Há situações que constituem
nossa prova aflitiva e áspera,
mas redentora e santificante.
Perdoemos as pedras da vida
pelo ouro de experiência
e de luz que nos oferecem.
E, sobretudo,
armemo-nos de coragem
para o trabalho, porque é na dor
do presente que corrigimos
as lutas de ontem,
acendendo abençoada luz
para o nosso grande porvir.
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quinta-feira, 27 de agosto de 2009
sexta-feira, 20 de março de 2009
Perdoar os Amigos
Quando falamos em perdão, pensamos logo nos nossos inimigos, pensamos o quanto é difícil para nós passarmos a borracha do esquecimento sobre agressões, calúnias, perseguições, sejam elas no campo carnal ou espiritual.
Mas, nos esquecemos de um fator importante: o inimigo nos fere e vai embora, fica distante.
Perguntamos então, quantas vezes vamos perdoar os nossos amigos?
Aqueles que estão perto de nós e perto de nós permanecem, aqueles que, muitas vezes, nos magoam, aqueles que, em vários momentos em que precisávamos de auxilio nos negaram, ou a quem nós oferecemos auxílio e foram ingratos.
Esses permanecem conosco.
Então, é preciso uma grande dose de benevolência, de compreensão, para que os amigos continuem amigos e continuem juntos de nós.
Que as coisas pequeninas sejam esquecidas em prol das grandes coisas que, em conjunto, podemos realizar com as pessoas queridas.
Assim, como somos obrigados a desculpar tantas situações dentro de nossa família, porque não podemos nos desprender desses elos biológicos, e sejamos, também, capazes de compreender os amigos, esses que, num instante de invigilância, de imprudência ou, às vezes, até assediados por entidades perseguidoras ou por problemas de difícil solução interior, nos desferiram golpes.
Em benefício dessa grande família espiritual, que nós saibamos relevar e conviver fraternalmente, sem emitir vibrações negativas, sem o processo de cobrança permanente, sem o falar imprudente.
Que saibamos, realmente, fortalecer os elos de grandes amigos, porque aqueles que caminham juntos, ombro a ombro com Jesus, estão na mesma estrada, buscando o mesmo horizonte, com as mesmas situações de resolver problemas ou adquirir débitos.
Mas, nos esquecemos de um fator importante: o inimigo nos fere e vai embora, fica distante.
Perguntamos então, quantas vezes vamos perdoar os nossos amigos?
Aqueles que estão perto de nós e perto de nós permanecem, aqueles que, muitas vezes, nos magoam, aqueles que, em vários momentos em que precisávamos de auxilio nos negaram, ou a quem nós oferecemos auxílio e foram ingratos.
Esses permanecem conosco.
Então, é preciso uma grande dose de benevolência, de compreensão, para que os amigos continuem amigos e continuem juntos de nós.
Que as coisas pequeninas sejam esquecidas em prol das grandes coisas que, em conjunto, podemos realizar com as pessoas queridas.
Assim, como somos obrigados a desculpar tantas situações dentro de nossa família, porque não podemos nos desprender desses elos biológicos, e sejamos, também, capazes de compreender os amigos, esses que, num instante de invigilância, de imprudência ou, às vezes, até assediados por entidades perseguidoras ou por problemas de difícil solução interior, nos desferiram golpes.
Em benefício dessa grande família espiritual, que nós saibamos relevar e conviver fraternalmente, sem emitir vibrações negativas, sem o processo de cobrança permanente, sem o falar imprudente.
Que saibamos, realmente, fortalecer os elos de grandes amigos, porque aqueles que caminham juntos, ombro a ombro com Jesus, estão na mesma estrada, buscando o mesmo horizonte, com as mesmas situações de resolver problemas ou adquirir débitos.
quinta-feira, 5 de março de 2009
O TEMPO NÃO VOLTA...MAS SE RENOVA
A grande maioria da humanidade vive presa a um profundo sentimento de frustração, como se alguma coisa estivesse faltando ou não pudesse ter sido realizada. É o retrato da nossa incapacidade de agir com mais eficiência frente às exigências que as leis divinas, esculpidas em nossa consciência, estabelecem como metas para a evolução. Pela excessiva aquiescência aos apelos do mundo acabamos indisponibilizados para as tarefas do Espírito. Conseqüência: determinadas áreas do nosso psiquismo deixam de ser ocupadas por valores e conquistas espiritualizadas enquanto nossa estrutura física, que deveria esvaziar-se do magnetismo que a atrela a um mundo material, vivencia intensamente as experiências da carne, tornando-se uma verdadeira âncora lançada às profundezas do primitivismo. Essas zonas de carência são todo o nosso potencial perfectível, e que precisa ser trabalhado em decorrência da inexorabilidade da lei do progresso.
Nesse processo, muitos de nós, chegamos ao mundo espiritual mergulhados no arrependimento pelo desperdício do precioso tempo de uma encarnação.
A questão do percurso do tempo é complexa, mas aquela visão newtoniana de tempo como uma reta que quando percorrida marca a história em passado, presente e futuro, foi substituída na teoria da relatividade, por uma visão de tempo circular, caracterizado como uma dimensão que cria um novo universo. Ainda que não possamos experienciar esta situação por nos situarmos em um espaço tridimensional, o tempo poderá ser percorrido quando nos transportarmos para a realidade das quatro dimensões, que é a do mundo espiritual. Corroborando com esta assertiva “O Livro dos Espíritos” alerta, nas questões 242 e 243, que o passado e o futuro, quando deles se ocupam os Espíritos, é como se fossem o presente.
Ora, assim sendo, apesar dos fatos da vida estarem definitivamente concretizados pelas marcas que deixaram em nosso psiquismo, é perfeitamente possível que possamos revivenciá-los nos mecanismos de renovação da vida.
O exemplo do aluno nos bancos escolares é quase vulgar, mas se presta com precisão a demonstrar essa proposta. Quando uma criança não alcança um nível de aprendizagem, em uma série escolar, que a capacite a avançar para as série subseqüentes, ela terá que repetir o ano, passando pelas lições que não aprendeu, repetindo os exercícios e provas que já fez, que não serão as mesmas no que toca a forma, mas similares quanto aos conteúdos que abordem.
