O tempo passado, ou simplesmente, o tempo que passou, é um tempo de experiências.
Acertamos! Viva!
Conseguimos assim, perceber, que outros tempos, outros anos, nos trouxeram as experiências que nos alertaram, porque devíamos mudar alguma coisa na nossa conduta e, com isso estudamos a melhor maneira de fazê-lo, trabalhamos para isso e, assim, conseguimos melhorar e acertar.
Erramos! Oba! É momento de refletir.
Agora é outro dia, assim, podemos fazer uma avaliação de nosso comportamento, pois temos uma boa oportunidade de renovação. Vamos a luta!
No decorrer desse passado, vamos avaliar as experiências que tivemos, busquemos o lado bom das situações porque passamos, podemos crescer com isso, porque o passado é um conselheiro, pois, se tivemos sofrimentos - analisemos isso com carinho - será que tudo isso não aconteceu para nos impulsionar a seguir em frente?!
Vejamos então:
Se perdemos uma pessoa de nossa estima, será que isso não aconteceu para que pudéssemos trabalhar outras criaturas para que também nos fosse possível aprender a estimá-la.
Os negócios não foram bons. Então é oportunidade para melhorarmos, no campo da amizade, da paciência, da persistência, do otimismo, na maneira de ver as coisas, etc. Trabalhemos para isso.
Fomos incompreendidos. Será que não tivemos algo a ver com isso. Será que nós, também, não fomos duros com as outras pessoas, será que agora não é um bom momento para rever e reverter as coisas.
Vejam vocês, como o passado, vai modelando as coisas, vai com toda a sua sabedoria, fazendo com que atuemos, aqui e agora com mais acerto, em prol de nossa felicidade e progresso.
Pichar e recusar o passado como inútil ou absoleto, é uma atitude insensata. Pois o que seria de nós se tivéssemos sempre que começar tudo de novo, ensaiando e passando sempre por erros idênticos aos de nossos antepassados. O passado ao contrário nos mostra que podemos sempre recomeçar de onde estamos, agora, hoje é um outro momento, podemos separar o joio do trigo, pois ambos cresceram e agora estão bem distintos um do outro, antes não, era difícil fazer essa distinção, porém agora, podemos reconhecer o bom do ruim e fazer a escolha, tomara que essa escolha seja sempre para melhor.
A cada dia que passa nossa expressão está cada vez mais madura, pois nossa consciência e formada e reformada diariamente com a nossa vida.
Nossa vida diária se constrói com tijolos de pensamento, emoções, reações, palavras e experiência. Podemos perceber assim, que todos nós somos construtores.
Jesus certa feita disse:
"Todo aquele, pois, que houve estas minhas palavras e as pratica, será comparado a um homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha com alicerces, e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha.
Porém, todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica, será comparado a um homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia, e caiu a chuva transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína." (Mateus, 7:24-27)
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
segunda-feira, 8 de junho de 2009
O Bambu Amado
Era uma vez um maravilhoso jardim, situado bem no centro de um grande campo. O dono costumava passear pelo jardim, ao clarão do luar, à noite... Um belo bambu era para ele a mais bela e estimada de todas as árvores do seu jardim.
Ao seu olhar carinhoso, esse bambu crescia e se tornava cada vez mais formoso. Ele sabia que seu senhor o amava e que ele era sua alegria. Um dia, o dono, pensativo, aproximou-se do seu amado bambu e, num gesto de profunda veneração, o bambu inclinou sua cabeça imponente...
O senhor disse a ele:
– Querido bambu, eu preciso de você.
O bambu estava feliz, parecia ter chegado a grande hora de sua vida. Ele respondeu:
– Meu senhor, estou pronto, faze de mim o que quiseres!
– Bambu! – a voz do senhor era grave – Bambu, só poderei usá-lo, se eu o podar.
– Podar? A mim, senhor?! Por favor, não faças isso! Preserve a minha bela figura. Tu vês como todos me admiram, me elogiam!
– Meu bambu amado – a voz do senhor tornou-se ainda mais grave – não importa que o papariquem ou não... seu não o podar não poderei usá-lo...
No jardim tudo ficou silencioso. O vento segurou a respiração. Finalmente o lindo bambu se inclinou e sussurrou:
– Senhor, se não podes usar sem podar-me... então, faze comigo o que quiseres!
