Missionária da vida.
Ampara o homem para que
o homem te ampare.
Não te conspurques no prazer,
nem te mergulhes no vício.
A felicidade na Terra depende
de ti, como o fruto depende
da árvore.
Mãe, sê o anjo do lar.
Esposa, auxilia sempre.
Companheira, acende o
lume da esperança.
Irmã, sacrifica-te e ajuda.
Mestra, orienta o caminho
Enfermeira, compadece-te
Fonte sublime, se as feras
do mal te poluíram as águas,
imita a corrente cristalina
que no serviço infatigável
a todos, expulsa do próprio
seio a lama que lhe atiram.
Por mais te aflija a dificuldade,
não te confies à tristeza ou
ao desânimo.
Lembra os órfãos, os doentes,
os velhos e os desvalidos
da estrada que esperam
por teus braços e sorri com
serenidade para a luta.
Deixa que o trabalho tanja
as cordas celestes do teu
sentimento para que não falte
a música da harmonia aos
pedregosos trilhos
da existência terrestre.
Teu coração é uma
estrela encarcerada.
Não lhe apagues a luz para
que o amor resplandeça
sobre as trevas.
Eleva-te, elevando-nos.
Não te esqueças de que
trazes nas mãos a chave da vida
porque a chave da vida é
a Glória de Deus.
Mostrar mensagens com a etiqueta Meimei. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Meimei. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 22 de maio de 2009
domingo, 11 de janeiro de 2009
Deixa que a fé em Deus te ilumine
Deixa que a fé em Deus te ilumine a visão
para que te reconheças no lugar de servir.
Indubitavelmente, perceberás a série dos
desafios que te rodeiam: o lar talvez difícil,
entes amados na desvinculação violenta,
incompreensões à mostra, ocorrências que se
vestem de lágrimas... Entretanto, não te
convertas em tuba da aflição.
Tumulto adia em nós a conexão necessária
com a Providência Divina.
Ama e auxilia sem alterar-te.
A rosa acabará florescendo no espinheiral.
As estrelas surgirão varando as trevas.
Deus está agindo.
Na construção da felicidade, onde a provação
apareça não te lamentes nem reclames.
Dá o teu toque de amor e Deus fará o resto.
para que te reconheças no lugar de servir.
Indubitavelmente, perceberás a série dos
desafios que te rodeiam: o lar talvez difícil,
entes amados na desvinculação violenta,
incompreensões à mostra, ocorrências que se
vestem de lágrimas... Entretanto, não te
convertas em tuba da aflição.
Tumulto adia em nós a conexão necessária
com a Providência Divina.
Ama e auxilia sem alterar-te.
A rosa acabará florescendo no espinheiral.
As estrelas surgirão varando as trevas.
Deus está agindo.
Na construção da felicidade, onde a provação
apareça não te lamentes nem reclames.
Dá o teu toque de amor e Deus fará o resto.
sábado, 20 de dezembro de 2008
Agradece
Agradece as mãos que te constróem a existência, decorando-a com
as tintas da alegria e da esperança, mas endereça os teus pensamentos
de gratidão àquelas outras que te ferem com os espinhos da incompreensão,
ensinando-te a conviver e a servir.
Agradece as vozes que te embalam os anseios, entretecendo hinos
de paz e amor com que te inspiram as melhores realizações, no entanto,
envia as tuas vibrações de reconhecimento àquelas outras que te exageram
essa ou aquela falha, induzindo-te a compreender e a perdoar.
Agradece aos amigos que te proporcionam mesa farta, impulsionando-te a pensar
na abastança da Terra, mas não recuses respeito àqueles que, em algum tempo,
te sonegaram o pão, levando-te a prestigiar a fraternidade e a beneficência.
Agradece aos irmãos que te reconhecem a nobreza de sentimentos,
louvando-te o trabalho, entretanto, não olvides o apreço que se
deve àqueles outros que te menosprezam, auxiliando-te a descobrir
os tesouros da humildade e da tolerância.
Certa feita, um pedaço de carbono sumido no monturo pediu a
Deus o levasse para a superfície da Terra, a fim de ser mais útil.
O Supremo Senhor ouviu-lhe a súplica e determinou fosse ele
detido no subsolo para a devida maturação.
O minério humilde aceitou a resposta e permaneceu na clausura,
por séculos e séculos, suportando a química da natureza com o assalto
constante dos vermes que habitavam o chão.
Chegou, por fim, o tempo em que o Criador mandou arrancá-lo
para atender-lhes aos ideais.
Instrumentos de perfuração exumaram-no a golpes desapiedados
e o lapidário cortou-lhe o corpo, de vários modos, em minucioso burilamento.
Mas quando o carbono sublimado surgiu, de todo, aos olhos do mundo,
Deus o havia transformado no brilhante, que passou a brilhar, entre
os homens, parecendo uma flor do arco-íris com o fulgor das estrelas.
as tintas da alegria e da esperança, mas endereça os teus pensamentos
de gratidão àquelas outras que te ferem com os espinhos da incompreensão,
ensinando-te a conviver e a servir.
Agradece as vozes que te embalam os anseios, entretecendo hinos
de paz e amor com que te inspiram as melhores realizações, no entanto,
envia as tuas vibrações de reconhecimento àquelas outras que te exageram
essa ou aquela falha, induzindo-te a compreender e a perdoar.
Agradece aos amigos que te proporcionam mesa farta, impulsionando-te a pensar
na abastança da Terra, mas não recuses respeito àqueles que, em algum tempo,
te sonegaram o pão, levando-te a prestigiar a fraternidade e a beneficência.
Agradece aos irmãos que te reconhecem a nobreza de sentimentos,
louvando-te o trabalho, entretanto, não olvides o apreço que se
deve àqueles outros que te menosprezam, auxiliando-te a descobrir
os tesouros da humildade e da tolerância.
Certa feita, um pedaço de carbono sumido no monturo pediu a
Deus o levasse para a superfície da Terra, a fim de ser mais útil.
