Amado coração, não te amedronte
A tormenta frenética lá fora,
Na dor humana que se desarvora,
Mesmo que a sombra lívida te afronte.
Duras incompreensões chovam em monte,
Fúrias da noite gritem, de hora a hora,
Lembra o clarão do sol por nova aurora
Em que a vida mais alta se te aponte.
Do pensamento em paz a que te elevas,
Deixa que a luz de Deus dissipe as trevas,
Guardando a prece por seguro abrigo!...
E ama, serve, e segue, estrada a estrada,
Na certeza serena e imaculada
De que a bênção do Mestre vai contigo.
sábado, 14 de fevereiro de 2009
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