Neste momento enquanto as pessoas dormem,
cuja noite cobre todo este céu,
Ave, Maria cubra-nos com teu manto,
com este teu sagrado véu!
Cubra àqueles que estão pelo chão,
perdidos nas ruas de todo canto...
Também a dor daquele que ainda chora,
nesta noite o seu desencanto...
Ave, Maria...
Também àqueles que estão perdidos,
os tantos banidos por nossos olhos, rogai!
Ao irmão que abandonamos,
à qualquer sorte, filhos do nosso grande Pai!
A mulher da rua,
do sexo fácil,
amante e perdida,
que já perdeu as contas de suas feridas!
O detento que cumpre a sua pena
esperando a sentença!
Ave Maria, rogai...
Ainda se for verdadeira a sua inocência!
Até os culpados!
Àqueles que já estão condenados...
aos pederastas, rogai,
aos infelizes viciados!
O caminho é de cada um e nosso Pai, é um só!
Ao mais ambicioso dos homens, rogai...
Do mais rico ao mais pobre,
ao chão tornaremos,
inútil pó!
Aos assassinos e criminosos, rogai
para que tenham arrependimento...
Aquele que rouba, ainda assim,
são frutos do nosso tempo!
Ave Maria, rogai!
Àqueles que perderam um ente querido
pelas mãos covardes e frias
de um bandido!
Jesus, disse: Pai, eles não sabem o que fazem!
Ave, Maria, rogai aos lares desfeitos,
em tantos leitos, aos doentes!
Aos políticos em seus gabinetes...
A nosso presidente!
Rogai àquele à beira de um suicídio!
Que tenha tempo de se arrepender...
Ainda mais, a todos que nesta noite que nos cobre,
perderam a vontade de viver!
Rogai, rogai...
À jovem que tenta o aborto!
Bem-vinda à vida dessa nova criatura,
também filho de Deus nas alturas!
Àquele que abandona o filho
nos orfanatos,
rogai, Ave, Maria,
deixadas na vida, ribeirinhas!
Aos pais que cometem maus tratos
aos inocentes em seus lares!
Jesus disse: "Vinde a mim as criancinhas"
Aos fanáticos Ave, Maria,
que não entendem que há um só Pai!
Às muitas bombas do oriente,
aos extremistas de todo mundo, rogai.
a pensarem um pouco,
antes de matarem tanta gente!
Ao racismo, rogai...
Somos todos irmãos!
Não há credo, cor ou raça...
para darmos as mãos!
A nossas matas e animais,
rios e terras que abrigam os minerais...
aos cientistas de todo mundo,
que uma boa nova aconteça!
Rogai, rogai...
Encontrem a salvação deste planeta!
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sexta-feira, 20 de novembro de 2009
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
És tão lindo Jesus
És tão lindo Jesus o seu falar tão suave
tal é meu amado .
De profunda ternura, mesmo em tanta amargura ,
sendo crucificado.
És tão lindo Jesus, em seu manto de luz,
mesmo sendo odiado.
E num gesto de amor, derramou o seu sangue
pelos nossos pecados.
És tão lindo Jesus, mesmo morto na cruz,
tendo ressuscitado.
És tão lindo Jesus, pela nova aliança,
Reis dos Reis coroado!
És tão lindo Jesus,
teu amor me conduz a seguir os teus passos...
Só em Ti encontrei o que mais procurei...
Hoje sou consolado!
És tão lindo Jesus, pelo céu e a terra,
obra das tuas mãos .
Por toda natureza, com sua beleza,
um presente de Deus !
És tão lindo Jesus, pela flor e o perfume,
pela noite e o dia...
Pelo sol e as estrelas, o amor e a semente...
És a luz que nos guia !
És tão lindo Jesus, mesmo morto na cruz,
tendo ressuscitado.
És tão lindo Jesus, pela nova aliança,
Reis dos Reis coroado!
És tão lindo Jesus,
teu amor me conduz a seguir os teus passos...
Só em Ti encontrei o que mais procurei...
Hoje sou consolado!
tal é meu amado .
De profunda ternura, mesmo em tanta amargura ,
sendo crucificado.
És tão lindo Jesus, em seu manto de luz,
mesmo sendo odiado.
E num gesto de amor, derramou o seu sangue
pelos nossos pecados.
És tão lindo Jesus, mesmo morto na cruz,
tendo ressuscitado.
És tão lindo Jesus, pela nova aliança,
Reis dos Reis coroado!