O Supremo Senhor ouviu-lhe a súplica e determinou fosse ele
detido no subsolo para a devida maturação.
O minério humilde aceitou a resposta e permaneceu na clausura,
por séculos e séculos, suportando a química da natureza com o assalto
constante dos vermes que habitavam o chão.
Chegou, por fim, o tempo em que o Criador mandou arrancá-lo
para atender-lhes aos ideais.
Instrumentos de perfuração exumaram-no a golpes desapiedados
e o lapidário cortou-lhe o corpo, de vários modos, em minucioso burilamento.
Mas quando o carbono sublimado surgiu, de todo, aos olhos do mundo,
Deus o havia transformado no brilhante, que passou a brilhar, entre
os homens, parecendo uma flor do arco-íris com o fulgor das estrelas.
domingo, 16 de novembro de 2008
Toque de Amor
Deixa que a fé em Deus te ilumine a visão
para que te reconheças no lugar de servir.
Indubitavelmente, perceberás a série dos
desafios que te rodeiam: o lar talvez difícil,
entes amados na desvinculação violenta,
incompreensões à mostra, ocorrências que se
vestem de lágrimas... Entretanto, não te
convertas em tuba da aflição.
Tumulto adia em nós a conexão necessária
com a Providência Divina.
Ama e auxilia sem alterar-te.
A rosa acabará florescendo no espinheiral.
As estrelas surgirão varando as trevas.
Deus está agindo.
Na construção da felicidade, onde a provação
apareça não te lamentes nem reclames.
Dá o teu toque de amor e Deus fará o resto.
para que te reconheças no lugar de servir.
Indubitavelmente, perceberás a série dos
desafios que te rodeiam: o lar talvez difícil,
entes amados na desvinculação violenta,
incompreensões à mostra, ocorrências que se
vestem de lágrimas... Entretanto, não te
convertas em tuba da aflição.
Tumulto adia em nós a conexão necessária
com a Providência Divina.
Ama e auxilia sem alterar-te.
A rosa acabará florescendo no espinheiral.
As estrelas surgirão varando as trevas.
Deus está agindo.
Na construção da felicidade, onde a provação
apareça não te lamentes nem reclames.
Dá o teu toque de amor e Deus fará o resto.
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Temos o que Damos
Podes guardar o pão para muitos dias, ainda que o excesso de tua casa signifique ausência do essencial entre os próprios vizinhos;
todavia, quanto puderes, alonga a migalha de alimento aos que fitam debalde o fogão sem lume.
Podes conservar armários repletos de veste inútil, ainda que a traça concorra contigo à posse do pano devido aos que se cobrem de andrajos; no entanto, sempre que possas, cede a migalha de roupa ao companheiro que sente frio.
Podes trazer bolsa farta, ainda que o dinheiro supérfluo te imponha problemas e inquietações; contudo, quanto puderes, oferece a migalha de recurso aos irmãos em necessidade.
Podes alinhar perfumes e adornos para uso à vontade, ainda que pagues caro a hora do abuso; mas, sempre que possas, estende a migalha de remédio aos doentes em abandono.
Um dia, que será noite em teus olhos, deixarás pratos cheios e móveis abarrotados, cofres e enfeites, para a travessia de grande sombra; entretanto, não viajarás de todo nas trevas, porque as migalhas de amor que tiveres distribuído estarão multiplicadas em tuas mãos como bênçãos de luz.
todavia, quanto puderes, alonga a migalha de alimento aos que fitam debalde o fogão sem lume.
Podes conservar armários repletos de veste inútil, ainda que a traça concorra contigo à posse do pano devido aos que se cobrem de andrajos; no entanto, sempre que possas, cede a migalha de roupa ao companheiro que sente frio.
Podes trazer bolsa farta, ainda que o dinheiro supérfluo te imponha problemas e inquietações; contudo, quanto puderes, oferece a migalha de recurso aos irmãos em necessidade.
Podes alinhar perfumes e adornos para uso à vontade, ainda que pagues caro a hora do abuso; mas, sempre que possas, estende a migalha de remédio aos doentes em abandono.
Um dia, que será noite em teus olhos, deixarás pratos cheios e móveis abarrotados, cofres e enfeites, para a travessia de grande sombra; entretanto, não viajarás de todo nas trevas, porque as migalhas de amor que tiveres distribuído estarão multiplicadas em tuas mãos como bênçãos de luz.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
A LUZ EM TI
um tesouro inigualável, teu somente.
Ninguém dispõe dele em teu lugar. Nas horas mais difíceis, podes gastá-lo sem preocupação. Quando alguém te fira, é capaz de revelar-te a grandeza da alma, no brilho do perdão.
No momento em que os seres mais queridos porventura te abandonem, será parte luminosa de tua benção.
Ante os irmãos infelizes, é o teu cartão de paz e simpatia. Nos empreendimentos que te digam respeito ao próprio interesse, converte-se em passaporte para a aquisição das vantagens que desejes usufruir. No relacionamento comum, transforma-se na chave para a formação das amizades fiéis.
Na essência, é um investimento, a teu próprio favor, que realizas sem o menor prejuízo.
Esse tesouro é o teu sorriso, - luz de Deus em ti mesmo, - que nenhuma circunstância pode extinguir e que ninguém consegue arrebatar.
Ninguém dispõe dele em teu lugar. Nas horas mais difíceis, podes gastá-lo sem preocupação. Quando alguém te fira, é capaz de revelar-te a grandeza da alma, no brilho do perdão.
No momento em que os seres mais queridos porventura te abandonem, será parte luminosa de tua benção.
Ante os irmãos infelizes, é o teu cartão de paz e simpatia. Nos empreendimentos que te digam respeito ao próprio interesse, converte-se em passaporte para a aquisição das vantagens que desejes usufruir. No relacionamento comum, transforma-se na chave para a formação das amizades fiéis.
Na essência, é um investimento, a teu próprio favor, que realizas sem o menor prejuízo.