– Meu querido bambu – tornou o senhor – devo também cortar as suas folhas!
– Óh, senhor, se me amas, preserva-me de tal mal!! Podes destruir minha beleza, mas, por favor, deixa as minhas folhas!
– Não o posso usar se não arrancar-lhe as folhas.
A lua e as estrelas, confusas, escondem-se atrás das nuvens... Algumas borboletas e pássaros, que por ali brincavam, afastaram-se assustados. O bambu, meio trêmulo, à meia voz, disse:
– Senhor, corta-as!
Mas o senhor disse:
– Ainda não basta meu querido bambu. Devo cortá-lo pelo meio e tomar também seu coração. Se não fizer isso não poderá ser-me útil.
– Por favor, Senhor – disse o bambu – eu não poderei mais viver... Como viver sem o coração?
– Devo tirar seu coração, caso contrário não me serás útil.
Então o bambu inclinou-se até o chão e disse:
– Corta-me e divide-me se assim o desejares!
O senhor desfolhou o bambu... decepou os seus galhos... partiu-o em duas partes... tirou-lhe o coração. Depois, levou-o para o meio do campo ressequido, a uma fonte onde jorrava água fresca. Lá o senhor deitou cuidadosamente o seu querido bambu no chão. Ligou uma das extremidades do tronco decepado à fonte e a outra ele levou para o campo. E a fonte cantou as boas vindas.
As águas cristalinas precipitaram-se alegres pelo corpo dilacerado do bambu, correram sobre os campos tórridos e áridos, que por elas tanto tinham suplicado... Ali plantou-se o trigo, o arroz, o milho, rosas... e outras flores das mais variadas espécies e cores.
Os dias passaram, a sementeira brotou, cresceu e veio o tempo da colheita... farta e abundante. Assim, o maravilhoso e esbelto bambu. No seu aniquilamento e humildade, transformou-se numa benção especial.
Quando ele era belo e jovem, crescia somente para si e se alegrava com sua própria formosura. Agora, no seu despojamento, ele se tornou o canal do qual o senhor se serviu para tornar fecundas as suas terras... e muitos, muitos passaram a viver do pródigo tronco do bambu amado.
Ao seu olhar carinhoso, esse bambu crescia e se tornava cada vez mais formoso. Ele sabia que seu senhor o amava e que ele era sua alegria. Um dia, o dono, pensativo, aproximou-se do seu amado bambu e, num gesto de profunda veneração, o bambu inclinou sua cabeça imponente...
O senhor disse a ele:
– Querido bambu, eu preciso de você.
O bambu estava feliz, parecia ter chegado a grande hora de sua vida. Ele respondeu:
– Meu senhor, estou pronto, faze de mim o que quiseres!
– Bambu! – a voz do senhor era grave – Bambu, só poderei usá-lo, se eu o podar.
– Podar? A mim, senhor?! Por favor, não faças isso! Preserve a minha bela figura. Tu vês como todos me admiram, me elogiam!
– Meu bambu amado – a voz do senhor tornou-se ainda mais grave – não importa que o papariquem ou não... seu não o podar não poderei usá-lo...
No jardim tudo ficou silencioso. O vento segurou a respiração. Finalmente o lindo bambu se inclinou e sussurrou:
– Senhor, se não podes usar sem podar-me... então, faze comigo o que quiseres!
– Meu querido bambu – tornou o senhor – devo também cortar as suas folhas!
– Óh, senhor, se me amas, preserva-me de tal mal!! Podes destruir minha beleza, mas, por favor, deixa as minhas folhas!
– Não o posso usar se não arrancar-lhe as folhas.
A lua e as estrelas, confusas, escondem-se atrás das nuvens... Algumas borboletas e pássaros, que por ali brincavam, afastaram-se assustados. O bambu, meio trêmulo, à meia voz, disse:
– Senhor, corta-as!
Mas o senhor disse:
– Ainda não basta meu querido bambu. Devo cortá-lo pelo meio e tomar também seu coração. Se não fizer isso não poderá ser-me útil.
– Por favor, Senhor – disse o bambu – eu não poderei mais viver... Como viver sem o coração?
– Devo tirar seu coração, caso contrário não me serás útil.
Então o bambu inclinou-se até o chão e disse:
– Corta-me e divide-me se assim o desejares!
