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segunda-feira, 25 de maio de 2009

TUAS DORES

Não vejas a dor como castigo divino, mas sim, como lição a ser aprendida.
Deus não castiga a ninguém, perdoa incondicionalmente a tudo e a todos.
As leis Divinas não são de reprimenda e mortificação, mas sim, amorosas e instrutivas.
Tuas dores, porém, são criações de tuas atitudes e pensamentos negativos.
Renova tuas idéias, pensando no bem maior e terás tuas dores amenizadas cada vez mais.
Tu mesmo é que Te punes; teus atos deseducativos frente à vida é que te constrangem.
Reeduca-te com a visão dos ensinamentos universais e entrarás no fluxo da paz e bonança.

Paz a Todos.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

TUAS DORES

Não vejas a dor como castigo divino, mas sim, como lição a ser aprendida.
Deus não castiga a ninguém, perdoa incondicionalmente a tudo e a todos.
As leis Divinas não são de reprimenda e mortificação, mas sim, amorosas e instrutivas.
Tuas dores, porém, são criações de tuas atitudes e pensamentos negativos.
Renova tuas idéias, pensando no bem maior e terás tuas dores amenizadas cada vez mais.
Tu mesmo é que Te punes; teus atos deseducativos frente à vida é que te constrangem.
Reeduca-te com a visão dos ensinamentos universais e entrarás no fluxo da paz e bonança.

Paz a Todos.

terça-feira, 7 de abril de 2009

AUSÊNCIA DE LIMITES

Limites são pré-requisitos para demarcar nossas fronteiras energéticas. Quando

abrimos mão de tudo, impensadamente, não identificamos onde nós terminamos e

onde o outro começa. Não somente fica fragilizado nosso território magnético, mas

também o corpo físico e o astral, o campo emocional e o mental, além de nossos

bens e direitos.



A "ausência de limites" na mediunidade cria fendas, onde penetram miasmas e

outras contaminações negativas. Seremos presas fáceis de influências danosas, até

que restauremos e fortifiquemos esses pontos frágeis que danificam nossas

defesas/fronteiras invisíveis.



Indivíduos descontrolados não possuem limites. Não respeitam as possibilidades,

tampouco a individualidade dos outros. Invadem, de forma constante, nossa

privacidade e transgridem nossos territórios emocionais, acreditando estar no direito

de fazer isso.



Desenvolver limites saudáveis nos dá uma percepção exata de até onde nos

permitimos ir, em relação com os outros e com nós mesmos. Precisamos aprender a

"dizer sim" ou a "dizer não", quando necessário.



Não devemos permitir que os outros nos controlem, ou mesmo, nos desrespeitem.

Não podemos ser responsáveis pelos desatinos dos adultos infantilizados e inseguros.



Em geral, as pessoas estão acostumadas a que os médiuns tomem conta de seus

problemas, de suas sensações íntimas, e se dediquem a controlar e tentar mudar

seus comportamentos inadequados. Estão habituadas a que os medianeiros se

sacrifiquem por seus caprichos e incoerências. Exigem que resolvam milagrosamente

suas dificuldades, sem perceberem que elas existem exatamente porque tais

pessoas não tomaram as decisões ou atitudes imprescindíveis à solução de sua

problemática existencial.



"... agora que começam, para ele, as verdadeiras dificuldades, e tem, mais do que

antes, necessidade de conselhos da prudência e da experiência, se não quiser cair

nas mil armadilhas que lhe vão ser armadas".



As "verdadeiras dificuldades", os conselhos da prudência e da experiência" e as

"mil armadilhas" aqui referenciadas estão diretamente relacionadas com a perda de

controle ou com a "ausência de limites". Quando queremos que os outros pensem e

ajam pelos nossos padrões existenciais, desrespeitamos seus limites emocionais,

mentais e espirituais, atraindo fatalmente pessoas que agirão da mesma forma para

conosco. Somente se dá aquilo que se possui. Como, pois, exigir limites de alguém,

se ainda não soubemos estabelecer nossos próprios limites?