Esse tesouro é o teu sorriso, - luz de Deus em ti mesmo, - que nenhuma circunstância pode extinguir e que ninguém consegue arrebatar.
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Jesus Está Agindo
Deixa que a fé em Deus te ilumine a visão para que te reconheças no lugar de servir.
Indubitavelmente, perceberás a série dos desafios que te rodeiam: O lar talvez difícil,
entes amados na desvinculação violenta, incompreensões à mostra, ocorrências que
se vestem de lágrimas...
Entretanto, não te convertas em tuba da aflição.
Tumulto adia em nós a conexão necessária com a Providência Divina.
Ama e auxilia sem alterar-te.
A rosa acabará florescendo no espinheiral.
As estrelas surgirão varando as trevas.
Deus está agindo na construção da felicidade.
Onde a provação apareça não te lamentes nem reclames.
Dá o teu toque de amor e Deus fará o resto!!
Indubitavelmente, perceberás a série dos desafios que te rodeiam: O lar talvez difícil,
entes amados na desvinculação violenta, incompreensões à mostra, ocorrências que
se vestem de lágrimas...
Entretanto, não te convertas em tuba da aflição.
Tumulto adia em nós a conexão necessária com a Providência Divina.
Ama e auxilia sem alterar-te.
A rosa acabará florescendo no espinheiral.
As estrelas surgirão varando as trevas.
Deus está agindo na construção da felicidade.
Onde a provação apareça não te lamentes nem reclames.
Dá o teu toque de amor e Deus fará o resto!!
domingo, 12 de outubro de 2008
Súplica da Criança
Senhor ...
Disseram os homens que me queriam tanto,
mas ao atingir-lhes a casa, não dialogaram
comigo, segundo as minhas necessidades.
Quase todos me ofereceram um berço enfeitado,
mas poucos me deram o coração.
Afirmam que devo procurar a felicidade,
entretanto, não sei como fazer isso,
se os vejo a quase todos sofrendo e rebelando-se
por não aceitarem as disciplinas da vida.
Escuto-lhes as lições de paz, contudo,
acompanho-lhes as rixas em vista de estarem sempre
exigindo o maior quinhão de recursos da Terra.
Recomendam-me buscar a alegria, mas,
muitas vezes, observo que esta misturado de
lágrimas o leite que me estendem.
Erguem palácios para mim, no entanto,
entre as paredes dessas mansões coloridas e belas,
renovam, a cada dia, reclamações e queixas
que não sei compreender, nem registrar.
Explicam que preciso praticar o perdão e ,
ao mesmo tempo, muitos me mostram como
exercitar a vingança.
Senhor !...
Que será de mim, neste grande mundo que
construíste entre as estrelas,
sempre adornado de flores e aquecido pelo Sol,
se os homens me abandonarem ?
Faze que eles reconheçam que dependo deles
como o fruto depende da arvore.
E, tanto quanto seja possível, dizer-lhes, Senhor,
que terei comigo apenas o que me derem
e que posso ser, enquanto estiver aqui,
unicamente o que eles são.
Disseram os homens que me queriam tanto,
mas ao atingir-lhes a casa, não dialogaram
comigo, segundo as minhas necessidades.
Quase todos me ofereceram um berço enfeitado,
mas poucos me deram o coração.
Afirmam que devo procurar a felicidade,
entretanto, não sei como fazer isso,
se os vejo a quase todos sofrendo e rebelando-se
por não aceitarem as disciplinas da vida.
Escuto-lhes as lições de paz, contudo,
acompanho-lhes as rixas em vista de estarem sempre
exigindo o maior quinhão de recursos da Terra.
Recomendam-me buscar a alegria, mas,
muitas vezes, observo que esta misturado de
lágrimas o leite que me estendem.
Erguem palácios para mim, no entanto,
entre as paredes dessas mansões coloridas e belas,
renovam, a cada dia, reclamações e queixas
que não sei compreender, nem registrar.
Explicam que preciso praticar o perdão e ,
ao mesmo tempo, muitos me mostram como
exercitar a vingança.
Senhor !...
Que será de mim, neste grande mundo que
construíste entre as estrelas,
sempre adornado de flores e aquecido pelo Sol,
se os homens me abandonarem ?
Faze que eles reconheçam que dependo deles
como o fruto depende da arvore.
E, tanto quanto seja possível, dizer-lhes, Senhor,
que terei comigo apenas o que me derem
e que posso ser, enquanto estiver aqui,
unicamente o que eles são.
sábado, 4 de outubro de 2008
CONFIA SEMPRE
Não percas a tua fé entre as sombras do mundo.
Ainda que os teus pés estejam sangrando, segue para frente, erguendo-a por luz celeste, acima de ti mesmo.
Crê e trabalha.
Esforça-te no bem e espera com paciência.
Tudo passa e tudo se renova na Terra, mas o que vem do céu permanecerá.
De todos os infelizes, os mais desditosos são os que perderam a confiança em Deus e em si mesmos, porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo.
Eleva, pois, o teu olhar e caminha.
Luta e serve. Aprende e adianta-te.
Brilha a alvorada além da noite.
Hoje, é possível que a tempestade te amarfanhe o coração e te tormente o ideal, aguilhoando-te com aflição ou ameaçando-te com a morte.
Não te esqueça, porém, de que amanhã será outro dia!!!
Ainda que os teus pés estejam sangrando, segue para frente, erguendo-a por luz celeste, acima de ti mesmo.
Crê e trabalha.
Esforça-te no bem e espera com paciência.
Tudo passa e tudo se renova na Terra, mas o que vem do céu permanecerá.
De todos os infelizes, os mais desditosos são os que perderam a confiança em Deus e em si mesmos, porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo.
Eleva, pois, o teu olhar e caminha.
Luta e serve. Aprende e adianta-te.
Brilha a alvorada além da noite.
Hoje, é possível que a tempestade te amarfanhe o coração e te tormente o ideal, aguilhoando-te com aflição ou ameaçando-te com a morte.
Não te esqueça, porém, de que amanhã será outro dia!!!