Em nossa caminhada infinita para a perfeição tal situação se repete. O não aproveitamento das experiências de uma encarnação, realizado pela reforma íntima voltada para o cultivo das virtudes, torna-nos incapacitados a buscar conquistas mais avançadas. Contudo, a reprovação no “ano letivo” de uma encarnação não significa expulsão da escola mas retorno aos mesmos “bancos escolares” da vida na etapa adequada às nossas necessidades de aprendizagem.
Aqueles que se entregam ao remorso doentio, dominados pelo sentimento de culpa, tornando-se psicologicamente frágeis, não entenderam ainda os mecanismos das leis divinas. Autoflagelam-se, numa tentativa de contrapor-se à culpa que vige em suas consciências, esquecendo-se de que desperdiçam tempo para ressarcir seus erros do ontem.
Talvez imaginem, esses irmãos, ser mais cômodo e fácil entregar-se às demonstrações de dor e arrependimento que possam liberá-los do dever a cumprir. Enganam-se a repetir os mesmos erros, já que relutam em aceitar a imposição do progresso em suas vidas como fruto do amor e da instrução, nas experiências do trabalho e do estudo.
Mas dia vem em que cansados da própria dor olham para o céu interior para descobrir a presença divina a iluminar novos caminhos com novas possibilidades para as mesmas necessidades em que se estagnaram no passado. Aí compreenderão que, na sabedoria e bondade de suas leis, Deus não faz o tempo retornar mas permite que ele se renove para as vitórias do amanhã.
Nesse processo, muitos de nós, chegamos ao mundo espiritual mergulhados no arrependimento pelo desperdício do precioso tempo de uma encarnação.
A questão do percurso do tempo é complexa, mas aquela visão newtoniana de tempo como uma reta que quando percorrida marca a história em passado, presente e futuro, foi substituída na teoria da relatividade, por uma visão de tempo circular, caracterizado como uma dimensão que cria um novo universo. Ainda que não possamos experienciar esta situação por nos situarmos em um espaço tridimensional, o tempo poderá ser percorrido quando nos transportarmos para a realidade das quatro dimensões, que é a do mundo espiritual. Corroborando com esta assertiva “O Livro dos Espíritos” alerta, nas questões 242 e 243, que o passado e o futuro, quando deles se ocupam os Espíritos, é como se fossem o presente.
Ora, assim sendo, apesar dos fatos da vida estarem definitivamente concretizados pelas marcas que deixaram em nosso psiquismo, é perfeitamente possível que possamos revivenciá-los nos mecanismos de renovação da vida.
O exemplo do aluno nos bancos escolares é quase vulgar, mas se presta com precisão a demonstrar essa proposta. Quando uma criança não alcança um nível de aprendizagem, em uma série escolar, que a capacite a avançar para as série subseqüentes, ela terá que repetir o ano, passando pelas lições que não aprendeu, repetindo os exercícios e provas que já fez, que não serão as mesmas no que toca a forma, mas similares quanto aos conteúdos que abordem.
Em nossa caminhada infinita para a perfeição tal situação se repete. O não aproveitamento das experiências de uma encarnação, realizado pela reforma íntima voltada para o cultivo das virtudes, torna-nos incapacitados a buscar conquistas mais avançadas. Contudo, a reprovação no “ano letivo” de uma encarnação não significa expulsão da escola mas retorno aos mesmos “bancos escolares” da vida na etapa adequada às nossas necessidades de aprendizagem.
Aqueles que se entregam ao remorso doentio, dominados pelo sentimento de culpa, tornando-se psicologicamente frágeis, não entenderam ainda os mecanismos das leis divinas. Autoflagelam-se, numa tentativa de contrapor-se à culpa que vige em suas consciências, esquecendo-se de que desperdiçam tempo para ressarcir seus erros do ontem.
Talvez imaginem, esses irmãos, ser mais cômodo e fácil entregar-se às demonstrações de dor e arrependimento que possam liberá-los do dever a cumprir. Enganam-se a repetir os mesmos erros, já que relutam em aceitar a imposição do progresso em suas vidas como fruto do amor e da instrução, nas experiências do trabalho e do estudo.
Mas dia vem em que cansados da própria dor olham para o céu interior para descobrir a presença divina a iluminar novos caminhos com novas possibilidades para as mesmas necessidades em que se estagnaram no passado. Aí compreenderão que, na sabedoria e bondade de suas leis, Deus não faz o tempo retornar mas permite que ele se renove para as vitórias do amanhã.
quarta-feira, 4 de março de 2009
AGRADECER
Tudo o que cerca as criaturas na Terra, tudo é dado por Deus. Quando o homem chega para a vida, ele já encontra tudo pronto a esperá-lo: o leite, o berço, as frutas, os alimentos, as conduções, as ferramentas, todos os utensílios domésticos, todo o instrumental cirúrgico, os panos, tudo, tudo o que envolve a criatura, foi dado por Deus ou concedido, com sua permissão, para que o ser humano possa usufruir. Ele preparou a Terra e a deu para o homem habitar, beneficiar-se de tudo que nela contém, sabendo que, nessa mesma Terra, tudo iria ficar para aqueles que chegarem após usufruírem também.
O homem recebe tudo, mas, quem é capaz de agradecer o pão que amanhece na mesa, o arroz, o feijão que o alimenta, o animal que foi sacrificado para que ele tenha proteína, os braços que o sustentaram desde o nascer? Quem se lembra daquele espírito guardião, anônimo, que acompanha a criatura desde o berço até depois do túmulo, para que possa, em segurança, nascer, viver, viver e caminhar no além? Muito poucos. A maioria das criaturas só pede. Pedem, exigem, são ingratos, são irresponsáveis no pedir, não aceitam as provas, se revoltam com as lutas redentoras e se rebelam contra a vontade de Deus, em provas que essas mesmas criaturas escolheram para si.
A prece de louvor, a prece de gratidão que brota nos corações sensíveis, esse "pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome...", muito poucos são aqueles que começam o seu dia orando e, dentro da oração, procurando sustentar aqueles que sofrem. Em geral, estamos tão preocupados com os nossos problemas, com o nossos haveres, com as nossas vontades, com as nossas preferências que não temos tempo para aquele que nos criou, não temos tempo para aqueles que fizeram de sua vida um permanente caminhar ao nosso lado, para que tivéssemos proteção, para que caminhássemos numa linha reta, buscando melhores sendas.
