Para alguns, os sonhos podem ter significados ocultos. Para outros, são pura fantasia. Há pessoas
que nem sonham. Para nós, espíritas, os sonhos podem ser vistos como uma prova da imortalidade
e independência da alma com relação ao corpo.
Segundo O Livro dos Espíritos, a partir da questão 400 até 418, o sonho é a lembrança que temos
das experiências que nosso espírito vive no mundo astral enquanto nosso corpo dorme. Durante o
sono, a alma se desprende e pode vagar por lugares aqui na terra ou no plano espiritual,
encontrando pessoas conhecidas ou não e vivenciando atividades agradáveis ou não, segundo sua
natureza. Uma pessoa acostumada aos vícios pode ter seu espírito atraído a bares ou boates
durante o sono, e aí ela vai encontrar espíritos afins e praticar o que gosta. Uma pessoa
acostumada a fazer o bem pode encontrar outros bons espíritos e freqüentar hospitais, asilos,
visitar espíritos que sofrem no astral e levar sua ajuda. Ou mesmo ir a lugares belos e estudar.
Durante esse desprendimento também podemos encontrar entes queridos que se foram e conversar,
saber do seu estado ou receber conselhos.
Ao despertarmos, nem sempre nos lembramos completamente do que fizemos no plano espiritual.
Às vezes, não nos lembramos de nada, e dizemos então que não sonhamos. Outras, lembramos
apenas vagamente do que aconteceu, guardando alguma impressão boa ou ruim da experiência.
Apenas em algumas ocasiões podemos nos lembrar dos sonhos com clareza e narrarmos seus
detalhes, dos quais guardamos profunda impressão. É o que acontece, por exemplo, quando
sonhamos com um parente falecido que nos diz do seu estado no além ou quando alguém, mesmo
desconhecido, nos dá conselhos úteis.
Há também os sonhos provenientes do nosso subconsciente. Neste caso não são experiências
reais as vividas pelo nosso espírito, mas apenas lembranças das nossas ocupações ou problemas
diários. Esses sonhos normalmente são mais confusos, funcionando como uma válvula de escape
para nossas emoções.
O motivo de nem sempre nos lembrarmos dos sonhos é a força da impressão que ele nos causa.
Se nós simplesmente nos envolvemos com as mesmas atividades que estamos acostumados
durante o dia, nenhuma impressão forte guardamos ao acordar. Mas se vivenciamos algo diferente
ou importante, ficaremos impressionados e nos lembraremos.
Infelizmente, essa impressão forte nem sempre é boa. É o que acontece no caso dos pesadelos.
Os maus sonhos têm como causa algum desequilíbrio oculto ou não em que vivemos. Quando
estamos excessivamente preocupados com ganhar dinheiro, podemos sonhar com problemas no
trabalho, desemprego, assaltos e coisas parecidas. Se o excesso de zelo for com a nossa aparência,
podemos sonhar com acidentes, morte ou doença. Se nos agarramos demais com as pessoas de
quem gostamos, às vezes sonhamos com a sua perda ou com desentendimentos.
Todo comportamento que se afasta do equilíbrio, revelando orgulho, egoísmo, vaidade, ciúme,
avareza e qualquer defeito da alma acaba tendo como conseqüência os pesadelos. Eles servem
como alerta de que precisamos nos corrigir para ter paz na consciência.
Há ainda um aspecto mais perigoso, porém interessante: da mesma forma que os bons espíritos
aproveitam nosso desprendimento para dar bons conselhos ou conversar, os maus também podem
se aproximar para nos perturbar. Eles aproveitam o desequilíbrio moral que citamos acima e nos
provocam os pesadelos, que normalmente são aqueles que nos deixam impressionados por mais
tempo. Em alguns casos mais graves, em que os pesadelos se repetem ou são freqüentes,
acabamos por ter nosso comportamento diário alterado por causa dos sentimentos ruins
despertados por esses sonhos, como o medo, tornando-nos agressivos e arredios. Nossa saúde
também fica prejudicada pela falta de descanso noturno.
É aí que o Espiritismo pode novamente nos ajudar. Além de nos esclarecer sobre o que pode estar
acontecendo conosco, podemos encontrar socorro no centro espírita. Lá receberemos as lições
que nos farão reorientar nossas vidas, através das palestras ou de orientações particulares
(conversando com os dirigentes da casa). Podemos achar em nós mesmos os defeitos que nos
prejudicam e trabalhar para corrigi-los. É no centro espírita também que pode ser percebida a
participação de um mau espírito provocando nossos pesadelos. Uma equipe mediúnica poderá
afastá-lo até que reencontremos o equilíbrio. Ao mesmo tempo, os passes ajudarão a recompor a
saúde física.
Se você ou alguém com quem convive está sofrendo com esse problema, procure o centro espírita.
Ele poderá ajudá-los.