O senhor desfolhou o bambu... decepou os seus galhos... partiu-o em duas partes... tirou-lhe o coração. Depois, levou-o para o meio do campo ressequido, a uma fonte onde jorrava água fresca. Lá o senhor deitou cuidadosamente o seu querido bambu no chão. Ligou uma das extremidades do tronco decepado à fonte e a outra ele levou para o campo. E a fonte cantou as boas vindas.
As águas cristalinas precipitaram-se alegres pelo corpo dilacerado do bambu, correram sobre os campos tórridos e áridos, que por elas tanto tinham suplicado... Ali plantou-se o trigo, o arroz, o milho, rosas... e outras flores das mais variadas espécies e cores.
Os dias passaram, a sementeira brotou, cresceu e veio o tempo da colheita... farta e abundante. Assim, o maravilhoso e esbelto bambu. No seu aniquilamento e humildade, transformou-se numa benção especial.
Quando ele era belo e jovem, crescia somente para si e se alegrava com sua própria formosura. Agora, no seu despojamento, ele se tornou o canal do qual o senhor se serviu para tornar fecundas as suas terras... e muitos, muitos passaram a viver do pródigo tronco do bambu amado.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Desejo que em sua vida:
Não exista cara feia,
Não exista bolso furado,
Não exista tempo apressado,
Muito menos grãos de areia.
Não exista tempo fechado,
Não exista problema dobrado,
Não exista sonho frustrado,
Muito menos amor acabado.
Não exista amigo esquecido,
Não exista negócio falido,
Não exista boato mexido,
Muito menos dinheiro sumido.
Não exista tempo nublado,
Não exista ambiente abafado,
Não exista corpo dobrado,
Muito menos bom senso abalado.
Não exista mágoa engolida,
Não exista emoção reprimida,
Não exista alma sofrida,
Muito menos felicidade perdida...
Só desejo que você seja
FELIZ
Não exista bolso furado,
Não exista tempo apressado,
Muito menos grãos de areia.
Não exista tempo fechado,
Não exista problema dobrado,
Não exista sonho frustrado,
Muito menos amor acabado.
Não exista amigo esquecido,
Não exista negócio falido,
Não exista boato mexido,
Muito menos dinheiro sumido.
Não exista tempo nublado,
Não exista ambiente abafado,
Não exista corpo dobrado,
Muito menos bom senso abalado.
Não exista mágoa engolida,
Não exista emoção reprimida,
Não exista alma sofrida,
Muito menos felicidade perdida...
Só desejo que você seja
FELIZ
domingo, 16 de novembro de 2008
ABENÇOADO SEJA!
Abençoada seja sua raiva, porque é sinal de uma energia emergente. Não a dirija a quem você quer bem, não a desperdice nos seus inimigos.
Transforme-a em versatilidade e você terá prosperidade.
Abençoada seja sua tristeza porque é sinal de vulnerabilidade. Não a divida com os seus, não a dirija a si mesmo.
Transforme-a em simpatia, e ela lhe trará amor.
Abençoada seja sua ambição, porque é sinal de grande potencial. Não a dirija ao mundo exterior.
Transforme-a em doação, dê quanto você quiser. E você receberá satisfações.
Abençoado seja seu medo, porque é sinal de sabedoria. Não fique bloqueado nesse medo.
Transforme-o em flexibilidade e você ficará livre daquilo que teme.
Abençoada seja sua pobreza porque é sinal de grandes possibilidades.
Não guarde a pobreza em sua mente. Cada gota de sua generosidade voltará multiplicada. Dando como um rei você receberá o que é devido a um rei.
Abençoada essa sua busca de direção, pois ela é sinal de aspiração.
Transforme-a em receptividade e a direção virá a você.
Abençoado seja, quando você encontrar o mal.
O mal é energia mal canalizada e ele se alimenta do seu suporte. Não o alimente, e ele cessará.
Abençoado seja quando você não sentir o amor.
Ainda assim, abra o seu coração à vida e o amor chegará a você.
Transforme-a em versatilidade e você terá prosperidade.
Abençoada seja sua tristeza porque é sinal de vulnerabilidade. Não a divida com os seus, não a dirija a si mesmo.
Transforme-a em simpatia, e ela lhe trará amor.
Abençoada seja sua ambição, porque é sinal de grande potencial. Não a dirija ao mundo exterior.
Transforme-a em doação, dê quanto você quiser. E você receberá satisfações.