Em época de tanto horror, de tanta violência, em época de tanta separação, de tanto desamor, sejam vocês a chama acesa no coração, em fé, em sentimento, em amor. Lembrem-se de começar seus dias agradecendo, terminem seus dias agradecendo e saberão que é muito fácil viver, se tivermos como escudo a proteção da prece, que nos liga a planos superiores e nos faz suportar as situações inferiores que a vida nos proporciona.
Se nós buscarmos o céu, o céu virá de encontro a nós. Se nós buscarmos a Terra, a Terra nos sufocará as melhores sementes e seremos um solo inóspito, onde ficarão somente os espinhos que nós mesmos semeamos no ontem e no hoje.
O homem recebe tudo, mas, quem é capaz de agradecer o pão que amanhece na mesa, o arroz, o feijão que o alimenta, o animal que foi sacrificado para que ele tenha proteína, os braços que o sustentaram desde o nascer? Quem se lembra daquele espírito guardião, anônimo, que acompanha a criatura desde o berço até depois do túmulo, para que possa, em segurança, nascer, viver, viver e caminhar no além? Muito poucos. A maioria das criaturas só pede. Pedem, exigem, são ingratos, são irresponsáveis no pedir, não aceitam as provas, se revoltam com as lutas redentoras e se rebelam contra a vontade de Deus, em provas que essas mesmas criaturas escolheram para si.
A prece de louvor, a prece de gratidão que brota nos corações sensíveis, esse "pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome...", muito poucos são aqueles que começam o seu dia orando e, dentro da oração, procurando sustentar aqueles que sofrem. Em geral, estamos tão preocupados com os nossos problemas, com o nossos haveres, com as nossas vontades, com as nossas preferências que não temos tempo para aquele que nos criou, não temos tempo para aqueles que fizeram de sua vida um permanente caminhar ao nosso lado, para que tivéssemos proteção, para que caminhássemos numa linha reta, buscando melhores sendas.
Em época de tanto horror, de tanta violência, em época de tanta separação, de tanto desamor, sejam vocês a chama acesa no coração, em fé, em sentimento, em amor. Lembrem-se de começar seus dias agradecendo, terminem seus dias agradecendo e saberão que é muito fácil viver, se tivermos como escudo a proteção da prece, que nos liga a planos superiores e nos faz suportar as situações inferiores que a vida nos proporciona.
Se nós buscarmos o céu, o céu virá de encontro a nós. Se nós buscarmos a Terra, a Terra nos sufocará as melhores sementes e seremos um solo inóspito, onde ficarão somente os espinhos que nós mesmos semeamos no ontem e no hoje.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
A FÉ É A ÚNICA CHAMA QUE NÃO SE APAGA NUNCA
iante de um jardim belo, coberto de roseiras perfumadas, o dono do jardim as espera florescer.
Não pensa na quantidade enorme de espinhos que seu tronco possui, toma cuidado com eles, mas espera o florir das rosas.
Quando uma única rosa brota, enfeitando toda aquela roseira cheia de espinhos, o dono do jardim olha, avidamente, outros que podem surgir, sabendo que serão rosas a enfeitar amanhã.
Nós trazemos cravados na alma muitos espinhos do ontem, mas somos rosas, na essência sublime de Deus; nós também vamos florir em alegria.
Se essas alegrias são poucas e as dores são muitas, alegrias aconteceram em nossas vidas e alegrias acontecerão sempre.
Mesmo que sejam momentos, dias, algum tempo, mas como as roseiras, o sorriso brota, a paz chega e nós nos transformamos num canteirinho de paz.
Mas, existe o tempo, às vezes longo, em que só permanecem espinhos, o vendaval da dor assola e as pétalas de nossas esperanças, de nossas alegrias, caem pelo chão.
Mas, não devemos nos esquecer de que essas pétalas caídas serão adubo amanhã.
Esse adubo precioso que mantém nosso espírito vivo, que mantém a roseira forte, que mantém a possibilidade de ela florir.
Nós trazemos muitos compromissos assumidos de vidas passadas, não podemos deixar que o desânimo, a tristeza, a desesperança nos domine.
Porque só receberemos, realmente, um auxílio completo, à medida em que tivermos total confiança no alto.
Aí sim, será possível Jesus nos estender as mãos e nós, desse amor imenso, desse grande médico de Deus que foi o mestre, recebermos a ajuda de que precisamos, lembrando de que toda a dor é cura para nossos corações, que toda separação é prognóstico de união, que todas as experiências são bênçãos preciosas que amealhamos no espírito.
Por isso, mantenham a chama da fé sempre acesa.
A fé é a única chama que não se apaga nunca.
Não pensa na quantidade enorme de espinhos que seu tronco possui, toma cuidado com eles, mas espera o florir das rosas.
Quando uma única rosa brota, enfeitando toda aquela roseira cheia de espinhos, o dono do jardim olha, avidamente, outros que podem surgir, sabendo que serão rosas a enfeitar amanhã.
Nós trazemos cravados na alma muitos espinhos do ontem, mas somos rosas, na essência sublime de Deus; nós também vamos florir em alegria.
Se essas alegrias são poucas e as dores são muitas, alegrias aconteceram em nossas vidas e alegrias acontecerão sempre.
Mesmo que sejam momentos, dias, algum tempo, mas como as roseiras, o sorriso brota, a paz chega e nós nos transformamos num canteirinho de paz.
Mas, existe o tempo, às vezes longo, em que só permanecem espinhos, o vendaval da dor assola e as pétalas de nossas esperanças, de nossas alegrias, caem pelo chão.
Mas, não devemos nos esquecer de que essas pétalas caídas serão adubo amanhã.
Esse adubo precioso que mantém nosso espírito vivo, que mantém a roseira forte, que mantém a possibilidade de ela florir.
Nós trazemos muitos compromissos assumidos de vidas passadas, não podemos deixar que o desânimo, a tristeza, a desesperança nos domine.
Porque só receberemos, realmente, um auxílio completo, à medida em que tivermos total confiança no alto.
Aí sim, será possível Jesus nos estender as mãos e nós, desse amor imenso, desse grande médico de Deus que foi o mestre, recebermos a ajuda de que precisamos, lembrando de que toda a dor é cura para nossos corações, que toda separação é prognóstico de união, que todas as experiências são bênçãos preciosas que amealhamos no espírito.
Por isso, mantenham a chama da fé sempre acesa.
A fé é a única chama que não se apaga nunca.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Senhor!