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terça-feira, 14 de abril de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
O QUE SÃO OS SONHOS?
Para alguns, os sonhos podem ter significados ocultos. Para outros, são pura fantasia. Há pessoas que
nem sonham. Para nós, espíritas, os sonhos podem ser vistos como uma prova da imortalidade e
independência da alma com relação ao corpo.
Segundo O Livro dos Espíritos, a partir da questão 400 até 418, o sonho é a lembrança que temos das
experiências que nosso espírito vive no mundo astral enquanto nosso corpo dorme. Durante o sono, a
alma se desprende e pode vagar por lugares aqui na terra ou no plano espiritual, encontrando pessoas
conhecidas ou não e vivenciando atividades agradáveis ou não, segundo sua natureza. Uma pessoa
acostumada aos vícios pode ter seu espírito atraído a bares ou boates durante o sono, e aí ela vai
encontrar espíritos afins e praticar o que gosta. Uma pessoa acostumada a fazer o bem pode encontrar
outros bons espíritos e freqüentar hospitais, asilos, visitar espíritos que sofrem no astral e levar sua
ajuda. Ou mesmo ir a lugares belos e estudar. Durante esse desprendimento também podemos
encontrar entes queridos que se foram e conversar, saber do seu estado ou receber conselhos.
Ao despertarmos, nem sempre nos lembramos completamente do que fizemos no plano espiritual. Às
vezes, não nos lembramos de nada, e dizemos então que não sonhamos. Outras, lembramos apenas
vagamente do que aconteceu, guardando alguma impressão boa ou ruim da experiência. Apenas em
algumas ocasiões podemos nos lembrar dos sonhos com clareza e narrarmos seus detalhes, dos quais
guardamos profunda impressão. É o que acontece, por exemplo, quando sonhamos com um parente
falecido que nos diz do seu estado no além ou quando alguém, mesmo desconhecido, nos dá conselhos
úteis.
Há também os sonhos provenientes do nosso subconsciente. Neste caso não são experiências reais as
vividas pelo nosso espírito, mas apenas lembranças das nossas ocupações ou problemas diários.
Esses sonhos normalmente são mais confusos, funcionando como uma válvula de escape para nossas
emoções.
O motivo de nem sempre nos lembrarmos dos sonhos é a força da impressão que ele nos causa. Se
nós simplesmente nos envolvemos com as mesmas atividades que estamos acostumados durante o dia,
nenhuma impressão forte guardamos ao acordar. Mas se vivenciamos algo diferente ou importante,
ficaremos impressionados e nos lembraremos.
Infelizmente, essa impressão forte nem sempre é boa. É o que acontece no caso dos pesadelos. Os
maus sonhos têm como causa algum desequilíbrio oculto ou não em que vivemos. Quando estamos
excessivamente preocupados com ganhar dinheiro, podemos sonhar com problemas no trabalho,
desemprego, assaltos e coisas parecidas. Se o excesso de zelo for com a nossa aparência, podemos
sonhar com acidentes, morte ou doença. Se nos agarramos demais com as pessoas de quem
gostamos, às vezes sonhamos com a sua perda ou com desentendimentos.
Todo comportamento que se afasta do equilíbrio, revelando orgulho, egoísmo, vaidade, ciúme, avareza
e qualquer defeito da alma acaba tendo como conseqüência os pesadelos.. Eles servem como alerta de
que precisamos nos corrigir para ter paz na consciência.
Há ainda um aspecto mais perigoso, porém interessante: da mesma forma que os bons espíritos
aproveitam nosso desprendimento para dar bons conselhos ou conversar, os maus também podem se
aproximar para nos perturbar. Eles aproveitam o desequilíbrio moral que citamos acima e nos provocam
os pesadelos, que normalmente são aqueles que nos deixam impressionados por mais tempo. Em
alguns casos mais graves, em que os pesadelos se repetem ou são freqüentes, acabamos por ter
nosso comportamento diário alterado por causa dos sentimentos ruins despertados por esses sonhos,
como o medo, tornando-nos agressivos e arredios. Nossa saúde também fica prejudicada pela falta de
descanso noturno.
É aí que o Espiritismo pode novamente nos ajudar. Além de nos esclarecer sobre o que pode estar
acontecendo conosco, podemos encontrar socorro no centro espírita. Lá receberemos as lições que
nos farão reorientar nossas vidas, através das palestras ou de orientações particulares (conversando
com os dirigentes da casa). Podemos achar em nós mesmos os defeitos que nos prejudicam e
trabalhar para corrigi-los. É no centro espírita também que pode ser percebida a participação de um
mau espírito provocando nossos pesadelos. Uma equipe mediúnica poderá afastá-lo até que
reencontremos o equilíbrio. Ao mesmo tempo, os passes ajudarão a recompor a saúde física.