És tão lindo Jesus,
teu amor me conduz a seguir os teus passos...
Só em Ti encontrei o que mais procurei...
Hoje sou consolado!
És tão lindo Jesus, pelo céu e a terra,
obra das tuas mãos .
Por toda natureza, com sua beleza,
um presente de Deus !
És tão lindo Jesus, pela flor e o perfume,
pela noite e o dia...
Pelo sol e as estrelas, o amor e a semente...
És a luz que nos guia !
És tão lindo Jesus, mesmo morto na cruz,
tendo ressuscitado.
És tão lindo Jesus, pela nova aliança,
Reis dos Reis coroado!
És tão lindo Jesus,
teu amor me conduz a seguir os teus passos...
Só em Ti encontrei o que mais procurei...
Hoje sou consolado!
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
PARA TODO O SEMPRE
Poucos são abençoados com o amor...
Sim! Aquele incondicional
Que transcende os prazeres da carne e
farta-se do espiritual...
Almas comprometidas...
Nesta vida ou em outrora,
Onde juntos desfolham o envelhecer...
Orgulhosos de sua história!
Poucos abençoados com o amor...
Aquele de incondicional descomprometimento
Com o tipo físico, idade ou cor...
Qualquer beleza pueril de sentimento!
Aquele que Deus coloca as mãos e
Segue pela eternidade,
Que sorri na vitória do outro,
Ainda que pese a saudade...
Apesar da ausência,
Sabe encurtar no encontro das almas...
Que molda a vida com sabedoria e paciência,
Nas tempestades que o diálogo acalma!
Bendito aquele que tem esse amor,
Ainda que em triste lápide de uma sepultura,
Coberta de saudade...
Reconhece que nada mais ali existe,
Senão a certeza do reencontro na eternidade!
Que ainda aqui segue amando,
Como se ao outro estivesse esperando!
Ainda que refaça a sua vida,
nos comprometimentos do reencarne...
Entrega a alma àquele que partiu e a outro
a boba carne!
Poucos são abençoados com o amor...
Ainda que a morte venha apartá-los,
Aquele juntado por Deus,
Inútil separá-los !
É tentar separar o gota do oceano,
O grão de areia das dunas!
O vento do ar...
As ondas das espumas !
É tentar conter a pureza da criança...
Do crente, a fé!
Separar o óleo da água,
Tirar do maratonista os pés!
O que foi juntado por Deus,
Ninguém é capaz de separar !
Por sorte...
Nem a morte !
É querer separar o riso do palhaço,
A ave do céu, o peixe da água,
o filho do ventre...
Que assim seja!
Que assim seja!
PARA TODO O SEMPRE...
Sim! Aquele incondicional
Que transcende os prazeres da carne e
farta-se do espiritual...
Almas comprometidas...
Nesta vida ou em outrora,
Onde juntos desfolham o envelhecer...
Orgulhosos de sua história!
Poucos abençoados com o amor...
Aquele de incondicional descomprometimento
Com o tipo físico, idade ou cor...
Qualquer beleza pueril de sentimento!
Aquele que Deus coloca as mãos e
Segue pela eternidade,
Que sorri na vitória do outro,
Ainda que pese a saudade...
Apesar da ausência,
Sabe encurtar no encontro das almas...
Que molda a vida com sabedoria e paciência,
Nas tempestades que o diálogo acalma!
Bendito aquele que tem esse amor,
Ainda que em triste lápide de uma sepultura,
Coberta de saudade...
Reconhece que nada mais ali existe,
Senão a certeza do reencontro na eternidade!
Que ainda aqui segue amando,
Como se ao outro estivesse esperando!
Ainda que refaça a sua vida,
nos comprometimentos do reencarne...
Entrega a alma àquele que partiu e a outro
a boba carne!
Poucos são abençoados com o amor...
Ainda que a morte venha apartá-los,
Aquele juntado por Deus,
Inútil separá-los !
É tentar separar o gota do oceano,
O grão de areia das dunas!
O vento do ar...
As ondas das espumas !
É tentar conter a pureza da criança...
Do crente, a fé!
Separar o óleo da água,
Tirar do maratonista os pés!
O que foi juntado por Deus,
Ninguém é capaz de separar !
Por sorte...
Nem a morte !
É querer separar o riso do palhaço,
A ave do céu, o peixe da água,
o filho do ventre...
Que assim seja!
Que assim seja!
