Diante de um jardim belo, coberto de roseiras perfumadas, o dono do jardim as espera florescer.. Não pensa na quantidade enorme de espinhos que seu tronco possui, toma cuidado com eles, mas espera o florir das rosas. Quando uma única rosa brota, enfeitando toda aquela roseira cheia de espinhos, o dono do jardim olha, avidamente, outros que podem surgir, sabendo que serão rosas a enfeitar amanhã.
Nós trazemos cravados na alma muitos espinhos do ontem, mas somos rosas, na essência sublime de Deus; nós também vamos florir em alegria. Se essas alegrias são poucas e as dores são muitas, alegrias aconteceram em nossas vidas e alegrias acontecerão sempre. Mesmo que sejam momentos, dias, algum tempo, mas como as roseiras, o sorriso brota, a paz chega e nós nos transformamos num canteirinho de paz.
Mas, existe o tempo, às vezes longo, em que só permanecem espinhos, o vendaval da dor assola e as pétalas de nossas esperanças, de nossas alegrias, caem pelo chão. Mas, não devemos nos esquecer de que essas pétalas caídas, serão adubo amanhã. Esse adubo precioso que mantém nosso espírito vivo, que mantém a roseira forte, que mantém a possibilidade de ela florir.
Nós trazemos muitos compromissos assumidos de vidas passadas, não podemos deixar que o desânimo, a tristeza, a desesperança nos domine. Porque só receberemos, realmente, um auxílio completo, à medida em que tivermos total confiança no alto. Aí sim, será possível Jesus nos estender as mãos e nós, desse amor imenso, desse grande médico de Deus que foi o mestre, recebermos a ajuda de que precisamos, lembrando de que toda a dor é cura para nossos corações, que toda separação é prognóstico de união, que todas as experiências são bênçãos preciosas que amealhamos no espírito.
Por isso, mantenham a chama da fé sempre acesa. A fé é a única chama que não se apaga nunca.
Mostrar mensagens com a etiqueta Shyrlene Soares/Bezerra de Menezes. Mostrar todas as mensagens
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domingo, 29 de março de 2009
quarta-feira, 25 de março de 2009
A Fé é a única chama que não se apaga nunca
Diante de um jardim belo, coberto de roseiras perfumadas, o dono do jardim as espera florescer. Não pensa na quantidade enorme de espinhos que seu tronco possui, toma cuidado com eles, mas espera o florir das rosas. Quando uma única rosa brota, enfeitando toda aquela roseira cheia de espinhos, o dono do jardim olha, avidamente, outros que podem surgir, sabendo que serão rosas a enfeitar amanhã.
Nós trazemos cravados na alma muitos espinhos do ontem, mas somos rosas, na essência sublime de Deus; nós também vamos florir em alegria. Se essas alegrias são poucas e as dores são muitas, alegrias aconteceram em nossas vidas e alegrias acontecerão sempre. Mesmo que sejam momentos, dias, algum tempo, mas como as roseiras, o sorriso brota, a paz chega e nós nos transformamos num canteirinho de paz.
Mas, existe o tempo, às vezes longo, em que só permanecem espinhos, o vendaval da dor assola e as pétalas de nossas esperanças, de nossas alegrias, caem pelo chão. Mas, não devemos nos esquecer de que essas pétalas caídas, serão adubo amanhã. Esse adubo precioso que mantém nosso espírito vivo, que mantém a roseira forte, que mantém a possibilidade de ela florir.
Nós trazemos muitos compromissos assumidos de vidas passadas, não podemos deixar que o desânimo, a tristeza, a desesperança nos domine. Porque só receberemos, realmente, um auxílio completo, à medida em que tivermos total confiança no alto. Aí sim, será possível Jesus nos estender as mãos e nós, desse amor imenso, desse grande médico de Deus que foi o mestre, recebermos a ajuda de que precisamos, lembrando de que toda a dor é cura para nossos corações, que toda separação é prognóstico de união, que todas as experiências são bênçãos preciosas que amealhamos no espírito.
Por isso, mantenham a chama da fé sempre acesa.
A fé é a única chama que não se apaga nunca.
Nós trazemos cravados na alma muitos espinhos do ontem, mas somos rosas, na essência sublime de Deus; nós também vamos florir em alegria. Se essas alegrias são poucas e as dores são muitas, alegrias aconteceram em nossas vidas e alegrias acontecerão sempre. Mesmo que sejam momentos, dias, algum tempo, mas como as roseiras, o sorriso brota, a paz chega e nós nos transformamos num canteirinho de paz.
Mas, existe o tempo, às vezes longo, em que só permanecem espinhos, o vendaval da dor assola e as pétalas de nossas esperanças, de nossas alegrias, caem pelo chão. Mas, não devemos nos esquecer de que essas pétalas caídas, serão adubo amanhã. Esse adubo precioso que mantém nosso espírito vivo, que mantém a roseira forte, que mantém a possibilidade de ela florir.
Nós trazemos muitos compromissos assumidos de vidas passadas, não podemos deixar que o desânimo, a tristeza, a desesperança nos domine. Porque só receberemos, realmente, um auxílio completo, à medida em que tivermos total confiança no alto. Aí sim, será possível Jesus nos estender as mãos e nós, desse amor imenso, desse grande médico de Deus que foi o mestre, recebermos a ajuda de que precisamos, lembrando de que toda a dor é cura para nossos corações, que toda separação é prognóstico de união, que todas as experiências são bênçãos preciosas que amealhamos no espírito.