Reúne-nos, de novo, em teu Evangelho de Amor e Luz, para que nos sintamos efetivamente mais irmãos uns dos outros.
Não permitas que a desunião nos destrua a edificação da bênção em que nos encontramos, e apóia-nos para que o presente se nos converta em posição de serviço para o levantamento da Vida Melhor.
Clareia-nos a palavra para que a nossa palavra abençoe e alivie, eduque e eleve!
E recebe, por misericórdia, as nossas mãos para que as nossas mãos não se afastem da lavoura que nos deste a cultivar para a colheita do Bem Eterno!
Senhor!
Acolhe-nos a todos, cada qual de nós na tarefa que fomos chamados a cumprir em tua Infinita Misericórdia e que a tua Vontade se faça em nós e por nós, junto de nós e em favor de todos nós, onde estivermos hoje e sempre.
Não permitas que a desunião nos destrua a edificação da bênção em que nos encontramos, e apóia-nos para que o presente se nos converta em posição de serviço para o levantamento da Vida Melhor.
Clareia-nos a palavra para que a nossa palavra abençoe e alivie, eduque e eleve!
E recebe, por misericórdia, as nossas mãos para que as nossas mãos não se afastem da lavoura que nos deste a cultivar para a colheita do Bem Eterno!
Senhor!
Acolhe-nos a todos, cada qual de nós na tarefa que fomos chamados a cumprir em tua Infinita Misericórdia e que a tua Vontade se faça em nós e por nós, junto de nós e em favor de todos nós, onde estivermos hoje e sempre.
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Severa Advertência
Meus filhos,
Estamos na grande luta.
Não consideramos fortuito este momento, que o acaso parece ter engendrado.
Estamos convidados a espalhar, a ampliar fronteiras do reino de Deus, mas
não creiam que a tarefa é muito fácil.
Crucificados, os discípulos do Mestre verdadeiramente leais prosseguem em
trevas invisíves.
Ontem era a arena, o madeiro, o cárcere, o exílio forçado, as labaredas, o
degredo, o abandono dos afetos mais caros, mas, hoje, também é assim:
degredos e exílios intimos, abandonos, soledade, sofrimento e perseguições
neste intercâmbio dos dois mundos em litígio, em que as forças da loucura e
da insensatez se aglutinam para apagar da História o nome do Mestre,
induzindo cristãos desatentos a estados patológicos irreversíveis, por
enquanto, deixando as marcas purulentas da má conduta, tisnando o nome do
ideal que abraçam por Jesus.
Estamos convocados a prosseguir. Cada um de nós é convidado a uma cota que
não pode ser menosprezada, ao testemunho silencioso aureolado de alegria,
porque o reino não é daqui, não obstante aqui comece.
Demo-nos as mãos e preparemos-nos, porque a luta recrudescerá.
As dificuldades multiplicar-se-ão.
O profano insinua-se no divino, o vulgar no especial, o ridículo no ideal.
Tenhamos cuidado, meus filhos, para que as nossas Casas não sejam invadidas
por torvelinhos que lhes descaracterizem a pureza da vivência evangélica ali
instalada.
Mantenhamo-nos unidos, sem que os miasmas da perturbação intoxiquem e as
imposições do desequilíbrio predominem.
O Cristão sem sacrifício está sem Cristo.
Discípulo sem disciplina encontra-se sem Mestre.
Aprendiz sem dever está à própria sorte.
Jesus nunca nos desampara, mas é provável que o preteiramos para ir, por
preferência, à busca de outros condutores mais consentâneos com as nossas
aflições desmedidas e necessidades falsas, acalentadas no desperdício.
Uma equipe de trabalhadores que compreende o significado da fé, vivendo pela
fé, para a fé, é que o Senhor de todos nós espera, neste momento. Meus
filhos, que o Senhor nos abençoe e nos guarde. São os votos do servidor
humílimo e paternal de sempre,
Estamos na grande luta.
Não consideramos fortuito este momento, que o acaso parece ter engendrado.
Estamos convidados a espalhar, a ampliar fronteiras do reino de Deus, mas
não creiam que a tarefa é muito fácil.
Crucificados, os discípulos do Mestre verdadeiramente leais prosseguem em
trevas invisíves.
Ontem era a arena, o madeiro, o cárcere, o exílio forçado, as labaredas, o
degredo, o abandono dos afetos mais caros, mas, hoje, também é assim:
degredos e exílios intimos, abandonos, soledade, sofrimento e perseguições
neste intercâmbio dos dois mundos em litígio, em que as forças da loucura e
da insensatez se aglutinam para apagar da História o nome do Mestre,
induzindo cristãos desatentos a estados patológicos irreversíveis, por
enquanto, deixando as marcas purulentas da má conduta, tisnando o nome do
ideal que abraçam por Jesus.
Estamos convocados a prosseguir. Cada um de nós é convidado a uma cota que
não pode ser menosprezada, ao testemunho silencioso aureolado de alegria,
porque o reino não é daqui, não obstante aqui comece.
Demo-nos as mãos e preparemos-nos, porque a luta recrudescerá.
As dificuldades multiplicar-se-ão.
O profano insinua-se no divino, o vulgar no especial, o ridículo no ideal.
Tenhamos cuidado, meus filhos, para que as nossas Casas não sejam invadidas
por torvelinhos que lhes descaracterizem a pureza da vivência evangélica ali
instalada.
Mantenhamo-nos unidos, sem que os miasmas da perturbação intoxiquem e as
imposições do desequilíbrio predominem.
O Cristão sem sacrifício está sem Cristo.
Discípulo sem disciplina encontra-se sem Mestre.
Aprendiz sem dever está à própria sorte.
Jesus nunca nos desampara, mas é provável que o preteiramos para ir, por
preferência, à busca de outros condutores mais consentâneos com as nossas
aflições desmedidas e necessidades falsas, acalentadas no desperdício.
Uma equipe de trabalhadores que compreende o significado da fé, vivendo pela
fé, para a fé, é que o Senhor de todos nós espera, neste momento. Meus
filhos, que o Senhor nos abençoe e nos guarde. São os votos do servidor
humílimo e paternal de sempre,
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
EVANGELIZAR
Ao término do século XX, o século chamado das luzes, estamos convocando os
obreiros de boa vontade para a tarefa divina de evangelizar.
