendi que presenciei, na ilusão das fantasias de filho, o momento em que o Criador ofertou à vida o parto de almas.
De mãos postas, entendi que eu era uma das gotas, hoje envolta em poeira de estradas, mas para sempre, gota de luz.
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
No amor
No amor,
todas as contradições
da vida se dissolvem
e desaparecem.
Só no amor existe unidade
e dualidade sem o conflito.
todas as contradições
da vida se dissolvem
e desaparecem.
Só no amor existe unidade
e dualidade sem o conflito.
sábado, 26 de abril de 2008
O Nascimento
Nas asas da presunção alcei vôos no rumo da
imaginação.
Vi cântaros de luz entornando cintilações e senti o hálito divino como se flores inesgotáveis deitassem perfume nos confins do Universo.
Havia uma doce música embalando as vozes das
estrelas e rodopiava a vida nos vãos da eternidade.
O amor derramava-se em gotas como o orvalho ao sopro leve da alvorada.
Lágrimas de anjos iluminavam a poeira cósmica,
em relãmpagos de ternura.
Viajei sentindo um vigoroso pensamento moldando corações e fluxos generosos de sangue, e olhos nimbados de sonhos.
No auge do êxtase, ouvi um sopro afirmar
que a imortalidade seria o último estágio.
Quando retornei, em prantos da mais sublime
emotividade, compreendi que presenciei, na
ilusão das fantasias de filho, o momento em
que o Criador ofertou à vida o parto de almas.
De mãos postas, entendi que eu era uma das
gotas, hoje envolta em poeira de estradas,
mas para sempre, gota de luz.
imaginação.
Vi cântaros de luz entornando cintilações e senti o hálito divino como se flores inesgotáveis deitassem perfume nos confins do Universo.
Havia uma doce música embalando as vozes das
estrelas e rodopiava a vida nos vãos da eternidade.
O amor derramava-se em gotas como o orvalho ao sopro leve da alvorada.
Lágrimas de anjos iluminavam a poeira cósmica,
em relãmpagos de ternura.
Viajei sentindo um vigoroso pensamento moldando corações e fluxos generosos de sangue, e olhos nimbados de sonhos.
No auge do êxtase, ouvi um sopro afirmar
que a imortalidade seria o último estágio.
Quando retornei, em prantos da mais sublime
emotividade, compreendi que presenciei, na
ilusão das fantasias de filho, o momento em
que o Criador ofertou à vida o parto de almas.
De mãos postas, entendi que eu era uma das
gotas, hoje envolta em poeira de estradas,
mas para sempre, gota de luz.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
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