Por isso, mantenham a chama da fé sempre acesa.
A fé é a única chama que não se apaga nunca.
terça-feira, 12 de agosto de 2008
NÃO PISEMOS AS FLORES DO CAMPO
Um dia Maria caminhava com uma amiga para ir pegar a água preciosa no poço.
Quando Ela viu, na beira da estrada, muitas florezinhas silvestres – porque as flores, elas são insistentes, representam a beleza de Deus e são capazes, mesmo no deserto, de teimar em florir, aqui e ali, essa companheira foi na direção dessas poucas florezinhas rasteiras, Maria disse para ele:
-Não pise as flores do chão! Elas são nosso Pai a embelezar nossas vidas e resplandecer nos nossos olhos a grandeza que só Ele sabe doar. Essas florezinhas, se forem pisadas pelos nossos pés, não darão o néctar precioso para as abelhinhas, não será o alimento para o colibri... Não pise as flores do chão.
-Maria, em tudo você vê Deus. Em tudo o que você faz, você sempre vê Deus. Essas flores para mim são apenas flores, mas para você, elas representam uma vida tão extensa, tão fértil ... Eu não vou pisá-las.
Ao afastar-se do local, naquele instante, uma serpente fugiu de entre as flores e atravessou o caminho. A mulher, a jovem mulher, deu um grito de susto:
-Maria, você, me ensinando não pisar as flores, me salvou a vida!
Maria disse:
-Não, minha amiga, quem te salvou a vida foi Deus. Mas, lembre-se de que, assim como as abelhas buscam o néctar precioso e os colibris, nos pistilos das flores, o seu alimento, também os répteis se escondem na sombra do chão. Aprenda a olhar o céu sem descuidar-se da Terra. Olhe aonde seus pés pisam e procure conservar a vida, porque assim você estará conservando a sua própria vida.
E foram buscar a água abençoada. A mulher, insistentemente, olhava para Maria e Maria, olhando para o céu, dizia:
-Obrigada, Senhor! Porque em tudo o que nos cerca existe a sua imensa lição de amor.
Obrigada, Senhor, pela vida, obrigada pelas lições que o chão nos ensina, que o céu possa nos aprovar.
Acabou a pequena história. Essa mulher nunca mais, certamente, deve ter pisado as flores do chão. Mas, certamente, deve ter tido muito cuidado com os matos rasteiros que estão às margens do nosso caminho.
Aqueles que estão no nosso caminho são, efetivamente, os companheiros de jornada.
Aqueles que estão à margem do nosso caminho são, ás vezes, colaboradores, ou meros espectadores. Mas, quem disse que não podemos ajudar a todos eles nesse processo de serem espectadores? Por que não podemos ajudá-los a ter uma vida mais intensa, mais bela e mais produtiva?
Quanto à nós, sigamos com as lições que Maria nos oferece, na singeleza do seu ser.
Não pisemos as flores do campo, porque em todas elas resplandece Deus.
Quando Ela viu, na beira da estrada, muitas florezinhas silvestres – porque as flores, elas são insistentes, representam a beleza de Deus e são capazes, mesmo no deserto, de teimar em florir, aqui e ali, essa companheira foi na direção dessas poucas florezinhas rasteiras, Maria disse para ele:
-Não pise as flores do chão! Elas são nosso Pai a embelezar nossas vidas e resplandecer nos nossos olhos a grandeza que só Ele sabe doar. Essas florezinhas, se forem pisadas pelos nossos pés, não darão o néctar precioso para as abelhinhas, não será o alimento para o colibri... Não pise as flores do chão.
-Maria, em tudo você vê Deus. Em tudo o que você faz, você sempre vê Deus. Essas flores para mim são apenas flores, mas para você, elas representam uma vida tão extensa, tão fértil ... Eu não vou pisá-las.
Ao afastar-se do local, naquele instante, uma serpente fugiu de entre as flores e atravessou o caminho. A mulher, a jovem mulher, deu um grito de susto:
-Maria, você, me ensinando não pisar as flores, me salvou a vida!
Maria disse:
-Não, minha amiga, quem te salvou a vida foi Deus. Mas, lembre-se de que, assim como as abelhas buscam o néctar precioso e os colibris, nos pistilos das flores, o seu alimento, também os répteis se escondem na sombra do chão. Aprenda a olhar o céu sem descuidar-se da Terra. Olhe aonde seus pés pisam e procure conservar a vida, porque assim você estará conservando a sua própria vida.
E foram buscar a água abençoada. A mulher, insistentemente, olhava para Maria e Maria, olhando para o céu, dizia:
-Obrigada, Senhor! Porque em tudo o que nos cerca existe a sua imensa lição de amor.
Obrigada, Senhor, pela vida, obrigada pelas lições que o chão nos ensina, que o céu possa nos aprovar.
Acabou a pequena história. Essa mulher nunca mais, certamente, deve ter pisado as flores do chão. Mas, certamente, deve ter tido muito cuidado com os matos rasteiros que estão às margens do nosso caminho.
Aqueles que estão no nosso caminho são, efetivamente, os companheiros de jornada.
Aqueles que estão à margem do nosso caminho são, ás vezes, colaboradores, ou meros espectadores. Mas, quem disse que não podemos ajudar a todos eles nesse processo de serem espectadores? Por que não podemos ajudá-los a ter uma vida mais intensa, mais bela e mais produtiva?
Quanto à nós, sigamos com as lições que Maria nos oferece, na singeleza do seu ser.
Não pisemos as flores do campo, porque em todas elas resplandece Deus.
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