PARA TODO O SEMPRE...
domingo, 6 de janeiro de 2008
SOU VOLÚVEL!
Quem há de beber desta fonte,
que jorra de minha alma, sentirá
o amor que tenho guardado por
todo este tempo e dele
fartar-se-á!
Aquela que provar dos meus lábios
sentirá a doçura do meu coração...
Em meus límpidos lagos,
virgem de um amor verdadeiro, banhar-se-á!
Sou o homem que espera o amor
por longos sóis no entardecer,
como se tivesse nas mãos eterno buquê,
esperando o amor sonhado para oferecer!
Sou feito criança a bordar os sonhos,
imaginando-os que um dia venham florescer e
não perde deste a esperança,
mesmo que em sua cama venha adormecer.
Sou um homem incansável,
sejam quantos forem meus caminhos a percorrer,
para encontrar o amor que espero,
enquanto eu viver!
Sou volúvel sim, sou volúvel...
Enquanto definitivo não sentir que estou amando.
Daí , sou homem que espera.
Por quantas forem as primaveras,
sou fonte que vai brotando!
que jorra de minha alma, sentirá
o amor que tenho guardado por
todo este tempo e dele
fartar-se-á!
Aquela que provar dos meus lábios
sentirá a doçura do meu coração...
Em meus límpidos lagos,
virgem de um amor verdadeiro, banhar-se-á!
Sou o homem que espera o amor
por longos sóis no entardecer,
como se tivesse nas mãos eterno buquê,
esperando o amor sonhado para oferecer!
Sou feito criança a bordar os sonhos,
imaginando-os que um dia venham florescer e
não perde deste a esperança,
mesmo que em sua cama venha adormecer.
Sou um homem incansável,
sejam quantos forem meus caminhos a percorrer,
para encontrar o amor que espero,
enquanto eu viver!
Sou volúvel sim, sou volúvel...
Enquanto definitivo não sentir que estou amando.
Daí , sou homem que espera.
Por quantas forem as primaveras,
sou fonte que vai brotando!
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
ANTES...
Antes que o ano termine
e os ponteiros marquem um novo ano...
O futuro que a culpa da morte exime,
digo que eu te amo!
Não tenho certeza do amanhã...
Se terei tempo de falar ou se
a morte da vida me fizer visita,
querendo este corpo inútil sepultar!
Antes que o ano termine e
os ponteiros marquem um Ano-novo...
A "mea culpa" me faça pesada a conciência...
Faz-me falta o teu calor,
aqui, junto a mim, a tua presença!
Não tenho certeza do amanhã...
A solidão será eterna companheira?
Se implorarei pelos teus beijos ou palavras
em minhas horas derradeiras...
Antes que o ano termine e
os ponteiros marquem um novo ano...
Quero te amar desesperado!
Não tenho certeza se amanhã
tudo estará passado!
Quem me garante amor eterno?
No amanhã eterno viço?
É triste, mas é verdade!
Amar é um contrato de risco...
Tudo porque tenho medo,
que tenhas dúvida que és a minha amada!
De planejar um amanhã sem ti aqui...
Das horas que partem apressadas!
Antes que o ano termine e
os ponteiros marquem um novo ano...
Não me garante o futuro, nem por certo, a vida!
Quero do ontem com nós dois, sem depois...
Uma retrospectiva!
e os ponteiros marquem um novo ano...
O futuro que a culpa da morte exime,
digo que eu te amo!
Não tenho certeza do amanhã...
Se terei tempo de falar ou se
a morte da vida me fizer visita,
querendo este corpo inútil sepultar!
Antes que o ano termine e
os ponteiros marquem um Ano-novo...
A "mea culpa" me faça pesada a conciência...
Faz-me falta o teu calor,
aqui, junto a mim, a tua presença!
Não tenho certeza do amanhã...
A solidão será eterna companheira?
Se implorarei pelos teus beijos ou palavras
em minhas horas derradeiras...
Antes que o ano termine e
os ponteiros marquem um novo ano...
Quero te amar desesperado!
Não tenho certeza se amanhã
tudo estará passado!
Quem me garante amor eterno?
No amanhã eterno viço?
É triste, mas é verdade!
Amar é um contrato de risco...
Tudo porque tenho medo,
que tenhas dúvida que és a minha amada!
De planejar um amanhã sem ti aqui...
Das horas que partem apressadas!
Antes que o ano termine e
os ponteiros marquem um novo ano...
