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sábado, 20 de junho de 2009

GUARDADOS

Curioso, no mundo, é que quase todas as pessoas costumam manter seus guardados.
São trastes emperrados, que o apego não permite deles se desfaça.
São vestes e utensílios que lembram essa ou aquela ocasião, detendo valores afetivos, conforme se diz nos caminhos terrestres.
Quinquilharias apresentam-se atulhando gavetas várias, assemelhando-se a museus pessoais, detidos nos lares ou em instituições específicas.
Vislumbram-se jóias caras, que não são usadas, em virtude do medo, nem têm outra finalidade senão agrilhoar as almas, já de per si tão presas ao amontoado de coisas verdadeiramente sem legítimos valores.
São nossos guardados, afiançamos.
Quem nos dera fosse mais fácil guardar virtudes e glórias das conquistas espirituais, em aplicação constante, que, sob nenhuma hipóteses, estariam paralisadas!
Quem nos dera fossem nossos guardados utilizados a benefício dos carentes, dos sofredores, adquirindo expressão nobre!
Comentamos, vastas vezes, acerca dos ensinamentos de nosso Jesus, com relação a não fazermos tesouros perecíveis, aqueles que não ficarão em nosso poder ou que são corroídos, consumidos, furtados; entretanto, continuamos a manter guardados inúteis, ao mesmo tempo que alegamos não dispor de recursos de servir a quem suplica amparo.
Ponha-se a criatura a armazenar alegria, para distribuí-las com os tristes; coloque-se o homem a amealhar sorrisos, espalhando bondade pelos caminhos; ajuste-se cada um ao labor de guardar ternura, ofertando-a aos irmãos ao redor, nessa quadra tão crua do sentimento humano, e, sem dúvida, os seus serão os melhores guardados, nas reservas felizes em sua vida, pelo possibilidade de dirigi-los a outros, promovendo júbilos e alevantando vidas.
Guardados que estamos no Amor Divino, guardemos na fé e no trabalho de cada hora o melhor dos nossos empenhos, de modo que, em nome do amor ao próximo, nos libertemos e nos iluminemos, fazendo amigos com os recursos que temos no mundo, como prelecionou Jesus.

segunda-feira, 30 de março de 2009

VALE A PENA

Você cogita das dificuldades que lhe amargam os caminhos quando, em meio às lutas, prepara-se para a superação das circunstâncias ásperas que se apresentam.

Vale a pena, porém, considerando as possibilidades de pelejar que lhe são concedidas, e que determinam a sua vitória, caso você não desanime, nem descoroçoe, manter-se à frente dos compromissos que lhe dizem respeito.

Você alega cansaço, macerado por mil e um necessidades que demarcam sua rota, como pontiagudas lanças que lhe fisgassem o corpo e a alma, enquanto você se apega às virtudes da prece, entregando-se aos poderes celestes.

Vale a pena, entretanto, como amigo do Cristo, Nele apoiado, demonstrar a grandeza que há em suportar as adversidades, guardando-se na oração como quem vai protegido por broqueis luminosos, em pleno campo de batalhas, firmado na certeza da vitória.

Você lastima os familiares que, contrariamente aos seus anelos, jungem-se a veredas de dissipação ou de indiferença, desdenhando o substrato da fé que você vem esposando, desenvolvendo-se nos empenhos pela própria redenção.

Vale a pena o travo da amargura, agüentado com nobreza, desde que você não se esteja omitindo, nem ignorando que acima dos nossos anseios familiares não entendidos, por isto desatendidos, muitas vezes, paira o Plano Divino a abranger todas as criaturas, no devido momento.

Você chora o filho mergulhado na embriaguês etílica ou no vale desesperador da toxicomania, plenamente deslocado da estrada de equilíbrio que você lhe há apontado, à custa dos sacrifícios e exemplificações com que conduz a nau doméstica.

Contudo, vale a pena o seu denodo, uma vez que ignora você de que pântanos de tormenta transatos provém a alma sob sua atenção, na atualidade, representando a sua dedicação, valiosa contribuição para com o afeto, depondo, então, suas frustrações nas mãos do Senhor.

O Espiritismo tem-lhe aberto a visão do mundo renovado pelo qual aspira seu coração.

Aguarde-o, pois, em serviço, sem desfalecimento, oferecendo o melhor do que disponha, para que, sob as bênçãos de Deus, o amanhã se faça formidável canteiro de venturas, alicerçado nas pelejas que travou e nas lágrimas vertidas por seus olhos, e que foram importantes para o erguimento do templo do amor e da renúncia, sobre o mundo, tendo valido a pena você haver-se tornado um servo dos próprios deveres, para converter-se em cooperador dedicado de Jesus Cristo, sopesando lutas e afrontas, semeando o imbatível bem, para a glorificação dos Céus em seus esforços remissores.

domingo, 29 de março de 2009

VALE A PENA

Você cogita das dificuldades que lhe amargam os caminhos quando, em meio às lutas, prepara-se para a superação das circunstâncias ásperas que se apresentam.

Vale a pena, porém, considerando as possibilidades de pelejar que lhe são concedidas, e que determinam a sua vitória, caso você não desanime, nem descoroçoe, manter-se à frente dos compromissos que lhe dizem respeito.

Você alega cansaço, macerado por mil e um necessidades que demarcam sua rota, como pontiagudas lanças que lhe fisgassem o corpo e a alma, enquanto você se apega às virtudes da prece, entregando-se aos poderes celestes.

Vale a pena, entretanto, como amigo do Cristo, Nele apoiado, demonstrar a grandeza que há em suportar as adversidades, guardando-se na oração como quem vai protegido por broqueis luminosos, em pleno campo de batalhas, firmado na certeza da vitória.

Você lastima os familiares que, contrariamente aos seus anelos, jungem-se a veredas de dissipação ou de indiferença, desdenhando o substrato da fé que você vem esposando, desenvolvendo-se nos empenhos pela própria redenção.

Vale a pena o travo da amargura, agüentado com nobreza, desde que você não se esteja omitindo, nem ignorando que acima dos nossos anseios familiares não entendidos, por isto desatendidos, muitas vezes, paira o Plano Divino a abranger todas as criaturas, no devido momento.

Você chora o filho mergulhado na embriaguês etílica ou no vale desesperador da toxicomania, plenamente deslocado da estrada de equilíbrio que você lhe há apontado, à custa dos sacrifícios e exemplificações com que conduz a nau doméstica.

Contudo, vale a pena o seu denodo, uma vez que ignora você de que pântanos de tormenta transatos provém a alma sob sua atenção, na atualidade, representando a sua dedicação, valiosa contribuição para com o afeto, depondo, então, suas frustrações nas mãos do Senhor.

O Espiritismo tem-lhe aberto a visão do mundo renovado pelo qual aspira seu coração.

Aguarde-o, pois, em serviço, sem desfalecimento, oferecendo o melhor do que disponha, para que, sob as bênçãos de Deus, o amanhã se faça formidável canteiro de venturas, alicerçado nas pelejas que travou e nas lágrimas vertidas por seus olhos, e que foram importantes para o erguimento do templo do amor e da renúncia, sobre o mundo, tendo valido a pena você haver-se tornado um servo dos próprios deveres, para converter-se em cooperador dedicado de Jesus Cristo, sopesando lutas e afrontas, semeando o imbatível bem, para a glorificação dos Céus em seus esforços remissores.