Abençoado seja seu medo, porque é sinal de sabedoria. Não fique bloqueado nesse medo.
Transforme-o em flexibilidade e você ficará livre daquilo que teme.
Abençoada seja sua pobreza porque é sinal de grandes possibilidades.
Não guarde a pobreza em sua mente. Cada gota de sua generosidade voltará multiplicada. Dando como um rei você receberá o que é devido a um rei.
Abençoada essa sua busca de direção, pois ela é sinal de aspiração.
Transforme-a em receptividade e a direção virá a você.
Abençoado seja, quando você encontrar o mal.
O mal é energia mal canalizada e ele se alimenta do seu suporte. Não o alimente, e ele cessará.
Abençoado seja quando você não sentir o amor.
Ainda assim, abra o seu coração à vida e o amor chegará a você.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Bondade & Amor
A professora disse aos alunos para falarem sobre bondade e amor.
Um garoto levantou-se e disse:
“Bem, se eu estivesse com fome e alguém me desse um pedaço de pão, isso seria bondade. Mas se passasse geléia no pão, isso seria amor”.
A bondade proporciona uma casa, mas o amor proporciona um lar.
A bondade entrega o lanche num pacote bonito, mas o amor coloca um bilhete de incentivo dentro do pacote.
A bondade proporciona um aparelho de TV ou um computador, mas o amor toma conta do controle remoto e insiste para que a criança o “desligue” no momento certo.
A bondade manda a criança para a cama na hora certa, mas o amor a cobre com carinho e lhe dá um beijo e um abraço de boa noite.
A bondade prepara uma refeição, mas o amor escolhe seus pratos prediletos” e os serve à luz de velas.
A bondade escreve uma nota de agradecimento, mas o amor toma o cuidado de colocar uma brincadeira, uma fotografia ou um marcador de livros dentro do envelope.
A bondade mantém uma casa limpa e em ordem, mas o amor acrescenta um buquê de flores viçosas.
A bondade oferece um copo de leite, mas o amor acrescenta, um pouco de chocolate.
A bondade faz o que é decente, básico, delicado e necessário para que a vida flua de modo tranqüilo, suave e agradável.
O amor dá um passo a mais para fazer com que a vida seja verdadeiramente excitante, criativa e sugestiva!
O amor transforma as coisas simples em especiais!
Um garoto levantou-se e disse:
“Bem, se eu estivesse com fome e alguém me desse um pedaço de pão, isso seria bondade. Mas se passasse geléia no pão, isso seria amor”.
A bondade proporciona uma casa, mas o amor proporciona um lar.
A bondade entrega o lanche num pacote bonito, mas o amor coloca um bilhete de incentivo dentro do pacote.
A bondade proporciona um aparelho de TV ou um computador, mas o amor toma conta do controle remoto e insiste para que a criança o “desligue” no momento certo.
A bondade manda a criança para a cama na hora certa, mas o amor a cobre com carinho e lhe dá um beijo e um abraço de boa noite.
A bondade prepara uma refeição, mas o amor escolhe seus pratos prediletos” e os serve à luz de velas.
A bondade escreve uma nota de agradecimento, mas o amor toma o cuidado de colocar uma brincadeira, uma fotografia ou um marcador de livros dentro do envelope.
A bondade mantém uma casa limpa e em ordem, mas o amor acrescenta um buquê de flores viçosas.
A bondade oferece um copo de leite, mas o amor acrescenta, um pouco de chocolate.
A bondade faz o que é decente, básico, delicado e necessário para que a vida flua de modo tranqüilo, suave e agradável.
O amor dá um passo a mais para fazer com que a vida seja verdadeiramente excitante, criativa e sugestiva!
O amor transforma as coisas simples em especiais!
domingo, 14 de setembro de 2008
Haja o que houver eu estarei sempre com você
Na Romênia, um homem dizia sempre a seu filho:
- Haja o que houver, eu sempre estarei a seu lado.
Houve, nesta época um terremoto de intensidade muito grande, que quase alisou as construções lá existentes nesta época.
Estava nesta hora este homem em uma estrada. Ao ver o ocorrido, correu para casa e verificou que sua esposa estava bem, mas seu filho nesta hora estava na escola.
Foi imediatamente para lá. E a encontrou totalmente destruída. Não restou, uma única parede de pé.
