Amar-se mais, respeitar-se a si mesmo, ter cuidado consigo mesmo, pensar em si mesmo... pode parecer uma maneira egoísta de se levar a vida, pois aprendemos que devemos pensar nos outros de maneira altruísta. Mas pensar em si mesmo não significa "pensar só em si mesmo."
No entanto, é impossível pensar em outros se não temos o mínimo de respeito e amor por nós mesmos. Se não sabemos como conduzir bem
nossa própria vida, como podemos esperar ajudar outros nas suas necessidades, nas suas carências, nas suas esperanças? Se nos sentimos carentes, como ajudar outros a suprirem as próprias carências?
Quando viajamos de avião, nos avisos de segurança eles dizem que em caso de pressurização para colocarmos primeiro a máscara em nós mesmos para depois colocarmos nas crianças. É uma coisa que faz muito sentido e na vida funciona da mesma maneira.
Jesus disse para amarmos ao próximo como a nós mesmos. Uma pessoa que não se ama é incapaz de amar outra coisa ou alguém, pois o amor é algo que vem de dentro pra fora e não algo que procuramos captar do exterior.
Amar-se, sem exagero, sem uma preocupação excessiva consigo mesmo é um bem que fazemos não só a nós mesmos, mas a todos aqueles que fazem parte do nosso círculo de amigos, colegas, conhecidos. Estar ao lado de alguém que está sempre reclamando da vida, dos outros, dos próprios problemas acaba nos tirando a vontade de estar perto dessa pessoa, pois necessitamos de coisas mais alegres que constantes lamentações.
Então, pelo nosso bem, pelo bem de todos, devemos pensar um pouco mais em nós mesmos. Só podemos contaminar outras pessoas se estivermos nós mesmos contagiados com o vírus do positivismo e do bem-estar. Só podemos iluminar se a luz estiver dentro de nós, se formos portadores de coisas boas.
Assim, vivamos para os outros, mas vivamos também por nós. Com moderação, com amor e dedicação. Tudo justo, na medida exata.
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sábado, 1 de dezembro de 2007
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
RESPONSABILIDADE
Eu sou responsável pelo meu próximo à medida que o amo, mas a felicidade ou infelicidade dele não depende de mim. O que quero dizer é que somos indivíduos e, como tal, somos sempre os responsáveis pelas nossas próprias escolhas.
Costumamos culpar outros quando nos sentimos infelizes ou quando fracassamos em algo.
Li algo nessa semana que me fez refletir:
"Quando formos culpar os outros pelos nossos fracassos, devemos tentar também dar a eles o mérito das nossas vitórias."
Muitas vezes dizemos que as pessoas nos decepcionam e elas não estão nem aí. E sabem por quê? Porque elas não tinham a mínima idéia do que esperávamos delas. Nesse caso, elas não nos decepcionaram, somos nós que nos sentimos decepcionados, o que é bem diferente.
Talvez mudando essa visão das coisas e da vida, mudaremos também o número de pessoas que vivem nos decepcionando. Isso deve abrir nossos olhos para que nos vejamos e para que vejamos o outro de uma outra maneira.
A nossa responsabilidade em relação às pessoas que amamos vai até o limite de dar a elas o melhor de nós mesmos, dentro do nosso possível. A maneira como elas recebem o que oferecemos já não é nossa responsabilidade. Se as deixamos plenas ou vazias vai depender da maneira em como estão prontas para receber. E isso é muito individual.
E foi isso que aprendi hoje:
Sou responsável por mim mesma, pela minha felicidade e pela minha infelicidade. Escolho eu mesma meus caminhos. Meu próximo é uma parte desse caminho, mas depende de mim em como interpretar aquilo que recebo dele.
E querem saber de uma coisa?
Decidi que quero e que vou ser feliz!
Costumamos culpar outros quando nos sentimos infelizes ou quando fracassamos em algo.
Li algo nessa semana que me fez refletir:
"Quando formos culpar os outros pelos nossos fracassos, devemos tentar também dar a eles o mérito das nossas vitórias."
Muitas vezes dizemos que as pessoas nos decepcionam e elas não estão nem aí. E sabem por quê? Porque elas não tinham a mínima idéia do que esperávamos delas. Nesse caso, elas não nos decepcionaram, somos nós que nos sentimos decepcionados, o que é bem diferente.
Talvez mudando essa visão das coisas e da vida, mudaremos também o número de pessoas que vivem nos decepcionando. Isso deve abrir nossos olhos para que nos vejamos e para que vejamos o outro de uma outra maneira.