Evangelho é sol nas almas, é luz no caminho dos homens, é elo abençoado para
união perfeita.
Evangelizemos nossos lares, meus filhos, doando à nossa família a bênção de
hospedarmos o Cristo de Deus em nossas casas.
A oração em conjunto torna o lar um santuário de amor onde os espíritos mais
nobres procuram auxiliar mais e mais, dobrando os talentos de luz que ali
são depositados.
Evangelizemos nossas crianças, espíritos forasteiros do infinito em busca de
novas experiências, à procura da evolução espiritual.
Sabemos que a Terra é um formoso Educandário e o Mestre Divino, de sua
cátedra de Amor, exemplifica pela assistência constante, o programa a ser
tratado.
Evangelizemos nossos companheiros de trabalho, pelo exemplo na conduta
nobre, pelo perdão constante.
Evangelizemo-nos, guardando nossas mentes e nossos corações na bênção dos
ensinos sublimes.
Estamos na Terra mas alistamo-nos nas fileiras do Cristianismo para erguemos
bem alto a bandeira de luz do Mestre Divino: “Amai-vos uns aos outros como
vos tenho amado”.
Evangelizemos.
Os tempos são chegados, os corações aflitos pedem amparo, os desesperados
suplicam luz.
Há um grito que ressoa pelo infinito!
Pai, socorre-nos!
Filhos, somente através do Evangelho vivido à luz da Doutrina Espírita,
encontrará o homem a paz, a serenidade e o caminho do amor nobre.
Conclamamos os corações de boa vontade:
Evangelizem;
Evangelizemos.
Acendamos a luz dos ensinos divinos para que a Terra se torne um sol radioso
no infinito, conduzindo uma Família humana integrada nos princípios da vida
em hosanas ao seu Criador.
Filhos, peçamos ao Pai inspiração e prossigamos para o alto porquanto
somente Cristo com o Seu saber e o Seu coração de luz poderá iluminar nossos
caminhos.
obreiros de boa vontade para a tarefa divina de evangelizar.
Evangelho é sol nas almas, é luz no caminho dos homens, é elo abençoado para
união perfeita.
Evangelizemos nossos lares, meus filhos, doando à nossa família a bênção de
hospedarmos o Cristo de Deus em nossas casas.
A oração em conjunto torna o lar um santuário de amor onde os espíritos mais
nobres procuram auxiliar mais e mais, dobrando os talentos de luz que ali
são depositados.
Evangelizemos nossas crianças, espíritos forasteiros do infinito em busca de
novas experiências, à procura da evolução espiritual.
Sabemos que a Terra é um formoso Educandário e o Mestre Divino, de sua
cátedra de Amor, exemplifica pela assistência constante, o programa a ser
tratado.
Evangelizemos nossos companheiros de trabalho, pelo exemplo na conduta
nobre, pelo perdão constante.
Evangelizemo-nos, guardando nossas mentes e nossos corações na bênção dos
ensinos sublimes.
Estamos na Terra mas alistamo-nos nas fileiras do Cristianismo para erguemos
bem alto a bandeira de luz do Mestre Divino: “Amai-vos uns aos outros como
vos tenho amado”.
Evangelizemos.
Os tempos são chegados, os corações aflitos pedem amparo, os desesperados
suplicam luz.
Há um grito que ressoa pelo infinito!
Pai, socorre-nos!
Filhos, somente através do Evangelho vivido à luz da Doutrina Espírita,
encontrará o homem a paz, a serenidade e o caminho do amor nobre.
Conclamamos os corações de boa vontade:
Evangelizem;
Evangelizemos.
Acendamos a luz dos ensinos divinos para que a Terra se torne um sol radioso
no infinito, conduzindo uma Família humana integrada nos princípios da vida
em hosanas ao seu Criador.
Filhos, peçamos ao Pai inspiração e prossigamos para o alto porquanto
somente Cristo com o Seu saber e o Seu coração de luz poderá iluminar nossos
caminhos.
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
EVANGELIZAR
Ao término do século XX, o século chamado das luzes, estamos convocando os
obreiros de boa vontade para a tarefa divina de evangelizar.
Evangelho é sol nas almas, é luz no caminho dos homens, é elo abençoado para
união perfeita.
Evangelizemos nossos lares, meus filhos, doando à nossa família a bênção de
hospedarmos o Cristo de Deus em nossas casas.
A oração em conjunto torna o lar um santuário de amor onde os espíritos mais
nobres procuram auxiliar mais e mais, dobrando os talentos de luz que ali
são depositados.
Evangelizemos nossas crianças, espíritos forasteiros do infinito em busca de
novas experiências, à procura da evolução espiritual.
Sabemos que a Terra é um formoso Educandário e o Mestre Divino, de sua
cátedra de Amor, exemplifica pela assistência constante, o programa a ser
tratado.
Evangelizemos nossos companheiros de trabalho, pelo exemplo na conduta
nobre, pelo perdão constante.
Evangelizemo-nos, guardando nossas mentes e nossos corações na bênção dos
ensinos sublimes.
Estamos na Terra mas alistamo-nos nas fileiras do Cristianismo para erguemos
bem alto a bandeira de luz do Mestre Divino: “Amai-vos uns aos outros como
vos tenho amado”.
Evangelizemos.
Os tempos são chegados, os corações aflitos pedem amparo, os desesperados
suplicam luz.
Há um grito que ressoa pelo infinito!
Pai, socorre-nos!
Filhos, somente através do Evangelho vivido à luz da Doutrina Espírita,
encontrará o homem a paz, a serenidade e o caminho do amor nobre.
Conclamamos os corações de boa vontade:
Evangelizem;
Evangelizemos.
Acendamos a luz dos ensinos divinos para que a Terra se torne um sol radioso
no infinito, conduzindo uma Família humana integrada nos princípios da vida
em hosanas ao seu Criador.
Filhos, peçamos ao Pai inspiração e prossigamos para o alto porquanto
somente Cristo com o Seu saber e o Seu coração de luz poderá iluminar nossos
caminhos.
obreiros de boa vontade para a tarefa divina de evangelizar.
Evangelho é sol nas almas, é luz no caminho dos homens, é elo abençoado para
união perfeita.
Evangelizemos nossos lares, meus filhos, doando à nossa família a bênção de
hospedarmos o Cristo de Deus em nossas casas.