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
ONDE PASSES
Quando cada dia se te apresenta,
em torno de atividades a que o dever te vincula,
aparecem as tarefas com as quais não contavas.
Geralmente, são pequenos encargos que a vida te propõe em nome de Deus.
É o amigo desesperado,
a mulher vergastada pelo sofrimento,
o desconhecido em dificuldade,
o doente esquecido ou a criança sem rumo,
a te pedirem apoio e consolação.
Não passes indiferente, diante da dor.
Cede um minuto do tempo
de que disponhas ou algo do que possuis
para diminuir o frio da penúria e a
febre da aflição.
Uma frase iluminada de amor e qualquer
migalha de socorro na bênção da
compreensão operam prodígios.
Pronuncia as palavras que libertem os
corações encarcerados na angústia,
tece um véu de esperança sobre as feridas ocultas,
improvisa algum reconforto para
os que carregam conflitos e lágrimas,
alivia os que choram e faze sorrir de algum modo,
aqueles que transitam pelos caminhos empedrados da solidão.
O tempo é uma estrada que todos somos compelidos a percorrer.
Segue plantando paz e semeando alegria.
Deus não nos pede o impossível.
Tanto quanto nos sucede,
onde estamos,
a vida na Terra te solicita,
onde passes,
esse ou aquele toque de amor,
a lembrar-te que o reino da felicidade
começa em ti.
em torno de atividades a que o dever te vincula,
aparecem as tarefas com as quais não contavas.
Geralmente, são pequenos encargos que a vida te propõe em nome de Deus.
É o amigo desesperado,
a mulher vergastada pelo sofrimento,
o desconhecido em dificuldade,
o doente esquecido ou a criança sem rumo,
a te pedirem apoio e consolação.
Não passes indiferente, diante da dor.
Cede um minuto do tempo
de que disponhas ou algo do que possuis
para diminuir o frio da penúria e a
febre da aflição.
Uma frase iluminada de amor e qualquer
migalha de socorro na bênção da
compreensão operam prodígios.
Pronuncia as palavras que libertem os
corações encarcerados na angústia,
tece um véu de esperança sobre as feridas ocultas,
improvisa algum reconforto para
os que carregam conflitos e lágrimas,
alivia os que choram e faze sorrir de algum modo,
aqueles que transitam pelos caminhos empedrados da solidão.
O tempo é uma estrada que todos somos compelidos a percorrer.
Segue plantando paz e semeando alegria.
Deus não nos pede o impossível.
Tanto quanto nos sucede,
onde estamos,
a vida na Terra te solicita,
onde passes,
esse ou aquele toque de amor,
a lembrar-te que o reino da felicidade
começa em ti.
sexta-feira, 29 de agosto de 2008
Jesus Te Escuta
Afirmas absoluta solidão...
Dizes não existir um só coração que te afague os sentimentos belos, que o alimentem de nobres sonhos...
Perguntas aos vãos da tua morada:
com quem compartilhar os planos do amanhã e as realizações do agora?
Onde uma mão amiga a estender-se para pensar tuas enfermidades?
Adiantando o porvir, reclamas uma alma que te acompanhe as últimas horas na jornada física...
Dores do teu valoroso coração que não se perdem nos ventos da Terra...
Se crês no amor, acalma teus anseios e ausculta nas cortinas do teu próprio Ser, uma luz que vela tua caminhada, como serena chama em noite tempestuosa,
a te falar blandícias e consolações, sem que atines na sua ação.
Tal Luz é o Cristo, que padecendo contigo as tuas provações, acompanha-te no teu calvário de iluminação,
reservando-te o jugo da ínfima parte do teu madeiro redentor.
Dizes não existir um só coração que te afague os sentimentos belos, que o alimentem de nobres sonhos...
Perguntas aos vãos da tua morada:
com quem compartilhar os planos do amanhã e as realizações do agora?
Onde uma mão amiga a estender-se para pensar tuas enfermidades?
Adiantando o porvir, reclamas uma alma que te acompanhe as últimas horas na jornada física...
Dores do teu valoroso coração que não se perdem nos ventos da Terra...
Se crês no amor, acalma teus anseios e ausculta nas cortinas do teu próprio Ser, uma luz que vela tua caminhada, como serena chama em noite tempestuosa,
a te falar blandícias e consolações, sem que atines na sua ação.
Tal Luz é o Cristo, que padecendo contigo as tuas provações, acompanha-te no teu calvário de iluminação,
reservando-te o jugo da ínfima parte do teu madeiro redentor.
terça-feira, 26 de agosto de 2008
MÃE
Um dia, a Mulher solitária e atormentada chegou ao Céu e, rojando-se, em lágrimas, diante do Eterno Pai, suplicou:
- Senhor, estou só! Compadece-te de mim. Meu companheiro fatigado, cada dia, pede-me repouso e devo velar-lhe o sono! quando triunfa no trabalho, absorve-se na atividade mais intensa e, muita vez distraído, afasta-se do lar, aonde volta somente quando exausto, a fim de refazer-se. Se sofre, vem a mim, abatido, buscando restauração e conforto... Tu que deste flores ao arvoredo e que abriste as carícias da fonte, no seio escuro e ressequido do solo, consagras-me, assim, ao insulamento? Reservaste a terra inteira ao serviço do homem que se agita, livre e dominador, sobre montes e vales, e concedes a mim apenas o estreito recinto da casa, entre quatro paredes, para meditar e afligir-me sem consolo? Se sou a companheira do homem, que se vale de mim para lutar e viver, quem me acompanhará na missão a que me destinas?
O Senhor sorriu, complacente, em seu trono de estrelas fulgurantes e, afagando-lhe a cabeça curvada e trêmula, falou compadecido:
- Dei o mundo ao homem, mas confiarei a vida ao teu coração.
Em seguida colocou-lhe nos braços uma frágil criança.
Desde então, a Mulher fez-se Mãe e passou a viver plenamente feliz.