Não me garante o futuro, nem por certo, a vida!
Quero do ontem com nós dois, sem depois...
Uma retrospectiva!
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
A VISITA DE JESUS
As chuvas de dezembro chegam na frente,
enviadas pelos anjos do céu,
fazendo harmonização, para a chegada
do Papai Noel.
Levantam o cheiro da terra,
sulcada pelas mãos de agricultores.
Frutas de cheiro ao mercado levadas
e infinitas qualidades de flores.
Os vinhos saem das adegas.
Castanhas, nozes, pinhão e lentilhas...
Leitões apartados no mangueirão.
Trabalham freneticamente as cervejarias!
Cabritos e carneiros, frangos de granja e perus separados!
Os bois nos currais escolhidos,
os peixes encomendados!
As vitrines recebem muitas luzes,
os pinheiros comercializados!
As pessoas escolhem os presentes,
movimentam-se os grandes atacados!
O mundo impera colorido e
bilhões em cada canto gastados...
Ah! Senhor! Tu chegas na pessoa de um homem
simples e ninguém te teve notado?
Sobes as escadas de uma igreja, entras e ali te postas.
Continuas ignorado!
Dobras teus joelhos e fazes a tua prece.
Sais e caminhas pelas ruas e, na chuva fina,
afagas o rosto do pobre que te olha e
te enterneces...
Na mais humilde das casas, entras
feliz e contente!
Abençoas a mesa simples que ali está...
Bebes e comes com aquela gente.
Sais novamente e, pela longa rua,
arrastas teu manto molhado.
Segues pela periferia, sem que sejas notado!
Casa a casa visitas, uma sequer esquecida.
Dás um alento à noite chuvosa e, com uma brisa
fresca de jasmins, contemplas aquela
gente sofrida!
Partes e, naquela noite, uma mesa sequer foi esquecida.
Não te vi! Fez-me uma criança, o relato!
Disse-me que por muitos dias naquelas paragens,
podiam-se ver a marca dos teus passos!
enviadas pelos anjos do céu,
fazendo harmonização, para a chegada
do Papai Noel.
Levantam o cheiro da terra,
sulcada pelas mãos de agricultores.
Frutas de cheiro ao mercado levadas
e infinitas qualidades de flores.
Os vinhos saem das adegas.
Castanhas, nozes, pinhão e lentilhas...
Leitões apartados no mangueirão.
Trabalham freneticamente as cervejarias!
Cabritos e carneiros, frangos de granja e perus separados!
Os bois nos currais escolhidos,
os peixes encomendados!
As vitrines recebem muitas luzes,
os pinheiros comercializados!
As pessoas escolhem os presentes,
movimentam-se os grandes atacados!
O mundo impera colorido e
bilhões em cada canto gastados...
Ah! Senhor! Tu chegas na pessoa de um homem
simples e ninguém te teve notado?
Sobes as escadas de uma igreja, entras e ali te postas.
Continuas ignorado!
Dobras teus joelhos e fazes a tua prece.
Sais e caminhas pelas ruas e, na chuva fina,
afagas o rosto do pobre que te olha e
te enterneces...
Na mais humilde das casas, entras
feliz e contente!
Abençoas a mesa simples que ali está...
Bebes e comes com aquela gente.
Sais novamente e, pela longa rua,
arrastas teu manto molhado.
Segues pela periferia, sem que sejas notado!
Casa a casa visitas, uma sequer esquecida.
Dás um alento à noite chuvosa e, com uma brisa
fresca de jasmins, contemplas aquela
gente sofrida!
Partes e, naquela noite, uma mesa sequer foi esquecida.
Não te vi! Fez-me uma criança, o relato!
Disse-me que por muitos dias naquelas paragens,
podiam-se ver a marca dos teus passos!
terça-feira, 27 de novembro de 2007
O AMOR E A ORQUÍDEA!
Hoje , falamos da orquídea, conhecida parasita ! Uma flor que tão bem representa o amor!
Vocês podem perguntar: Por que uma parasita pode representar o amor? É simples: o amor deve estar grudado em nossas almas, em nossas atitudes, em nosso coração. Estar hidratado com atitudes diárias de afeto, carinho e diálogo. Assim, tal qual as orquídeas, necessitam de muita umidade.
Imagina os senhores, se o amor não estivesse ligado à alma, em nossas atitudes, em nosso coração! Não sobreviveria.