A oração em conjunto torna o lar um santuário de amor onde os espíritos mais
nobres procuram auxiliar mais e mais, dobrando os talentos de luz que ali
são depositados.
Evangelizemos nossas crianças, espíritos forasteiros do infinito em busca de
novas experiências, à procura da evolução espiritual.
Sabemos que a Terra é um formoso Educandário e o Mestre Divino, de sua
cátedra de Amor, exemplifica pela assistência constante, o programa a ser
tratado.
Evangelizemos nossos companheiros de trabalho, pelo exemplo na conduta
nobre, pelo perdão constante.
Evangelizemo-nos, guardando nossas mentes e nossos corações na bênção dos
ensinos sublimes.
Estamos na Terra mas alistamo-nos nas fileiras do Cristianismo para erguemos
bem alto a bandeira de luz do Mestre Divino: “Amai-vos uns aos outros como
vos tenho amado”.
Evangelizemos.
Os tempos são chegados, os corações aflitos pedem amparo, os desesperados
suplicam luz.
Há um grito que ressoa pelo infinito!
Pai, socorre-nos!
Filhos, somente através do Evangelho vivido à luz da Doutrina Espírita,
encontrará o homem a paz, a serenidade e o caminho do amor nobre.
Conclamamos os corações de boa vontade:
Evangelizem;
Evangelizemos.
Acendamos a luz dos ensinos divinos para que a Terra se torne um sol radioso
no infinito, conduzindo uma Família humana integrada nos princípios da vida
em hosanas ao seu Criador.
Filhos, peçamos ao Pai inspiração e prossigamos para o alto porquanto
somente Cristo com o Seu saber e o Seu coração de luz poderá iluminar nossos
caminhos.
quarta-feira, 27 de agosto de 2008
Nossos erros
próximo que lhe incomoda, foi vítima, com certeza, da falta de diretriz certa.
Todo erro grande, é produto de pequenos erros.
Pai que não educa seus filhos, será obrigado a suportar a má-criação de seus netos.
Toda falta oculta, quando deveria ser corrigida, é dor que dilacera a alma, em forma de remorso.
Sustenta o orgulho, e amanhã serás banido pela fúria do mesmo.
Quem não quer escutar a verdade, tem que chorar a vontade.
O exercício do bem comum, nos candidata a servidores do Senhor.
Toda migalha de amor dirigida aos seus semelhantes, é bênção de fé inabalável para seu espírito.
Suporta seu adversário, e aprenderás a ser humilde sem fracasso.
Acompanha a quem lhe pede, e aprenderás a dar sem distinção.
Tornar-se pacífico, para que, ouvindo a quem sofre, não se utilizes do julgamento.
Colocar-se na posição de quem lhe procura, e, além de auxiliar, serás capaz de amar.
Foge a curiosidade de problemas que não lhe dizem respeito. A carga de seu irmão, se não podes carregá-la, poderá ser um entrave na sua marcha, prejudicando-lhe a caminhada.
Desta forma, meu filho, aprende, que, quando não podemos servir, devemos auxiliar considerando nosso próximo. Não se dizes ignorante do que a própria consciência lhe dita, e, obedecendo-lhe o chamado, serve a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a você mesmo.
Assim fazendo, não terás do que se arrepender, e a caminhada será sempre para você, uma estrada longa de luz imorredoura, a assinalar-lhe o caminho certo para você e para os seus. Ama e serve, meu filho; só assim poderás dizer que amas a Deus!
Todo erro grande, é produto de pequenos erros.
Pai que não educa seus filhos, será obrigado a suportar a má-criação de seus netos.
Toda falta oculta, quando deveria ser corrigida, é dor que dilacera a alma, em forma de remorso.
Sustenta o orgulho, e amanhã serás banido pela fúria do mesmo.
Quem não quer escutar a verdade, tem que chorar a vontade.
O exercício do bem comum, nos candidata a servidores do Senhor.
Toda migalha de amor dirigida aos seus semelhantes, é bênção de fé inabalável para seu espírito.
Suporta seu adversário, e aprenderás a ser humilde sem fracasso.
Acompanha a quem lhe pede, e aprenderás a dar sem distinção.
Tornar-se pacífico, para que, ouvindo a quem sofre, não se utilizes do julgamento.
Colocar-se na posição de quem lhe procura, e, além de auxiliar, serás capaz de amar.
Foge a curiosidade de problemas que não lhe dizem respeito. A carga de seu irmão, se não podes carregá-la, poderá ser um entrave na sua marcha, prejudicando-lhe a caminhada.
Desta forma, meu filho, aprende, que, quando não podemos servir, devemos auxiliar considerando nosso próximo. Não se dizes ignorante do que a própria consciência lhe dita, e, obedecendo-lhe o chamado, serve a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a você mesmo.
Assim fazendo, não terás do que se arrepender, e a caminhada será sempre para você, uma estrada longa de luz imorredoura, a assinalar-lhe o caminho certo para você e para os seus. Ama e serve, meu filho; só assim poderás dizer que amas a Deus!
quinta-feira, 17 de julho de 2008
O AUXÍLIO DO ALTO
As taxas da faculdade estavam a sua espera. Se Bezerra não lhes satisfizesse o pagamento arriscava-se a perder o ano.
E não era só. O senhorio, sujeito atrevidaço e sem entranhas, ameaçava pô-lo na rua.
Desesperado - uma das poucas vezes em que Bezerra desesperou na vida - e como náo fosse incrédulo, ergueu os olhos ao alto e apelou para Deus.
Nessa ocasião bateram à porta. Era um moço de fisionomia simpática e atitudes polidas, que vinha tratar umas aulas de matemática.
Bezerra recusou, a princípio, confessando mesmo ser esta a matéria que ele mais detestava. O visitante relutou; por fim, lembrando-se de sua situação desesperadora, Bezerra resolveu aceitar.
O moço, sob pretexto de que podia esbanjar a mesada recebida do pai, pediu licença para efetuar o pagamento adiantadamente.
Após alguma relutância, convencido, acedeu. Combinado o dia e a hora para o início das aulas, o visitante despediu-se de Bezerra. Bezerra não cabia em si de contente. Nesse mesmo dia liquidou o aluguel e as taxas de exames na Faculdade.
Lembrou-se, porém, do compromisso e, como não possuísse livro algum sobre a matéria, correu à Biblioteca e, durante horas, devassou com sofreguidão os vários pontos para a próxima aula.