Enquanto os indivíduos abrirem mão de seu poder pessoal, dado por Deus, de sentir,

pensar, agir e de conduzir-se no agora com o melhor de si, e permitirem que os

outros determinem quando devem ficar alegres ou tristes, o que devem dizer ou

fazer, ou como lidar com determinada situação, serão como folhas perdidas no solo

durante uma tempestade: conduzidas aleatoriamente para onde o vento levar...

quinta-feira, 10 de julho de 2008

CONTIGO MESMO

"... O dever começa precisamente no ponto em que ameaçais a felicidade ou a

tranqüilidade do vosso próximo;

termina no limite que não gostaríeis de ver ultrapassado em relação a vós

mesmos..." (Cap. XVII, item 7.)



Como decifrar o dever? De que maneira observar o dever íntimo impresso na

consciência, diante de tantos deveres sociais, profissionais e afetivos que muitas vezes

nos impõem caminhos divergentes?

Efetivamente, nasceste e cresceste apenas para seres único no mundo. Em lugar algum

existe alguém igual a tua maneira de ser; portanto, não podes perder de vista

essa verdade, para encontrares o dever que te compete diante da vida.

Teu primordial compromisso é contigo mesmo, e tua tarefa mais importante na Terra,

para a qual és o único preparado, é desenvolver tua individualidade no transcorrer

de tua longa jornada evolutiva.

A preocupação com os deveres alheios provoca teu distanciamento das próprias

responsabilidades, pois não concretizas teus ideais nem deixas que os outros cumpram

com suas funções. Não nos referimos aqui à ajuda real, que é sempre importante,

mas à intromissão nas competências do próximo, impedindo-o de adquirir autonomia e

vida própria.

Assumir deveres dos outros é sabotar os relacionamentos que poderiam ser prósperos e

duradouros. Por não compreenderes bem teu interior, é que te comparas aos outros,

esquecendo-te de que nenhum de nós está predestinado a receber, ao mesmo

tempo, os mesmos ensinamentos e a fazer as mesmas coisas, pois existem inúmeras

formas de viver e de evoluir. Lembra-te de que deves importar-te somente com a tua

maneira de ser.

Não podemos nos esquecer de que aquele que se compara com os outros acaba se

sentindo elevado ou rebaixado. Nunca se dá o devido valor e nunca se conhece

verdadeiramente.

Teus empenhos íntimos deverão ser voltados apenas para tua pessoa, e nunca

deverás tentar acomodar pontos de vista diversos, porque, além de te perderes, não

ajustarás os limites onde começa a ameaça à tua felicidade, ou à felicidade do teu

próximo.

Muitos acreditam que seus deveres são corrigir e reprimir as atitudes alheias.

Vivem em constantes flutuações existenciais por não saberem esperar o fluxo da vida

agir naturalmente. Asseveram sempre que suas obrigações são em "nome da

salvação" e, dessa forma, controlam as coisas ou as forçam acontecer, quando e como

querem.

Dizem: -"Fazemos isso porque só estamos tentando ajudar". Forçam eventos, escrevem

roteiros, fazem o que for necessário para garantir que os atores e as cenas tenham

o desempenho e o desenlace que determinaram e acreditam, insistentemente, que seu

dever é salvar almas, não percebendo que só podem salvar a si próprios.

Nosso dever é redescobrir o que é verdadeiro para nós e não esconder nossos

sentimentos de qualquer pessoa ou de nós mesmos, mas sim ter liberdade e segurança

em nossas relações pessoais, para decidirmos seguir na direção que escolhemos. Não

"devemos" ser o que nossos pais ou a sociedade querem nos impor ou definir como

melhor. Precisamos compreender que nossos objetivos e finalidades de vida têm valor

unicamente para nós; os dos outros, particularmente para eles.

Obrigação pode ser conceituada como sendo o que deveríamos fazer para agradar as

pessoas, ou para nos enquadrar no que elas esperam de nós; já o dever é um processo

de auscultar a nós mesmos, descortinando nossa estrada interior, para, logo após,

materializá-la num processo lento e constante.

Ao decifrarmos nosso real dever, uma sensação de auto-realização toma conta de nossa

atmosfera espiritual, e passamos a apreciar os verdadeiros e fundamentais valores da

vida, associados a um prazer inexplicável.

Lembremo-nos da afirmação do espírito Lázaro em "O Evangelho Segundo o

Espiritismo": "O dever é a obrigação moral, diante de si mesmo primeiro, e dos outros em

seguida.(cap. XVII, item 7)