Tomado de uma enorme tristeza ficou ali ouvindo, a voz feliz de seu filho e sua promessa. (não cumprida)
"Haja o que houver: eu estarei sempre a seu lado".
Seu coração estava apertado e sua vista apenas enxergava a destruição. A Voz de seu filho e sua promessa não cumprida, o dilaceravam. Mentalmente percorreu inúmeras vezes o trajeto que fazia diariamente segurando sua mãozinha.
O portão (que não mais existia); Corredor. Olhava as paredes, aquele rostinho confiante: Passava pela sala do 3º ano, virava o corredor e o olhava ao entrar. Até que resolveu fazer em cima dos escombros, o mesmo trajeto. Portão Corredor Virou a direita
E parou em frente ao que deveria ser a porta da sala. Nada! Apenas uma pilha de material destruído. Nem ao menos um pedaço de alguma coisa que lembrasse a classe. Olhava tudo desolado.
E continuava a ouvir sua promessa.
"Haja o que houver, eu sempre estarei com você''.
E ele não estava.
Começou a cavar com as mãos.
Nisto chegaram outros pais, que embora bem intencionados, e também desolados, tentavam afastá-lo de lá dizendo:
- Vá para casa. Não adianta, não sobrou ninguém.
- Vá para casa.
Ao que ele retrucava:
- Você vai me ajudar?
Mas ninguém o ajudava, e pouco a pouco, todos se afastavam. Chegaram os Policiais, que também tentaram retirá-lo dali, pois viam que não havia chance de ter sobrado ninguém com vida. Haviam outros locais com mais esperança.
Mas este homem não esquecia sua promessa ao filho, a única coisa que dizia para as pessoas que tentavam retirá-lo de lá era:
- Você vai me ajudar?
Mas eles também o abandonavam. Chegaram os bombeiros, e foi a mesma coisa.
- Saia daí, não está vendo que não pode ter sobrado ninguém vivo? Você ainda vai por em risco a vida de pessoas que queiram te ajudar pois continuam havendo explosões e incêndios.
Ele retrucava:
- Você vai me ajudar?
- Você está cego pela dor não enxerga mais nada. Ou então é a raiva da desgraça.
- Você vai me ajudar?
Um a um todos se afastavam.
Ele trabalhou quase sem descanso, apenas com pequenos intervalos, mas não se afastava dali. 5, 10, 12, 22, 24,30 horas.
Já exausto, dizia a si mesmo que precisava saber se seu filho estava vivo ou morto.
Até que ao afastar uma enorme pedra, sempre chamando pelo filho, ouviu:
- Pai estou aqui!
Feliz fazia mais força para abrir um vão maior e perguntou:
- Você está bem?
- Estou. Mas com sede, fome e muito medo.
- Tem mais alguém com você?
- Sim, dos 36 da classe 14 estão comigo estamos presos em um vão entre dois pilares. Estamos todos bem.
Apenas conseguia se ouvir seus gritos de alegria.
- Pai, eu falei a eles: Vocês podem ficar sossegados, pois meu pai irá nos achar. Eles não acreditavam, mas eu dizia a toda hora. Haja o que houver, meu pai, estará sempre a meu lado.
- Vamos, abaixe-se e tente sair por este buraco.
- Não! Deixe eles saírem primeiro Eu sei que haja o que houver você estará me esperando!
- Haja o que houver, eu sempre estarei a seu lado.
Houve, nesta época um terremoto de intensidade muito grande, que quase alisou as construções lá existentes nesta época.
Estava nesta hora este homem em uma estrada. Ao ver o ocorrido, correu para casa e verificou que sua esposa estava bem, mas seu filho nesta hora estava na escola.
Foi imediatamente para lá. E a encontrou totalmente destruída. Não restou, uma única parede de pé.
Tomado de uma enorme tristeza ficou ali ouvindo, a voz feliz de seu filho e sua promessa. (não cumprida)
"Haja o que houver: eu estarei sempre a seu lado".
Seu coração estava apertado e sua vista apenas enxergava a destruição. A Voz de seu filho e sua promessa não cumprida, o dilaceravam. Mentalmente percorreu inúmeras vezes o trajeto que fazia diariamente segurando sua mãozinha.