Essa, todavia, não se realizou; nem essa nem outra qualquer, pelo simples motivo de que o discípulo não mais apareceu.
Dias se passaram e... nem viv'alma...
Isso preocupou sobremaneira o jovem estudante que nunca deixou de se referir a tal fato como uma das primeiras manifestações do auxílio que o mundo invisível pode dispensar a qualquer espírito angustioso.
Em todo caso, concluía ele, jovialmente - foi essa a única vez em que estudei a fundo uma lição de matemática; o fato, assim mesmo, para alguma coisa me serviu...
E não era só. O senhorio, sujeito atrevidaço e sem entranhas, ameaçava pô-lo na rua.
Desesperado - uma das poucas vezes em que Bezerra desesperou na vida - e como náo fosse incrédulo, ergueu os olhos ao alto e apelou para Deus.
Nessa ocasião bateram à porta. Era um moço de fisionomia simpática e atitudes polidas, que vinha tratar umas aulas de matemática.
Bezerra recusou, a princípio, confessando mesmo ser esta a matéria que ele mais detestava. O visitante relutou; por fim, lembrando-se de sua situação desesperadora, Bezerra resolveu aceitar.
O moço, sob pretexto de que podia esbanjar a mesada recebida do pai, pediu licença para efetuar o pagamento adiantadamente.
Após alguma relutância, convencido, acedeu. Combinado o dia e a hora para o início das aulas, o visitante despediu-se de Bezerra. Bezerra não cabia em si de contente. Nesse mesmo dia liquidou o aluguel e as taxas de exames na Faculdade.
Lembrou-se, porém, do compromisso e, como não possuísse livro algum sobre a matéria, correu à Biblioteca e, durante horas, devassou com sofreguidão os vários pontos para a próxima aula.
Essa, todavia, não se realizou; nem essa nem outra qualquer, pelo simples motivo de que o discípulo não mais apareceu.
Dias se passaram e... nem viv'alma...
Isso preocupou sobremaneira o jovem estudante que nunca deixou de se referir a tal fato como uma das primeiras manifestações do auxílio que o mundo invisível pode dispensar a qualquer espírito angustioso.
Em todo caso, concluía ele, jovialmente - foi essa a única vez em que estudei a fundo uma lição de matemática; o fato, assim mesmo, para alguma coisa me serviu...
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Problemas do Mundo
O mundo está repleto de ouro.
Ouro no solo. Ouro no mar. Ouro nos cofres.
Mas o ouro não resolve o problema da miséria.
O mundo está repleto de espaço.
Espaço nos continentes. Espaço nas cidades. Espaço nos campos.
Mas o espaço não resolve o problema da cobiça.
O mundo está repleto de cultura.
Cultura no ensino. Cultura na técnica. Cultura na opinião.
Mas a cultura da inteligência não resolve o problema do egoísmo.
O mundo está repleto de teorias.
Teorias na ciência. Teorias nas escolas filosóficas.
Teorias nas religiões.
Mas as teorias não resolvem o problema do desespero.
O mundo está repleto de organizações.
Organizações administrativas. Organizações econômicas.
Organizações sociais.
Mas as organizações não resolvem o problema do crime.
Para extinguir a chaga da ignorância, que acalenta a miséria; para dissipar a sombra da cobiça, que gera a ilusão; para exterminar o monstro do egoísmo, que promove a guerra; para anular o verme do desespero, que promove a loucura, e para remover o charco do crime, que carreia o infortúnio, o único remédio eficiente é o Evangelho de Jesus no coração humano.
Ouro no solo. Ouro no mar. Ouro nos cofres.
Mas o ouro não resolve o problema da miséria.
O mundo está repleto de espaço.
Espaço nos continentes. Espaço nas cidades. Espaço nos campos.
Mas o espaço não resolve o problema da cobiça.
O mundo está repleto de cultura.
Cultura no ensino. Cultura na técnica. Cultura na opinião.
Mas a cultura da inteligência não resolve o problema do egoísmo.
O mundo está repleto de teorias.
Teorias na ciência. Teorias nas escolas filosóficas.
Teorias nas religiões.
Mas as teorias não resolvem o problema do desespero.
O mundo está repleto de organizações.
Organizações administrativas. Organizações econômicas.
Organizações sociais.
Mas as organizações não resolvem o problema do crime.
Para extinguir a chaga da ignorância, que acalenta a miséria; para dissipar a sombra da cobiça, que gera a ilusão; para exterminar o monstro do egoísmo, que promove a guerra; para anular o verme do desespero, que promove a loucura, e para remover o charco do crime, que carreia o infortúnio, o único remédio eficiente é o Evangelho de Jesus no coração humano.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
DINHEIRO
O dinheiro não é luz, mas sustenta a lâmpada.
*
Não é a paz, no entanto, é um companheiro para que se possa obtê-la.
*
Não é o calor, contudo, adquire agasalho.
*
Não é o poder da fé, mas alimenta a esperança.
*
Não é amor, entretanto, é capaz de erguer-se por valioso ingrediente na proteção afetiva.
*
Não é tijolo de construção, todavia, assegura as atividades que garantem o progresso.
*
Não é cultura, mas, apóia o livro.
*
Não é visão, contudo, ampara o encontro de instrumentos que ampliam a capacidade dos olhos.
*
Não é base da cura, no entanto, favorece a aquisição do remédio.
*
Em suma, o dinheiro associado à consciência tranqüila, alavanca do trabalho e fonte da beneficência, apoio da educação e alicerce da alegria, é uma bênção do Céu que de modo imediato, nem sempre faz felicidade, mas sempre faz falta.
*
Não é a paz, no entanto, é um companheiro para que se possa obtê-la.
*
Não é o calor, contudo, adquire agasalho.
*
Não é o poder da fé, mas alimenta a esperança.
*
Não é amor, entretanto, é capaz de erguer-se por valioso ingrediente na proteção afetiva.
*
Não é tijolo de construção, todavia, assegura as atividades que garantem o progresso.
*
Não é cultura, mas, apóia o livro.
*
Não é visão, contudo, ampara o encontro de instrumentos que ampliam a capacidade dos olhos.
*
Não é base da cura, no entanto, favorece a aquisição do remédio.