- Senhor, estou só! Compadece-te de mim. Meu companheiro fatigado, cada dia, pede-me repouso e devo velar-lhe o sono! quando triunfa no trabalho, absorve-se na atividade mais intensa e, muita vez distraído, afasta-se do lar, aonde volta somente quando exausto, a fim de refazer-se. Se sofre, vem a mim, abatido, buscando restauração e conforto... Tu que deste flores ao arvoredo e que abriste as carícias da fonte, no seio escuro e ressequido do solo, consagras-me, assim, ao insulamento? Reservaste a terra inteira ao serviço do homem que se agita, livre e dominador, sobre montes e vales, e concedes a mim apenas o estreito recinto da casa, entre quatro paredes, para meditar e afligir-me sem consolo? Se sou a companheira do homem, que se vale de mim para lutar e viver, quem me acompanhará na missão a que me destinas?
O Senhor sorriu, complacente, em seu trono de estrelas fulgurantes e, afagando-lhe a cabeça curvada e trêmula, falou compadecido:
- Dei o mundo ao homem, mas confiarei a vida ao teu coração.
Em seguida colocou-lhe nos braços uma frágil criança.
Desde então, a Mulher fez-se Mãe e passou a viver plenamente feliz.
domingo, 24 de agosto de 2008
Reforma Íntima
Reforma íntima: duas palavras que enfeixam numerosos
apelos à sublimação espiritual.
Só o amor atravessa as paredes compactas do cárcere
em que a ignorância se aguilhoa à penúria de espírito,
conduzindo aos antros sombrios de nossos débitos a santificante claridade da libertação.
Ensina-me, Senhor, a compreender a harmonia com que distribuíste sabiamente as cores nos quadros da natureza,
no orbe que nos emprestaste para viver.
Não menosprezes a migalha de amor que te pode marcar o concurso no serviço do bem.
Estende o coração através dos braços e auxilia sempre.
apelos à sublimação espiritual.
Só o amor atravessa as paredes compactas do cárcere
em que a ignorância se aguilhoa à penúria de espírito,
conduzindo aos antros sombrios de nossos débitos a santificante claridade da libertação.
Ensina-me, Senhor, a compreender a harmonia com que distribuíste sabiamente as cores nos quadros da natureza,
no orbe que nos emprestaste para viver.
Não menosprezes a migalha de amor que te pode marcar o concurso no serviço do bem.
Estende o coração através dos braços e auxilia sempre.
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
ORAÇÃO DE MÃE
Deus de Infinita Bondade!
Puseste astros no céu e colocaste flores na haste agressiva... A mim deste os filhos e, com os filhos, me deste o amor diferente, que me rasga as entranhas, como se eu fosse roseira espinhosa, que mandasse carregar uma estrela!...
Aceitaste minha fragilidade a teu serviço, determinando que eu sustente com a maternidade o mandato da vida; entretanto, não me deixes transportar, sozinha, um tesouro assim tão grande! Dá-me forças, para que te compreenda os desígnios; guia-me o entendimento, para que a minha dedicação não se faça egoísmo; guarda-me em teus braços eternos, para que o meu sofrimento não se transforme em cegueira.
Ensina-me a abraçar os filhos das outras mães, com o carinho que me insuflas no trato daqueles de que enriqueceste minh’Alma!
Faze-me reconhecer que os rebentos de minha ternura são depósitos de tua bondade, consciências livres, que devo encaminhar para a tua vontade e não para os meus caprichos. Inspira-me humildade para que não se tresmalhem no orgulho por minha causa. Concede-me a honra do trabalho constante, a fim de que eu não venha precipitá-los na indolência. Auxilia-me a quere-los sem paixão e a servi-los sem apego. Esclarece-me para que eu ame a todos eles com devotamento igual.
No entanto, Senhor, permite-me inclinar o coração, em teu nome, por sentinela de tua bênção, junto daqueles que se mostrarem menos felizes!... Que eu me veja contente e grata se me puderem oferecer mínima parcela de ventura, e que me sinta igualmente reconhecida se, para afagá-los, for impelida a seguir nos caminhos do tempo, sobre longos calvários de aflição!...
E, no dia em que me caiba entregá-los aos compromissos que lhes reservaste, ou a restituí-los às tuas mãos, dá que, ainda mesmo por entre lágrimas, possa eu dizer-te, em oração, com a obediência da excelsa Mãe de Jesus:
"Senhor, eis aqui tua serva! Cumpra-se em mim, segundo a tua palavra!...
Puseste astros no céu e colocaste flores na haste agressiva... A mim deste os filhos e, com os filhos, me deste o amor diferente, que me rasga as entranhas, como se eu fosse roseira espinhosa, que mandasse carregar uma estrela!...
Aceitaste minha fragilidade a teu serviço, determinando que eu sustente com a maternidade o mandato da vida; entretanto, não me deixes transportar, sozinha, um tesouro assim tão grande! Dá-me forças, para que te compreenda os desígnios; guia-me o entendimento, para que a minha dedicação não se faça egoísmo; guarda-me em teus braços eternos, para que o meu sofrimento não se transforme em cegueira.
Ensina-me a abraçar os filhos das outras mães, com o carinho que me insuflas no trato daqueles de que enriqueceste minh’Alma!
Faze-me reconhecer que os rebentos de minha ternura são depósitos de tua bondade, consciências livres, que devo encaminhar para a tua vontade e não para os meus caprichos. Inspira-me humildade para que não se tresmalhem no orgulho por minha causa. Concede-me a honra do trabalho constante, a fim de que eu não venha precipitá-los na indolência. Auxilia-me a quere-los sem paixão e a servi-los sem apego. Esclarece-me para que eu ame a todos eles com devotamento igual.
No entanto, Senhor, permite-me inclinar o coração, em teu nome, por sentinela de tua bênção, junto daqueles que se mostrarem menos felizes!... Que eu me veja contente e grata se me puderem oferecer mínima parcela de ventura, e que me sinta igualmente reconhecida se, para afagá-los, for impelida a seguir nos caminhos do tempo, sobre longos calvários de aflição!...
