Pobre Francisco que da paz não desiste,
pede pelo mundo que do ódio vive,
vê, são muitos irmãos sem teto e sem pão,
que na vida não têm nada, nem mesmo ilusão...
Pede Francisco e que seu Senhor o escute,
fala pelas bocas esfomeadas de amor e justiça,
diga das dores dos que perderam seus filhos
nas mãos sem ideais que cultivam a cobiça.
Francisco do amor, irmão só, de fé, sonhador,
seca as faces que desenham esse mundo sem cor,
que seu Senhor seja a luz e também o autor
da nova realidade que dissipa as trevas livrando-nos da dor.
Oh! Mestre de Francisco, seja em mim também o Senhor,
mostre-me o amar, o doar, o perdoar consolador,
que eu seja o fruto do bendito ventre a parir o amor,
que se abram caminhos na nova luz que dita a aurora,
Que a fé não seja de fragmentos, mas se consolide em atos de paz,
que os corpos mutilados, vendidos à morte que gerou tanta dor
sejam hoje justificados em preitos da verdade e de valor,
transformando todo pranto em canto vivo de pleno amor.
Oh! Pobre Francisco que tanto acreditou,
pobre mundo que de sua irmandade se distanciou...
Roga Francisco pelos muitos pequeninos desse mundo perdido
do amor único e verdadeiro que sua boca um dia anunciou...
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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Francisco de Assis
Pobre Francisco que da paz não desiste,
pede pelo mundo que do ódio vive,
vê, são muitos irmãos sem teto e sem pão,
que na vida não têm nada, nem mesmo ilusão...
Pede Francisco e que seu Senhor o escute,
fala pelas bocas esfomeadas de amor e justiça,
diga das dores dos que perderam seus filhos
nas mãos sem ideais que cultivam a cobiça.
Francisco do amor, irmão só, de fé, sonhador,
seca as faces que desenham esse mundo sem cor,
que seu Senhor seja a luz e também o autor
da nova realidade que dissipa as trevas livrando-nos da dor.
Oh! Mestre de Francisco, seja em mim também o Senhor,
mostre-me o amar, o doar, o perdoar consolador,
que eu seja o fruto do bendito ventre a parir o amor,
que se abram caminhos na nova luz que dita a aurora,
Que a fé não seja de fragmentos, mas se consolide em atos de paz,
que os corpos mutilados, vendidos à morte que gerou tanta dor
sejam hoje justificados em preitos da verdade e de valor,
transformando todo pranto em canto vivo de pleno amor.
Oh! Pobre Francisco que tanto acreditou,
pobre mundo que de sua irmandade se distanciou...
Roga Francisco pelos muitos pequeninos desse mundo perdido
do amor único e verdadeiro que sua boca um dia anunciou...
pede pelo mundo que do ódio vive,
vê, são muitos irmãos sem teto e sem pão,
que na vida não têm nada, nem mesmo ilusão...
Pede Francisco e que seu Senhor o escute,
fala pelas bocas esfomeadas de amor e justiça,
diga das dores dos que perderam seus filhos
nas mãos sem ideais que cultivam a cobiça.
Francisco do amor, irmão só, de fé, sonhador,
seca as faces que desenham esse mundo sem cor,
que seu Senhor seja a luz e também o autor
da nova realidade que dissipa as trevas livrando-nos da dor.
Oh! Mestre de Francisco, seja em mim também o Senhor,
mostre-me o amar, o doar, o perdoar consolador,
que eu seja o fruto do bendito ventre a parir o amor,
que se abram caminhos na nova luz que dita a aurora,
Que a fé não seja de fragmentos, mas se consolide em atos de paz,
que os corpos mutilados, vendidos à morte que gerou tanta dor
sejam hoje justificados em preitos da verdade e de valor,
transformando todo pranto em canto vivo de pleno amor.
Oh! Pobre Francisco que tanto acreditou,
pobre mundo que de sua irmandade se distanciou...
Roga Francisco pelos muitos pequeninos desse mundo perdido
do amor único e verdadeiro que sua boca um dia anunciou...
segunda-feira, 15 de outubro de 2007
A bruxa
E a culpa ainda é da bruxa,
pobre coitada, só está a voar,
em sua vassoura mágica, daqui pra lá,
voa ligeira sem pensar em parar.
Olha seu nome sendo usado em vão,
são tantas que aprontam e como cão sem dono segue o povo,
escolhem errado sem pensar no retorno da opção e pronto,
colocam a culpa na bruxa que quer mesmo é voar de novo.
Matam e roubam, tornam a matar os que nunca viveram,
copiam e plagiam, recriam no mal o que foi construído no bem,
soltam o veneno tentando corromper a todos e, como erva daninha,
cresce em meio ao trigo sem perceber que prejudica a si também.
Lá vai a bruxa, onde é mesmo que foi parar?
De boca em boca, vai remexendo o caldeirão, pobre da danada,
nem sabe ao certo o ponto que liga a massa
do bom e bocado que transforma em moça a velha cansada.
Que a bruxa voe sempre, deixem seu nome pra lá,
ela merece descansar, afinal carrega a culpa de muitos
que não assumem os seus ditos, tentam demolir o que foi construído
e deixam com a bruxa o peso de seus males gratuitos.
pobre coitada, só está a voar,
em sua vassoura mágica, daqui pra lá,
voa ligeira sem pensar em parar.
Olha seu nome sendo usado em vão,
são tantas que aprontam e como cão sem dono segue o povo,
escolhem errado sem pensar no retorno da opção e pronto,
colocam a culpa na bruxa que quer mesmo é voar de novo.
Matam e roubam, tornam a matar os que nunca viveram,
copiam e plagiam, recriam no mal o que foi construído no bem,
soltam o veneno tentando corromper a todos e, como erva daninha,
cresce em meio ao trigo sem perceber que prejudica a si também.
Lá vai a bruxa, onde é mesmo que foi parar?
De boca em boca, vai remexendo o caldeirão, pobre da danada,
nem sabe ao certo o ponto que liga a massa
do bom e bocado que transforma em moça a velha cansada.
Que a bruxa voe sempre, deixem seu nome pra lá,
ela merece descansar, afinal carrega a culpa de muitos
que não assumem os seus ditos, tentam demolir o que foi construído
e deixam com a bruxa o peso de seus males gratuitos.
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