A nossa responsabilidade em relação às pessoas que amamos vai até o limite de dar a elas o melhor de nós mesmos, dentro do nosso possível. A maneira como elas recebem o que oferecemos já não é nossa responsabilidade. Se as deixamos plenas ou vazias vai depender da maneira em como estão prontas para receber. E isso é muito individual.
E foi isso que aprendi hoje:
Sou responsável por mim mesma, pela minha felicidade e pela minha infelicidade. Escolho eu mesma meus caminhos. Meu próximo é uma parte desse caminho, mas depende de mim em como interpretar aquilo que recebo dele.
E querem saber de uma coisa?
Decidi que quero e que vou ser feliz!
segunda-feira, 29 de outubro de 2007
Devolução
Devolvo sua alma
Que peguei sem querer.
Devolvo sua calma
E seus espaços
Que preenchi sem pedir licença.
Devolvo os sonhos
Que jamais foram realizados.
Devolvo a ilusão
De sermos um dia dois.
Devolvo-te as palavras
Que me trouxeram sonhos.
Devolvo-te a força
De prosseguir.
Ah! Não... não assim!!!
Me devolvo pra você
Inteirinha
Porque não faz sentido
Eu sem você
E você sem mim.
Que peguei sem querer.
Devolvo sua calma
E seus espaços
Que preenchi sem pedir licença.
Devolvo os sonhos
Que jamais foram realizados.
Devolvo a ilusão
De sermos um dia dois.
Devolvo-te as palavras
Que me trouxeram sonhos.
Devolvo-te a força
De prosseguir.
Ah! Não... não assim!!!
Me devolvo pra você
Inteirinha
Porque não faz sentido
Eu sem você
E você sem mim.
sábado, 27 de outubro de 2007
BOM DIA/27/10
Pessoas especiais aos olhos de Deus são as que não desistem, as que se voltam, recuam quando necessário e avançam quando preciso. São as que nunca perdem a coragem, mesmo nas aflições.
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Paralelas
As coisas que possuímos se apegam
a nós e nós a elas.
Os objetos contam histórias,
nos fazem lembrar, até sentir de novo,
mesmo se de forma mais suave,
as mesmas sensações.
Na viagem da vida,
as coisas que adquirimos depois
que o coração desejou
tanto e que nos deixaram
orgulhosos da conquista,
colam-se a nós como se às vezes
não pudéssemos viver dissociados.
Nosso apego à matéria nos dá a
sensação de que existimos,
pois são provas materiais,
tangíveis de que a nossa vida
foi rica em acontecimentos.
É muito bom ter uma história passada,
porém a história continua...
e muitas vezes para que possamos
avançar nela,
temos que achar espaço para
as novas coisas.
Se não aprendemos a nos
desprender das antigas,
formaremos em nós entulhos que
causarão desordem na nossa vida.
Não podemos querer avançar
e guardar sempre um pé atrás.
Podemos possuir o mundo inteiro,
mas quando nossa última hora chega,
tudo fica.
O que precisamos aprender é saber
reconhecer o que é importante,
o que realmente nos enriquece,
o que ficará mesmo depois
da nossa partida.
Ser feliz,
fazer outros felizes,
estar contente de si, ter amigos,
um amor de verdade,
valem mais que todo o ouro
do mundo junto.
E são essas riquezas que devem
se impregnar em nós,
são esses tesouros que devemos buscar.
Às vezes Deus nos dá a oportunidade
de recomeçar um caminho
e nós o perdemos porque
não soubemos abrir mão
do nosso passado.
Mãos que recebem estão
sempre abertas,
numa atitude paralela de oferta
e acolhimento.
As coisas passadas tiveram seu
momento e ficarão guardadas em nós,
mas é para frente que se anda.
O valor do que somos é muito
maior que o do que possuímos
Lamentar coisas perdidas não
acrescenta um mínimo à nossa vida,
mas a esperança de dias melhores,
que damos e que nos damos,
é um tesouro de valor eterno
e inestimável.
a nós e nós a elas.
Os objetos contam histórias,
nos fazem lembrar, até sentir de novo,
mesmo se de forma mais suave,
as mesmas sensações.
Na viagem da vida,
as coisas que adquirimos depois
que o coração desejou
tanto e que nos deixaram
orgulhosos da conquista,
colam-se a nós como se às vezes
não pudéssemos viver dissociados.
Nosso apego à matéria nos dá a
sensação de que existimos,
pois são provas materiais,
tangíveis de que a nossa vida
foi rica em acontecimentos.
É muito bom ter uma história passada,
porém a história continua...
e muitas vezes para que possamos
avançar nela,
temos que achar espaço para
as novas coisas.
Se não aprendemos a nos
desprender das antigas,
formaremos em nós entulhos que
causarão desordem na nossa vida.