E, no dia em que me caiba entregá-los aos compromissos que lhes reservaste, ou a restituí-los às tuas mãos, dá que, ainda mesmo por entre lágrimas, possa eu dizer-te, em oração, com a obediência da excelsa Mãe de Jesus:
"Senhor, eis aqui tua serva! Cumpra-se em mim, segundo a tua palavra!...
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Oração na Escola do Amor
Senhor Jesus!...
Nós te agradecemos todas as bênçãos com que nos clareias a estrada e nos reconfortas a vida, mas, em particular, nós te agradecemos os obstáculos que permites encontrar, no relacionamento uns com os outros, através dos quais exercitamos a prática do amor que nos legaste.
Muito obrigado, Senhor, pelos irmãos que nos buscam desesperados pelo sofrimento, a ponto de agredir-nos as portas.
Muito obrigado pelos companheiros que tentam desacreditar as nossas palavras, através de experimentas desconcertantes e descaridosos com os médiuns que nos servem de instrumentos e que são criaturas humanas, tão falíveis, quanto nós, os espíritos humanos desencarnados de nossa condição.
Muito obrigado pelos amigos que nos esmiuçam os erros, involuntariamente cometidos no intercâmbio espiritual, exigindo que a gramática do mundo funcione acima dos nossos corações, com os quais te registramos a sabedoria e a misericórdia.
Muito obrigado pelos estudiosos que nos criticam negativamente os comunicados, a fim de solaparem a fé e a esperança dos cooperadores simples e dedicados à seara do bem que nos aceitam.
Muito obrigado pelos irmãos que experimentam extremas dificuldades para cultivarem a tolerância recíproca.
Muito obrigado pelos companheiros que cruzam os braços diante dos problemas de nossos núcleos de serviço e deixam-nos ficar como estão para verem, afinal como ficam.
Muito obrigado pelas almas sensíveis e queridas, que se entregam a melindres e queixas, ofertando-nos mais trabalho, embora adiando realizações importantes que nos cabem fazer.
E muito obrigado por todas as criaturas que chegam, até nós, tangidas por amargas provações e que nos atiram reclamações injustas e referências infelizes, porque, por todos esses irmãos é que aprendemos o amor que nos ensinaste – o amor pelo qual reconhecemos quanto nos amas, apesar das imperfeições que trazemos e que nos compete podar, com o teu auxílio, a fim de nos ajustarmos com mais segurança no caminho para Deus.
Nós te agradecemos todas as bênçãos com que nos clareias a estrada e nos reconfortas a vida, mas, em particular, nós te agradecemos os obstáculos que permites encontrar, no relacionamento uns com os outros, através dos quais exercitamos a prática do amor que nos legaste.
Muito obrigado, Senhor, pelos irmãos que nos buscam desesperados pelo sofrimento, a ponto de agredir-nos as portas.
Muito obrigado pelos companheiros que tentam desacreditar as nossas palavras, através de experimentas desconcertantes e descaridosos com os médiuns que nos servem de instrumentos e que são criaturas humanas, tão falíveis, quanto nós, os espíritos humanos desencarnados de nossa condição.
Muito obrigado pelos amigos que nos esmiuçam os erros, involuntariamente cometidos no intercâmbio espiritual, exigindo que a gramática do mundo funcione acima dos nossos corações, com os quais te registramos a sabedoria e a misericórdia.
Muito obrigado pelos estudiosos que nos criticam negativamente os comunicados, a fim de solaparem a fé e a esperança dos cooperadores simples e dedicados à seara do bem que nos aceitam.
Muito obrigado pelos irmãos que experimentam extremas dificuldades para cultivarem a tolerância recíproca.
Muito obrigado pelos companheiros que cruzam os braços diante dos problemas de nossos núcleos de serviço e deixam-nos ficar como estão para verem, afinal como ficam.
Muito obrigado pelas almas sensíveis e queridas, que se entregam a melindres e queixas, ofertando-nos mais trabalho, embora adiando realizações importantes que nos cabem fazer.
E muito obrigado por todas as criaturas que chegam, até nós, tangidas por amargas provações e que nos atiram reclamações injustas e referências infelizes, porque, por todos esses irmãos é que aprendemos o amor que nos ensinaste – o amor pelo qual reconhecemos quanto nos amas, apesar das imperfeições que trazemos e que nos compete podar, com o teu auxílio, a fim de nos ajustarmos com mais segurança no caminho para Deus.
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Caridade e Esperança
Lembra-te da esperança para que a tua caridade não se faça incompleta.
Darás ao faminto, não somente a côdea de pão que lhe mitigue a fome, mas também o carinho da palavra fraterna, com que se lhe restaurem as energias.
Não apenas entregarás ao companheiro, abandonado à intempérie, a peça que te sobra ao vestiário opulento, mas agasalhá-lo-ás em teu sorriso espontâneo a fim de que se reerga e prossiga adiante, revigorado e tranqüilo.
Não olvides a paciência divina com que somos tolerados a cada hora.
Qual acontece ao campo da natureza, em que o Sol mil vezes injuriado pela treva, mil vezes responde com a bênção da luz, dentro de nossa vida, assinalamos a caridade infinita de Deus, refazendo-nos a oportunidade de servir e aprender, resgatar e sublimar todos os dias.
Não te faças palmatória dos próprios irmãos, aos quais deves a compreensão e a bondade de que recebes as mais elevadas quotas do Céu, na forma de auxílio e misericórdia, em todos os instantes da experiência.
Não profiras maldição nem espalhes o tóxico da crítica, no obscuro caminho em que jornadeiam amigos menos ditosos, ainda incapazes de libertarem a si mesmos das algemas da ignorância.
Recorda que Jesus nos chamou à senda terrestre para auxiliar e salvar, onde muitos já desertaram da confiança no eterno bem.
Seja onde for e com quem for, atende à esperança para que o mundo conquiste a vitória a que se destina.