Alguém ama, solo? O tronco nos representa e a orquídea, o nosso sentimento mais puro...Cresce à medida que a alimentamos e segue conosco por uma vida!
Se tombamos à ventania da vida, sucumbimos de alguma forma, ela morre conosco ! Assim é o amor verdadeiro . Levamo-lo para qualquer tempo...
Diferente de outras parasitas que sugam a nossa seiva e aos poucos nos sufocam e nos matam. Qual "hera" a matar o broto de figueira, no velho muro, deixado por algum passarinho ou tiririca a infestar o belo jardim. A orquídea floresce nas mais diferentes árvores ou nos mais diferentes indivíduos, desde que seja devidamente cuidada e lembrada.É a que tem mais semelhança com o amor, muito embora a rosa tenha feito história com os seus famosos buquês vermelhos e perfumados! Devemos entender que as arquídeas florescem com intuito de reprodução e, geralmente, as flores tem cores, forma e cheiro que chamam atenção de algum agente polinizador.
Em nosso caso, a pessoa amada é este agente .Este deve ser igual ao "escaravelho" ( besouro) que dedica a vida inteira a uma única flor, ainda que pese sobre a orquídea a lenda da cidade de Anam onde existia uma formosa jovem de nome Hoan-Lan, que fazia sofrer muitos homens por cruéis paixões. Por um sorriso seu o jovem Kien-Su tinha cinzelado o ouro mais fino e trabalhado com infinita paciência as mais lindas peças de jade.
A ingrata Hoan-Lan, depois de adornar-se com todos os presentes, riu-se dele. Kien-Su desesperado acabou com a vida jogando-se no Rio Vermelho. Vários outros mataram-se! Em forma de castigo, o poderoso Deus das cinco flechas julgou ter chegado o momento de castigar tanta maldade. E o castigo foi fazer com que a jovem volúvel se apaixonosse perdidamente pelo famoso Mun-Say.Assim aconteceu.
Desde então Hoan-Lan, no seu leito de nácare, sedas bordadas, desesperava-se com a indiferença de Mun-Say. Depois de muito sofrer, foi procurar pelo deus da montanha de Tan-Vien, implorando que a curasse.
-É justo o castigo, respondeu o rei. Na saída do templo, Hoan-Lan encontrou uma bruxa com os pés de cabra. que lhe disse:
- Formosa jovem, sei que és muito desgraçada, "vende-me a tua alma e juro-te
que embora Mun-Say nunca te ame, não amará outra mulher". Aceito o contrato. Quando a Hoan-Lan viu seu amado e correu para abraçá-lo, o mesmo se tranformou numa árvore de ébano. Ela caiu chorando ao pé da árvore :
-"Perdoa-me, Mun-Say. Tem para mim uma só palavra de amor, de indulgência,de compaixão.Não vês como me arrasto aos seus pés, como sofro? Mas a árvore nada respondia.Um dia passou por ali um gênio, que se compadeceu de sua dor. Acercando-se dela, colocou um dedo em sua testa e disse:
-Mulher, procedeste mal, mas sua dor purificou a tua alma, vou converter-te numa flor. Ficarás sendo, esquisita e requintada e dará a impressão do que foi tua vida maldosa. Quem olhar as tuas pétalas, facilmente advinhará o que foi o teu espírito caprichoso, volúvel e cruel e a tua preocupação constante com a elegância. Concedo-te um bem: Não te separarás do bem que adoras e viverás de tua seiva, parasita do teu amado." Enquanto falava a túnica rósea de Hoan-Lan ia empalidecendo e tomando uma delicada cor lilás.
Os olhos da jovem brilhavam como pontos de ouro e suas carnes tomaram a tonalidade do nácar. Os seus formosos braços enrolaram-se na árvore, numa derradeira súplica. E ela se transformou numa orquídea.
E assim foi que apareceu a primeira orquídea no mundo, segundo a lenda de Anam.Lenda à parte, é ou não é a flor mais parecida com o amor?
Assim, que façamos brotar em nossos troncos, a orquídea.
Em tempo, mudando um pouco a lenda de certa forma machista:
"Um homem arrependido com seus formosos braços, enrolou-se na árvore numa derradeira súplica. E ele se transformou numa orquídea."
Vocês podem perguntar: Por que uma parasita pode representar o amor? É simples: o amor deve estar grudado em nossas almas, em nossas atitudes, em nosso coração. Estar hidratado com atitudes diárias de afeto, carinho e diálogo. Assim, tal qual as orquídeas, necessitam de muita umidade.