Se você ou alguém com quem convive está sofrendo com esse problema, procure o centro espírita. Ele
poderá ajudá-los.
nem sonham. Para nós, espíritas, os sonhos podem ser vistos como uma prova da imortalidade e
independência da alma com relação ao corpo.
Segundo O Livro dos Espíritos, a partir da questão 400 até 418, o sonho é a lembrança que temos das
experiências que nosso espírito vive no mundo astral enquanto nosso corpo dorme. Durante o sono, a
alma se desprende e pode vagar por lugares aqui na terra ou no plano espiritual, encontrando pessoas
conhecidas ou não e vivenciando atividades agradáveis ou não, segundo sua natureza. Uma pessoa
acostumada aos vícios pode ter seu espírito atraído a bares ou boates durante o sono, e aí ela vai
encontrar espíritos afins e praticar o que gosta. Uma pessoa acostumada a fazer o bem pode encontrar
outros bons espíritos e freqüentar hospitais, asilos, visitar espíritos que sofrem no astral e levar sua
ajuda. Ou mesmo ir a lugares belos e estudar. Durante esse desprendimento também podemos
encontrar entes queridos que se foram e conversar, saber do seu estado ou receber conselhos.
Ao despertarmos, nem sempre nos lembramos completamente do que fizemos no plano espiritual. Às
vezes, não nos lembramos de nada, e dizemos então que não sonhamos. Outras, lembramos apenas
vagamente do que aconteceu, guardando alguma impressão boa ou ruim da experiência. Apenas em
algumas ocasiões podemos nos lembrar dos sonhos com clareza e narrarmos seus detalhes, dos quais
guardamos profunda impressão. É o que acontece, por exemplo, quando sonhamos com um parente
falecido que nos diz do seu estado no além ou quando alguém, mesmo desconhecido, nos dá conselhos
úteis.
Há também os sonhos provenientes do nosso subconsciente. Neste caso não são experiências reais as
vividas pelo nosso espírito, mas apenas lembranças das nossas ocupações ou problemas diários.
Esses sonhos normalmente são mais confusos, funcionando como uma válvula de escape para nossas
emoções.
O motivo de nem sempre nos lembrarmos dos sonhos é a força da impressão que ele nos causa. Se
nós simplesmente nos envolvemos com as mesmas atividades que estamos acostumados durante o dia,
nenhuma impressão forte guardamos ao acordar. Mas se vivenciamos algo diferente ou importante,
ficaremos impressionados e nos lembraremos.
Infelizmente, essa impressão forte nem sempre é boa. É o que acontece no caso dos pesadelos. Os
maus sonhos têm como causa algum desequilíbrio oculto ou não em que vivemos. Quando estamos
excessivamente preocupados com ganhar dinheiro, podemos sonhar com problemas no trabalho,
desemprego, assaltos e coisas parecidas. Se o excesso de zelo for com a nossa aparência, podemos
sonhar com acidentes, morte ou doença. Se nos agarramos demais com as pessoas de quem
gostamos, às vezes sonhamos com a sua perda ou com desentendimentos.
Todo comportamento que se afasta do equilíbrio, revelando orgulho, egoísmo, vaidade, ciúme, avareza
e qualquer defeito da alma acaba tendo como conseqüência os pesadelos.. Eles servem como alerta de
que precisamos nos corrigir para ter paz na consciência.
Há ainda um aspecto mais perigoso, porém interessante: da mesma forma que os bons espíritos
aproveitam nosso desprendimento para dar bons conselhos ou conversar, os maus também podem se
aproximar para nos perturbar. Eles aproveitam o desequilíbrio moral que citamos acima e nos provocam
os pesadelos, que normalmente são aqueles que nos deixam impressionados por mais tempo. Em
alguns casos mais graves, em que os pesadelos se repetem ou são freqüentes, acabamos por ter
nosso comportamento diário alterado por causa dos sentimentos ruins despertados por esses sonhos,
como o medo, tornando-nos agressivos e arredios. Nossa saúde também fica prejudicada pela falta de
descanso noturno.
É aí que o Espiritismo pode novamente nos ajudar. Além de nos esclarecer sobre o que pode estar
acontecendo conosco, podemos encontrar socorro no centro espírita. Lá receberemos as lições que
nos farão reorientar nossas vidas, através das palestras ou de orientações particulares (conversando
com os dirigentes da casa). Podemos achar em nós mesmos os defeitos que nos prejudicam e
trabalhar para corrigi-los. É no centro espírita também que pode ser percebida a participação de um
mau espírito provocando nossos pesadelos. Uma equipe mediúnica poderá afastá-lo até que
reencontremos o equilíbrio. Ao mesmo tempo, os passes ajudarão a recompor a saúde física.
Se você ou alguém com quem convive está sofrendo com esse problema, procure o centro espírita. Ele
poderá ajudá-los.
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