Aliviar com azedume é alargar a ferida de quem padece e dar com reprimendas é envolver o socorro em repulsivo vinagre de desânimo ou desespero.
À maneira de raio solar que desce à furna cada manhã, restaurando o império da luz, sem reclamação e sem mágoa, sê igualmente para os que te rodeiam a permanente mensagem do amor que tudo compreende e tudo perdoa, amparando e auxiliando sem descansar, porque somente pela força do amor alcançaremos a luz imperecível da vida.
Darás ao faminto, não somente a côdea de pão que lhe mitigue a fome, mas também o carinho da palavra fraterna, com que se lhe restaurem as energias.
Não apenas entregarás ao companheiro, abandonado à intempérie, a peça que te sobra ao vestiário opulento, mas agasalhá-lo-ás em teu sorriso espontâneo a fim de que se reerga e prossiga adiante, revigorado e tranqüilo.
Não olvides a paciência divina com que somos tolerados a cada hora.
Qual acontece ao campo da natureza, em que o Sol mil vezes injuriado pela treva, mil vezes responde com a bênção da luz, dentro de nossa vida, assinalamos a caridade infinita de Deus, refazendo-nos a oportunidade de servir e aprender, resgatar e sublimar todos os dias.
Não te faças palmatória dos próprios irmãos, aos quais deves a compreensão e a bondade de que recebes as mais elevadas quotas do Céu, na forma de auxílio e misericórdia, em todos os instantes da experiência.
Não profiras maldição nem espalhes o tóxico da crítica, no obscuro caminho em que jornadeiam amigos menos ditosos, ainda incapazes de libertarem a si mesmos das algemas da ignorância.
Recorda que Jesus nos chamou à senda terrestre para auxiliar e salvar, onde muitos já desertaram da confiança no eterno bem.
Seja onde for e com quem for, atende à esperança para que o mundo conquiste a vitória a que se destina.
Aliviar com azedume é alargar a ferida de quem padece e dar com reprimendas é envolver o socorro em repulsivo vinagre de desânimo ou desespero.
À maneira de raio solar que desce à furna cada manhã, restaurando o império da luz, sem reclamação e sem mágoa, sê igualmente para os que te rodeiam a permanente mensagem do amor que tudo compreende e tudo perdoa, amparando e auxiliando sem descansar, porque somente pela força do amor alcançaremos a luz imperecível da vida.
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Canção para Jesus
Desejava, Jesus, ter um grande armazém de bondade constantes, maior que todos que conheço para entregar sem preço às criaturas de qualquer idade, as encomendas de felicidade, sem perguntar a quem.
Eu, desejava ter um braço mágico que afagasse os doentes sem qualquer distinção e um lar onde coubessem todas as criancinhas para que não sentissem solidão.
Desejava Senhor, um parque de amor com flores que cantassem, embalando os pequeninos que se encontram no leito sem poderem sair e uma loja de esperança para todas as mães.
Eu queria ter comigo, uma estrela em cuja luz nunca pudesse ver os defeitos do próximo e dispor de uma fonte cristalina de água suave e doce, que pudesse apagar toda palavra que não fosse vida e felicidade.
Eu queria plantar um jardim de união junto de cada moradia para que as criaturas se inspirassem no perfume da paz e da alegria.
Eu queria, Jesus, ter os teus olhos retratados nos meus a fim de achar nos outros que me cercam, filhos de Deus e meus irmãos que devo compreender e respeitar.
Desejava, Senhor, que a benção do natal estivesse entre nós, dia a dia, e queria ter sido uma gota de orvalho na noite em que nasceste a refletir, na pequenez de minha condição, a luz que vinha da canção entoada nos céus:
- Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade em tudo, agora e sempre.
Eu, desejava ter um braço mágico que afagasse os doentes sem qualquer distinção e um lar onde coubessem todas as criancinhas para que não sentissem solidão.
Desejava Senhor, um parque de amor com flores que cantassem, embalando os pequeninos que se encontram no leito sem poderem sair e uma loja de esperança para todas as mães.
Eu queria ter comigo, uma estrela em cuja luz nunca pudesse ver os defeitos do próximo e dispor de uma fonte cristalina de água suave e doce, que pudesse apagar toda palavra que não fosse vida e felicidade.
Eu queria plantar um jardim de união junto de cada moradia para que as criaturas se inspirassem no perfume da paz e da alegria.
Eu queria, Jesus, ter os teus olhos retratados nos meus a fim de achar nos outros que me cercam, filhos de Deus e meus irmãos que devo compreender e respeitar.
Desejava, Senhor, que a benção do natal estivesse entre nós, dia a dia, e queria ter sido uma gota de orvalho na noite em que nasceste a refletir, na pequenez de minha condição, a luz que vinha da canção entoada nos céus:
- Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade em tudo, agora e sempre.
domingo, 1 de junho de 2008
ONDE PASSES
Quando cada dia se apresenta, em
torno de atividades a que o dever te
vincula, aparecem as tarefas com as
quais não contavas.
Geralmente, são pequenos encargos que
a vida te propõe em nome de Deus.
Não o amigo desesperado, a mulher
vergastada pelo sofrimento, o desconhecido
em dificuldade, o doente esquecido ou a
criança sem rumo, a te pedirem apoio e
consolação. Não passes indiferente,
diante da dor. Cede um minuto do tempo
de que disponhas ou algo do que possuis
para diminuir o frio da penúria e a
febre da aflição.
Uma frase iluminada de amor e qualquer
migalha de socorro na benção da
compreensão operam prodígios.
Pronuncia as palavras que libertem os
corações encarcerados na angústia, tece
um vão de esperança sobre as feridas
ocultas, improvisa algum reconforto para
os que carregam conflitos e lágrimas,
alivia os que choram e faze sorrir de
algum modo, aqueles que transitam pelos
caminhos empedrados da solidão.
O tempo é uma estrada que todos somos
compelidos a percorrer.
Segue plantando paz e semeando alegria.
Deus não nos pede o impossível.