O portão (que não mais existia); Corredor. Olhava as paredes, aquele rostinho confiante: Passava pela sala do 3º ano, virava o corredor e o olhava ao entrar. Até que resolveu fazer em cima dos escombros, o mesmo trajeto. Portão Corredor Virou a direita
E parou em frente ao que deveria ser a porta da sala. Nada! Apenas uma pilha de material destruído. Nem ao menos um pedaço de alguma coisa que lembrasse a classe. Olhava tudo desolado.
E continuava a ouvir sua promessa.
"Haja o que houver, eu sempre estarei com você''.
E ele não estava.
Começou a cavar com as mãos.
Nisto chegaram outros pais, que embora bem intencionados, e também desolados, tentavam afastá-lo de lá dizendo:
- Vá para casa. Não adianta, não sobrou ninguém.
- Vá para casa.
Ao que ele retrucava:
- Você vai me ajudar?
Mas ninguém o ajudava, e pouco a pouco, todos se afastavam. Chegaram os Policiais, que também tentaram retirá-lo dali, pois viam que não havia chance de ter sobrado ninguém com vida. Haviam outros locais com mais esperança.
Mas este homem não esquecia sua promessa ao filho, a única coisa que dizia para as pessoas que tentavam retirá-lo de lá era:
- Você vai me ajudar?
Mas eles também o abandonavam. Chegaram os bombeiros, e foi a mesma coisa.
- Saia daí, não está vendo que não pode ter sobrado ninguém vivo? Você ainda vai por em risco a vida de pessoas que queiram te ajudar pois continuam havendo explosões e incêndios.
Ele retrucava:
- Você vai me ajudar?
- Você está cego pela dor não enxerga mais nada. Ou então é a raiva da desgraça.
- Você vai me ajudar?
Um a um todos se afastavam.
Ele trabalhou quase sem descanso, apenas com pequenos intervalos, mas não se afastava dali. 5, 10, 12, 22, 24,30 horas.
Já exausto, dizia a si mesmo que precisava saber se seu filho estava vivo ou morto.
Até que ao afastar uma enorme pedra, sempre chamando pelo filho, ouviu:
- Pai estou aqui!
Feliz fazia mais força para abrir um vão maior e perguntou:
- Você está bem?
- Estou. Mas com sede, fome e muito medo.
- Tem mais alguém com você?
- Sim, dos 36 da classe 14 estão comigo estamos presos em um vão entre dois pilares. Estamos todos bem.
Apenas conseguia se ouvir seus gritos de alegria.
- Pai, eu falei a eles: Vocês podem ficar sossegados, pois meu pai irá nos achar. Eles não acreditavam, mas eu dizia a toda hora. Haja o que houver, meu pai, estará sempre a meu lado.
- Vamos, abaixe-se e tente sair por este buraco.
- Não! Deixe eles saírem primeiro Eu sei que haja o que houver você estará me esperando!
sábado, 13 de setembro de 2008
O PODER DA DOÇURA!
O viajante caminhava pela estrada, quando observou o pequeno rio que começava tímido por entre as pedras.
Foi seguindo-o por muito tempo. Aos poucos, ele foi tomando volume e se tornando um rio maior.
O viajante continuou a seguí-lo. Bem mais adiante, o que era um pequeno rio, se dividiu em dezenas de cachoeiras, num espetáculo de águas cantantes.
A música das águas atraiu mais o viajante, que se aproximou e foi descendo pelas pedras, ao lado de uma das cachoeiras. Descobriu, finalmente, uma gruta. A natureza criara, com paciência, caprichosas formas na gruta. Ele a foi adentrando, admirando sempre mais as pedras gastas pelo tempo.
De repente, descobriu uma placa. Alguém estivera ali antes dele. Com a lanterna, iluminou os versos, que nela estavam escritos. Eram versos do grande escritor Tagore, prêmio Nobel de literatura de 1913:
"Não foi o martelo que deixou perfeitas
estas pedras, mas a água, com sua
doçura, sua dança e sua canção.
Onde a dureza só faz destruir,
a suavidade consegue esculpir."
Foi seguindo-o por muito tempo. Aos poucos, ele foi tomando volume e se tornando um rio maior.
O viajante continuou a seguí-lo. Bem mais adiante, o que era um pequeno rio, se dividiu em dezenas de cachoeiras, num espetáculo de águas cantantes.
A música das águas atraiu mais o viajante, que se aproximou e foi descendo pelas pedras, ao lado de uma das cachoeiras. Descobriu, finalmente, uma gruta. A natureza criara, com paciência, caprichosas formas na gruta. Ele a foi adentrando, admirando sempre mais as pedras gastas pelo tempo.