Imagina os senhores, se o amor não estivesse ligado à alma, em nossas atitudes, em nosso coração! Não sobreviveria.
Alguém ama, solo? O tronco nos representa e a orquídea, o nosso sentimento mais puro...Cresce à medida que a alimentamos e segue conosco por uma vida!
Se tombamos à ventania da vida, sucumbimos de alguma forma, ela morre conosco ! Assim é o amor verdadeiro . Levamo-lo para qualquer tempo...
Diferente de outras parasitas que sugam a nossa seiva e aos poucos nos sufocam e nos matam. Qual "hera" a matar o broto de figueira, no velho muro, deixado por algum passarinho ou tiririca a infestar o belo jardim. A orquídea floresce nas mais diferentes árvores ou nos mais diferentes indivíduos, desde que seja devidamente cuidada e lembrada.É a que tem mais semelhança com o amor, muito embora a rosa tenha feito história com os seus famosos buquês vermelhos e perfumados! Devemos entender que as arquídeas florescem com intuito de reprodução e, geralmente, as flores tem cores, forma e cheiro que chamam atenção de algum agente polinizador.
Em nosso caso, a pessoa amada é este agente .Este deve ser igual ao "escaravelho" ( besouro) que dedica a vida inteira a uma única flor, ainda que pese sobre a orquídea a lenda da cidade de Anam onde existia uma formosa jovem de nome Hoan-Lan, que fazia sofrer muitos homens por cruéis paixões. Por um sorriso seu o jovem Kien-Su tinha cinzelado o ouro mais fino e trabalhado com infinita paciência as mais lindas peças de jade.
A ingrata Hoan-Lan, depois de adornar-se com todos os presentes, riu-se dele. Kien-Su desesperado acabou com a vida jogando-se no Rio Vermelho. Vários outros mataram-se! Em forma de castigo, o poderoso Deus das cinco flechas julgou ter chegado o momento de castigar tanta maldade. E o castigo foi fazer com que a jovem volúvel se apaixonosse perdidamente pelo famoso Mun-Say.Assim aconteceu.
Desde então Hoan-Lan, no seu leito de nácare, sedas bordadas, desesperava-se com a indiferença de Mun-Say. Depois de muito sofrer, foi procurar pelo deus da montanha de Tan-Vien, implorando que a curasse.
-É justo o castigo, respondeu o rei. Na saída do templo, Hoan-Lan encontrou uma bruxa com os pés de cabra. que lhe disse:
- Formosa jovem, sei que és muito desgraçada, "vende-me a tua alma e juro-te
que embora Mun-Say nunca te ame, não amará outra mulher". Aceito o contrato. Quando a Hoan-Lan viu seu amado e correu para abraçá-lo, o mesmo se tranformou numa árvore de ébano. Ela caiu chorando ao pé da árvore :
-"Perdoa-me, Mun-Say. Tem para mim uma só palavra de amor, de indulgência,de compaixão.Não vês como me arrasto aos seus pés, como sofro? Mas a árvore nada respondia.Um dia passou por ali um gênio, que se compadeceu de sua dor. Acercando-se dela, colocou um dedo em sua testa e disse:
-Mulher, procedeste mal, mas sua dor purificou a tua alma, vou converter-te numa flor. Ficarás sendo, esquisita e requintada e dará a impressão do que foi tua vida maldosa. Quem olhar as tuas pétalas, facilmente advinhará o que foi o teu espírito caprichoso, volúvel e cruel e a tua preocupação constante com a elegância. Concedo-te um bem: Não te separarás do bem que adoras e viverás de tua seiva, parasita do teu amado." Enquanto falava a túnica rósea de Hoan-Lan ia empalidecendo e tomando uma delicada cor lilás.
Os olhos da jovem brilhavam como pontos de ouro e suas carnes tomaram a tonalidade do nácar. Os seus formosos braços enrolaram-se na árvore, numa derradeira súplica. E ela se transformou numa orquídea.
E assim foi que apareceu a primeira orquídea no mundo, segundo a lenda de Anam.Lenda à parte, é ou não é a flor mais parecida com o amor?
Assim, que façamos brotar em nossos troncos, a orquídea.
Em tempo, mudando um pouco a lenda de certa forma machista:
"Um homem arrependido com seus formosos braços, enrolou-se na árvore numa derradeira súplica. E ele se transformou numa orquídea."
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