Não podemos querer avançar
e guardar sempre um pé atrás.
Podemos possuir o mundo inteiro,
mas quando nossa última hora chega,
tudo fica.
O que precisamos aprender é saber
reconhecer o que é importante,
o que realmente nos enriquece,
o que ficará mesmo depois
da nossa partida.
Ser feliz,
fazer outros felizes,
estar contente de si, ter amigos,
um amor de verdade,
valem mais que todo o ouro
do mundo junto.
E são essas riquezas que devem
se impregnar em nós,
são esses tesouros que devemos buscar.
Às vezes Deus nos dá a oportunidade
de recomeçar um caminho
e nós o perdemos porque
não soubemos abrir mão
do nosso passado.
Mãos que recebem estão
sempre abertas,
numa atitude paralela de oferta
e acolhimento.
As coisas passadas tiveram seu
momento e ficarão guardadas em nós,
mas é para frente que se anda.
O valor do que somos é muito
maior que o do que possuímos
Lamentar coisas perdidas não
acrescenta um mínimo à nossa vida,
mas a esperança de dias melhores,
que damos e que nos damos,
é um tesouro de valor eterno
e inestimável.
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
De cabeça erguida
O que cai sobre nossa cabeça, toma conta do nosso corpo e o abala. Os danos morais e existenciais brisam nossa alma, o que reflete num comportamento onde a estima pode ficar esmagada de forma tal que torna-se difícil se reerguer.
Olhamos, provavelmente, demais à nossa volta, esmiuçamos os nossos problemas como se eles fossem a coisa mais importante da nossa vida. Deixamos de lado o essencial e nos quedamos em tristezas. Horas e horas são perdidas, a vida vai ficando pra trás.
Passamos a andar de cabeça baixa, a olhar menos as pessoas, nossos ombros pesam como se o mundo inteiro estivesse sobre eles. Queremos com todas as nossas forças sair da situação, mas nada fazemos que mostre um pequeno esforço.
As pessoas não resolvem seus problemas caminhando e olhando para o chão.
A vida exige de nós muito mais que querer, desejar ou sonhar. Corpos abandonados aos problemas enfraquecem a alma e a vontade.
Somente uma mudança radical no comportamento pode conduzir ao sucesso, à superação daquilo que nos destrói pouco a pouco.
Ter fé é muito mais que acreditar no que não se vê, é erguer a cabeça e os ombros e ver o que está além, que nem todos alcançam. É ter problemas e saber que se pode vencê-los, é não se deixar desanimar por coisas que, mesmo se nos ferem, não devem nos destruir.
Olhos erguidos alcançam o horizonte e também as estrelas. Se queremos ser felizes, que sejamos primeiro nas nossas atitudes. Devemos ser os primeiros a acreditar que alguma coisa melhor está por vir e aproveitar dessa crença para nutrir-nos de força e felicidade.
As soluções para os nossos problemas nem sempre vêm prontas. Com a vista no depois e a alma erguida para o Alto já fica bem mais fácil ter uma visão das vitórias que com amor Deus nos prometeu.
Olhamos, provavelmente, demais à nossa volta, esmiuçamos os nossos problemas como se eles fossem a coisa mais importante da nossa vida. Deixamos de lado o essencial e nos quedamos em tristezas. Horas e horas são perdidas, a vida vai ficando pra trás.
Passamos a andar de cabeça baixa, a olhar menos as pessoas, nossos ombros pesam como se o mundo inteiro estivesse sobre eles. Queremos com todas as nossas forças sair da situação, mas nada fazemos que mostre um pequeno esforço.
As pessoas não resolvem seus problemas caminhando e olhando para o chão.
A vida exige de nós muito mais que querer, desejar ou sonhar. Corpos abandonados aos problemas enfraquecem a alma e a vontade.
Somente uma mudança radical no comportamento pode conduzir ao sucesso, à superação daquilo que nos destrói pouco a pouco.
Ter fé é muito mais que acreditar no que não se vê, é erguer a cabeça e os ombros e ver o que está além, que nem todos alcançam. É ter problemas e saber que se pode vencê-los, é não se deixar desanimar por coisas que, mesmo se nos ferem, não devem nos destruir.
Olhos erguidos alcançam o horizonte e também as estrelas. Se queremos ser felizes, que sejamos primeiro nas nossas atitudes. Devemos ser os primeiros a acreditar que alguma coisa melhor está por vir e aproveitar dessa crença para nutrir-nos de força e felicidade.
As soluções para os nossos problemas nem sempre vêm prontas. Com a vista no depois e a alma erguida para o Alto já fica bem mais fácil ter uma visão das vitórias que com amor Deus nos prometeu.
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