De repente, descobriu uma placa. Alguém estivera ali antes dele. Com a lanterna, iluminou os versos, que nela estavam escritos. Eram versos do grande escritor Tagore, prêmio Nobel de literatura de 1913:
"Não foi o martelo que deixou perfeitas
estas pedras, mas a água, com sua
doçura, sua dança e sua canção.
Onde a dureza só faz destruir,
a suavidade consegue esculpir."
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Cada um tem o seu próprio tamanho
Uma das causas mais freqüentes da infelicidade no homem é a inveja.
Uma vez um simples quebrador de pedras estava insatisfeito consigo mesmo e com sua posição na vida. Um dia ele passou em frente a uma rica casa de um comerciante. Pensou com inveja:
"Quão rico e poderoso deve ser este homem!".
Para sua grande surpresa ele repentinamente tornou-se rico e poderoso, embora fosse invejado e detestado por todos aqueles menos poderosos e ricos do que ele.
Um dia olhou para o sol e pensou:
"Quão poderoso é o Sol!". "Gostaria de ser o Sol!".
Então ele tornou-se o Sol, lançando seus raios para a terra sobre tudo e sobre todos.
Mais uma vez invejou o vento:
"Quão poderoso é o Vento!" ele pensou. "Gostaria de ser o vento!"
Então ele tornou-se um furacão, soprando as telhas dos telhados das casas.
Mas em determinado momento ele encontrou algo que ele não foi capaz de mover nem um milímetro, não importasse o quanto ele soprasse em sua volta, lançando-lhe rajadas de ar. Ele viu que o objeto era uma grande e alta rocha.
"Quão poderosa é a rocha!" ele pensou. "Gostaria de ser uma rocha!"
Então ele tornou-se a rocha. Mais poderoso do que qualquer outra coisa na terra, eterno e irremovível. Mas enquanto ele estava lá, orgulhoso pela sua força, ele ouviu o som de um martelo batendo sobre uma dura superfície, e sentiu a si mesmo sendo despedaçado. O que poderia ser mais poderoso do que uma rocha?!?" pensou surpreso. Então ele olhou para baixo e viu a figura de um humilde quebrador de pedras.
Moral da história:
Não se resolve a inveja, o ressentimento, torcendo pela queda do outro. Negar as próprias limitações não dá vida a ninguém. Cada um tem o seu próprio tamanho e nem por isso é mais ou menos importante.
Uma vez um simples quebrador de pedras estava insatisfeito consigo mesmo e com sua posição na vida. Um dia ele passou em frente a uma rica casa de um comerciante. Pensou com inveja:
"Quão rico e poderoso deve ser este homem!".
Para sua grande surpresa ele repentinamente tornou-se rico e poderoso, embora fosse invejado e detestado por todos aqueles menos poderosos e ricos do que ele.
Um dia olhou para o sol e pensou:
"Quão poderoso é o Sol!". "Gostaria de ser o Sol!".
Então ele tornou-se o Sol, lançando seus raios para a terra sobre tudo e sobre todos.
Mais uma vez invejou o vento:
"Quão poderoso é o Vento!" ele pensou. "Gostaria de ser o vento!"
Então ele tornou-se um furacão, soprando as telhas dos telhados das casas.
Mas em determinado momento ele encontrou algo que ele não foi capaz de mover nem um milímetro, não importasse o quanto ele soprasse em sua volta, lançando-lhe rajadas de ar. Ele viu que o objeto era uma grande e alta rocha.
"Quão poderosa é a rocha!" ele pensou. "Gostaria de ser uma rocha!"
Então ele tornou-se a rocha. Mais poderoso do que qualquer outra coisa na terra, eterno e irremovível. Mas enquanto ele estava lá, orgulhoso pela sua força, ele ouviu o som de um martelo batendo sobre uma dura superfície, e sentiu a si mesmo sendo despedaçado. O que poderia ser mais poderoso do que uma rocha?!?" pensou surpreso. Então ele olhou para baixo e viu a figura de um humilde quebrador de pedras.
Moral da história:
Não se resolve a inveja, o ressentimento, torcendo pela queda do outro. Negar as próprias limitações não dá vida a ninguém. Cada um tem o seu próprio tamanho e nem por isso é mais ou menos importante.
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