Tanto quanto nos sucede, onde estamos,
a vida na Terra te solicita, onde passes,
esse ou aquele toque de amor, a
lembrar-te que o reino da felicidade
começa em ti.
torno de atividades a que o dever te
vincula, aparecem as tarefas com as
quais não contavas.
Geralmente, são pequenos encargos que
a vida te propõe em nome de Deus.
Não o amigo desesperado, a mulher
vergastada pelo sofrimento, o desconhecido
em dificuldade, o doente esquecido ou a
criança sem rumo, a te pedirem apoio e
consolação. Não passes indiferente,
diante da dor. Cede um minuto do tempo
de que disponhas ou algo do que possuis
para diminuir o frio da penúria e a
febre da aflição.
Uma frase iluminada de amor e qualquer
migalha de socorro na benção da
compreensão operam prodígios.
Pronuncia as palavras que libertem os
corações encarcerados na angústia, tece
um vão de esperança sobre as feridas
ocultas, improvisa algum reconforto para
os que carregam conflitos e lágrimas,
alivia os que choram e faze sorrir de
algum modo, aqueles que transitam pelos
caminhos empedrados da solidão.
O tempo é uma estrada que todos somos
compelidos a percorrer.
Segue plantando paz e semeando alegria.
Deus não nos pede o impossível.
Tanto quanto nos sucede, onde estamos,
a vida na Terra te solicita, onde passes,
esse ou aquele toque de amor, a
lembrar-te que o reino da felicidade
começa em ti.
Oração do Pomicultor
Senhor!
Quando o desânimo me entorpeça o espírito, largando-me à feição de terra seca, dá que a chuva de tuas bênçãos me restaure a coragem.
Quanto a tua proteção me renove as energias, reaquece-me no calor de tua bondade, a fim de que me faça útil.
Quando eu consiga mostrar algum proveito, concede-me o privilégio de trabalhar à maneira das árvores benfeitoras.
Quando, porém, a felicidade de servir me valorize as horas e a tarefa me absorva tempo e repouso, não me deixe desertar do dever com receio do sacrifício.
Ensina-me a permanecer de pé, qual a planta nobre que suporta assaltos da estrada e vicissitudes do tempo, pragas e golpes, agindo em silêncio e auxiliando constantemente sem nunca reclamar para si mesma os próprios frutos.
Senhor!
Apara-me a fim de que eu aprenda obediência e serventia com os vegetais amigos aos quais devo atenção e cuidado e coloca a bênção de tua inspiração sobre os meus desejos, de modo a que obtenha da vida incessante alegria de atender-te aos desígnios.
Assim seja.
Quando o desânimo me entorpeça o espírito, largando-me à feição de terra seca, dá que a chuva de tuas bênçãos me restaure a coragem.
Quanto a tua proteção me renove as energias, reaquece-me no calor de tua bondade, a fim de que me faça útil.
Quando eu consiga mostrar algum proveito, concede-me o privilégio de trabalhar à maneira das árvores benfeitoras.
Quando, porém, a felicidade de servir me valorize as horas e a tarefa me absorva tempo e repouso, não me deixe desertar do dever com receio do sacrifício.
Ensina-me a permanecer de pé, qual a planta nobre que suporta assaltos da estrada e vicissitudes do tempo, pragas e golpes, agindo em silêncio e auxiliando constantemente sem nunca reclamar para si mesma os próprios frutos.
Senhor!
Apara-me a fim de que eu aprenda obediência e serventia com os vegetais amigos aos quais devo atenção e cuidado e coloca a bênção de tua inspiração sobre os meus desejos, de modo a que obtenha da vida incessante alegria de atender-te aos desígnios.
Assim seja.
terça-feira, 27 de maio de 2008
NA VIAGEM DA TERRA
O Plano Físico é comparável a um mar de inquietações e problemas, coalhado de embarcações, conduzindo passageiros diversos.
Do transatlântico de alto nível à piroga mais simples, quase todos eles enfrentam um oceano repleto de perigos; rochedos de incompreensão exigem cautela e entendimento; icebergs de indiferença provocam o naufrágio de muitos; ondas avassaladoras de ódio espalham desequilíbrio em múltiplas
direções; a ventania da discórdia assopra a delinqüência, conturbando-lhes o clima espiritual; de quando a quando, surgem irmãos que enlouqueceram, transformando-se em piratas da violência e seres ocultos, nas profundezas das águas, rondam as naves no cotidiano, aguardando presas fáceis.
Se consegues mentalizar o quadro que apresentamos, sabes igualmente que a sinalização de Jesus continua funcionando corretamente, na garantia de todos os viajadores que lhe buscam as instruções na laboriosa travessia.
É por isso, coração fraterno, que te pedimos, por amor ao Celeste Amigo: onde estiveres e como estejas, como penses e como creias nos poderes do bem, auxilia aos companheiros do mundo e sê para eles uma benção de paz nas ilhas
da esperança.
Do transatlântico de alto nível à piroga mais simples, quase todos eles enfrentam um oceano repleto de perigos; rochedos de incompreensão exigem cautela e entendimento; icebergs de indiferença provocam o naufrágio de muitos; ondas avassaladoras de ódio espalham desequilíbrio em múltiplas
direções; a ventania da discórdia assopra a delinqüência, conturbando-lhes o clima espiritual; de quando a quando, surgem irmãos que enlouqueceram, transformando-se em piratas da violência e seres ocultos, nas profundezas das águas, rondam as naves no cotidiano, aguardando presas fáceis.
Se consegues mentalizar o quadro que apresentamos, sabes igualmente que a sinalização de Jesus continua funcionando corretamente, na garantia de todos os viajadores que lhe buscam as instruções na laboriosa travessia.
É por isso, coração fraterno, que te pedimos, por amor ao Celeste Amigo: onde estiveres e como estejas, como penses e como creias nos poderes do bem, auxilia aos companheiros do mundo e sê para eles uma benção de paz nas ilhas
da esperança.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





