Foi nesse dia quando o sol nasceu mais cedo
que teu corpo cansado pediu descanso à vida,
sopro voando como fumo em gestos entendidos
ficados nas pérolas desprendidas dos meus olhos.
Espera-me na mansão dos Deuses e das estrelas
em forma de Deusa, na distância e no espaço
feita em regaço de pétalas, doçura de um sorriso...
a vida foi haste que nos uniu, e em ultraje nos separou.
Espera-me! Venero a tua puridade como lírio do campo
em canteiro adornado de silêncios, e enfeitado de Saudade
choros das palavras onde gritam memórias nos recantos...
Te quero como a saudade que cala o sonho na noite que
pulsa e geme rondando as portas dos meus sentidos...
impávida morte, que rasgou a beldade do amor mais puro!
Mostrar mensagens com a etiqueta Ferdinando. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ferdinando. Mostrar todas as mensagens
domingo, 2 de dezembro de 2007
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
FRAUDE
A meus olhos, tudo se agita emudecido.
Antro mágico que gira incompreendido
em despido sol amarelecido, e lastimoso
como a barreira densa da apatia perversa.
A massa humana atropela-se no embrolho da
bodega imunda, com capanga de iludente paraíso!
Gritos sem glória como a mudez feita de pedra
em mentira sem aura de um porvir existente.
Fraude em ditos, sopros como a aurora triste
que apagam ilusórias luzes, emudecidas de sol
que há milénios de anos, são a linguagem e
o alvo deste palco pintado de incompreensão.
Olho a pobreza de cada alma, a quem a vida
sem pudor arremessa ao monturo pútrido,
num futuro evasivo sem luar de esperanças...
O amor sem sopro de fidelidade, caminha
numa antologia de ilusões tresloucadas...
a fopa da fogueira ilusória se esvairá no nada
em haste despida da verdade...
Antro mágico que gira incompreendido
em despido sol amarelecido, e lastimoso
como a barreira densa da apatia perversa.
A massa humana atropela-se no embrolho da
bodega imunda, com capanga de iludente paraíso!
Gritos sem glória como a mudez feita de pedra
em mentira sem aura de um porvir existente.
Fraude em ditos, sopros como a aurora triste
que apagam ilusórias luzes, emudecidas de sol
que há milénios de anos, são a linguagem e
o alvo deste palco pintado de incompreensão.
Olho a pobreza de cada alma, a quem a vida
sem pudor arremessa ao monturo pútrido,
num futuro evasivo sem luar de esperanças...
O amor sem sopro de fidelidade, caminha
numa antologia de ilusões tresloucadas...
a fopa da fogueira ilusória se esvairá no nada
em haste despida da verdade...
domingo, 18 de novembro de 2007
SEGREDOS DO MAR
Meu olhar lúbrico caiu sobre o teu corpo
lentamente, e na posse desse instante
imaginário...desnudei-te lentamente
fazendo-te minha, ante o caminhar da brisa...
Teu corpo era o mar, que eu naveguei
imaginando os teus braços serem remos
sobre o azul afável da tua pele sedosa ...
Nós os dois enchia-mos a praia!... Em silêncio
o mar beijava os teus sedosos cabelos
em espumas leves, num tocar terno e macio
como beijos silentes, em inflamado desejo.
Sobre a rocha ante a imensidão dos longes
ali sonhamos, até que a cortina da noite calma,
trouxe o cintilar das estrelas que nos fitavam
escrevendo nas ondas, nossas rasgadas juras!!
lentamente, e na posse desse instante
imaginário...desnudei-te lentamente
fazendo-te minha, ante o caminhar da brisa...
Teu corpo era o mar, que eu naveguei
imaginando os teus braços serem remos
sobre o azul afável da tua pele sedosa ...
Nós os dois enchia-mos a praia!... Em silêncio
o mar beijava os teus sedosos cabelos
em espumas leves, num tocar terno e macio
como beijos silentes, em inflamado desejo.
Sobre a rocha ante a imensidão dos longes
ali sonhamos, até que a cortina da noite calma,
trouxe o cintilar das estrelas que nos fitavam
escrevendo nas ondas, nossas rasgadas juras!!
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
O NOSSO FUTURO!...
Quero trazer do novo o sol em tua vida,
para a continuidade deste novo amor...
sem a languidez das horas tristes,
numa aurora ridente a prometer-te vida...
Beijarei o teu rosto em sacio!
Te darei o sol que ficou na distância e no espaço,
alhear-te-ei ao passado perdido no tempo,
onde habitam as tuas horas mais azedas
num olhar já de lume arrefecido!
Chegarei de coração ridente, como as manhãs
que nascem para nova vida.
Quero ser o etéreo no teu coração cinzento,
parante o ressequido olhar de indiferença!...
Fazer brotar em ti o amor apetecido,
dessa fogueira ainda a crepitar desejos
abriremos a janela da vida par em par...
E nesta fúria de uma força que me agita,
serei o alento para o teu passado sombrio
o teu amado...não carrasco de sentimentos...
dessas horas que ficaram atrás nos mitos
nascerá o raiar da nossa felicidade
para a continuidade deste novo amor...
sem a languidez das horas tristes,
numa aurora ridente a prometer-te vida...
Beijarei o teu rosto em sacio!
Te darei o sol que ficou na distância e no espaço,
alhear-te-ei ao passado perdido no tempo,
onde habitam as tuas horas mais azedas
num olhar já de lume arrefecido!
Chegarei de coração ridente, como as manhãs
que nascem para nova vida.
Quero ser o etéreo no teu coração cinzento,
parante o ressequido olhar de indiferença!...
Fazer brotar em ti o amor apetecido,
dessa fogueira ainda a crepitar desejos
abriremos a janela da vida par em par...
E nesta fúria de uma força que me agita,
serei o alento para o teu passado sombrio
o teu amado...não carrasco de sentimentos...
dessas horas que ficaram atrás nos mitos
nascerá o raiar da nossa felicidade
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Trova do Dia
Quem me dera ser a lua
Num vaivém sempre a rodar,
Iluminar tua rua...
E no teu quarto espreitar.
Num vaivém sempre a rodar,
Iluminar tua rua...
E no teu quarto espreitar.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