*
Em suma, o dinheiro associado à consciência tranqüila, alavanca do trabalho e fonte da beneficência, apoio da educação e alicerce da alegria, é uma bênção do Céu que de modo imediato, nem sempre faz felicidade, mas sempre faz falta.
quarta-feira, 11 de junho de 2008
PEDRAS DA VIDA
Há situações que constituem
nossa prova aflitiva e áspera,
mas redentora e santificante.
Perdoemos as pedras da vida
pelo ouro de experiência
e de luz que nos oferecem.
E, sobretudo,
armemo-nos de coragem
para o trabalho, porque é na dor
do presente que corrigimos
as lutas de ontem,
acendendo abençoada luz
para o nosso grande porvir.
nossa prova aflitiva e áspera,
mas redentora e santificante.
Perdoemos as pedras da vida
pelo ouro de experiência
e de luz que nos oferecem.
E, sobretudo,
armemo-nos de coragem
para o trabalho, porque é na dor
do presente que corrigimos
as lutas de ontem,
acendendo abençoada luz
para o nosso grande porvir.
sábado, 24 de maio de 2008
Prece da Mocidade Cristã
Senhor !
Ensina-me a servir ao próximo para que eu aprenda a servir-Te.
Não me abandones à vontade das experiências inferiores, nem me confies aos meus próprios desejos.
Venho hoje ao encontro do Teu Evangelho de Luz, mas trago no coração a sombra em que respirei até ontem.
Mestre, querer é poder, todavia, induz-me a querer o Bem para que o mal não me inutilize.
Fazei-me sentir que somente os meios retos conduzem aos fins corretos.
Dá-me a cultura da inteligência e do coração.
Não me deixe vaguear na razão da força para que a força da razão me auxilies a discernir.
Guia-me os propósitos para que a minha coragem não seja petulância e para que a minha humildade não seja abjeção.
Fortalece-me o pensamento no estudo e guarda minhas mãos no trabalho digno.
Mostra-me o amor que brilha no espírito, acima do nevoeiro da carne, a fim de que não me precipite na voragem da ilusão.
Inspira-me o respeito aos companheiros mais velhos que me dirigem os passos, para que a irreverência não me conduza ai escárnio de meu próprio caminho.
Inspira-me a compreensão, a diligência e a fraternidade!
Ampara-me na conquista do prêmio do dever bem cumprido.
Sustenta-me para que eu seja fiel ao Bem e ensina-me que, à claridade da Tua Bênção, depende apenas de mim que eu seja pior ou melhor, hoje e amanhã!
Auxilia, perdoa, trabalha, ama e serve, gastando sensatamente os recursos o que o Céu te situou no caminho e nas mãos, como quem sabe que a Contabilidade Divina a todos nos procura no grave instante do acerto justo.
Ensina-me a servir ao próximo para que eu aprenda a servir-Te.
Não me abandones à vontade das experiências inferiores, nem me confies aos meus próprios desejos.
Venho hoje ao encontro do Teu Evangelho de Luz, mas trago no coração a sombra em que respirei até ontem.
Mestre, querer é poder, todavia, induz-me a querer o Bem para que o mal não me inutilize.
Fazei-me sentir que somente os meios retos conduzem aos fins corretos.
Dá-me a cultura da inteligência e do coração.
Não me deixe vaguear na razão da força para que a força da razão me auxilies a discernir.
Guia-me os propósitos para que a minha coragem não seja petulância e para que a minha humildade não seja abjeção.
Fortalece-me o pensamento no estudo e guarda minhas mãos no trabalho digno.
Mostra-me o amor que brilha no espírito, acima do nevoeiro da carne, a fim de que não me precipite na voragem da ilusão.
Inspira-me o respeito aos companheiros mais velhos que me dirigem os passos, para que a irreverência não me conduza ai escárnio de meu próprio caminho.
Inspira-me a compreensão, a diligência e a fraternidade!
Ampara-me na conquista do prêmio do dever bem cumprido.
Sustenta-me para que eu seja fiel ao Bem e ensina-me que, à claridade da Tua Bênção, depende apenas de mim que eu seja pior ou melhor, hoje e amanhã!
Auxilia, perdoa, trabalha, ama e serve, gastando sensatamente os recursos o que o Céu te situou no caminho e nas mãos, como quem sabe que a Contabilidade Divina a todos nos procura no grave instante do acerto justo.
quarta-feira, 5 de março de 2008
CONCESSÃO
Divino Benfeitor!
A terra agradecida ao arado se reverdece, abrindo-se em flores e frutos;
a nuvem abençoa o solo com chuva fertilizante, agradecendo às nascentes donde proveio;
a ave, cantando, agradece o novo dia que surge;
o grão triturado, em louvor à mó que o despedaça, agradece à vida, transformado em pão;
a semente esmagada, agradece ao solo gentil, repetindo a matriz que se estiola...
A vida canta louvores nas mil vozes da Natureza, agradecendo a Nosso Pai todas as sublimes concessões do Seu amor...
Teus discípulos incipientes e temerosos que sabemos ser, tocados pelo amor que de Ti dimana, agradecemos, também, a honra imerecida de servir-Te na pessoa do nosso próximo do caminho redentor.
Conceda-nos o favor de prosseguirmos, incessantemente, contigo, porque se não Te tivermos, para onde ou para quem nos dirigiremos, pois somente em Ti encontramos o caminho, a verdade e a vida?!...
Esperança nossa, recebe nossa gratidão e apiada-Te de nós!...
A terra agradecida ao arado se reverdece, abrindo-se em flores e frutos;
a nuvem abençoa o solo com chuva fertilizante, agradecendo às nascentes donde proveio;
a ave, cantando, agradece o novo dia que surge;
o grão triturado, em louvor à mó que o despedaça, agradece à vida, transformado em pão;
a semente esmagada, agradece ao solo gentil, repetindo a matriz que se estiola...
A vida canta louvores nas mil vozes da Natureza, agradecendo a Nosso Pai todas as sublimes concessões do Seu amor...
Teus discípulos incipientes e temerosos que sabemos ser, tocados pelo amor que de Ti dimana, agradecemos, também, a honra imerecida de servir-Te na pessoa do nosso próximo do caminho redentor.
Conceda-nos o favor de prosseguirmos, incessantemente, contigo, porque se não Te tivermos, para onde ou para quem nos dirigiremos, pois somente em Ti encontramos o caminho, a verdade e a vida?!...
Esperança nossa, recebe nossa gratidão e apiada-Te de nós!...
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