- Qual é o meio prático e mais eficaz para se melhorar nesta vida, e resistir aos arrastamentos do mal?
- Um sábio da antiguidade vos disse:
Conhece-te a ti mesmo.
(Questão no 919 de “O Livro dos Espíritos”)
O dever do espírita-cristão é tornar-se progressivamente melhor.
Útil, assim, verificar de quando em quando, com rigoroso exame pessoal, a nossa verdadeira situação íntima.
Espírita que não progride durante três anos sucessivos permanece estacionário.
Testa a paciência própria: - Estás mais calmo, afável e compreensivo?
Inquire as tuas relações na experiência doméstica: - Conquistaste mais alto clima de paz dentro de casa?
Investiga as atividades que te competem no templo doutrinário: - Colaboras com mais euforia na seara do Senhor?
Observa-te nas manifestações perante os amigos: - Trazes o Evangelho mais vivo nas atitudes?
Reflete em tua capacidade de sacrifício: - Notas em ti mesmo mais ampla disposição de servir voluntariamente?
Pesquisa o próprio desapego: - Andas um pouco mais livre do anseio de influência e de posses terrestres?
Usas mais intensamente os pronomes “nós”, “nosso”, e “nossa” e menos os determinativos “eu”, “meu” e “minha”?
Teus instantes de tristeza ou de cólera surda, às vezes tão conhecidos somente por ti, estão presentemente mais raros?
Diminuíram-te os pequenos remorsos ocultos no recesso da alma?
Dissipaste antigos desafetos e aversões?
Superaste os lapsos crônicos de desatenção e negligência?
Estudas mais profundamente a Doutrina que professas?
Entendes melhor a função da dor?
Ainda cultivas alguma discreta desavença?
Auxilias aos necessitados com mais abnegação?
Tens orado realmente?
Teus ideais evoluíram?
Tua fé raciocinada consolidou-se com mais segurança?
Tens o verbo mais indulgente, os braços mais ativos e as mãos mais abençoadoras?
Evangelho é alegria no coração: - Estás, de fato, mais alegre e feliz intimamente, nestes três últimos anos?
Tudo caminha! Tudo evolui! Confiramos o nosso rendimento individual com o Cristo!
Sopesa a existência hoje, espontaneamente, em regime de paz, para que te não vejas na obrigação de sopesá-la amanhã sob o impacto da dor.
Não te iludas! Um dia que se foi é mais uma cota de responsabilidade, mais um passo rumo à Vida Espiritual, mais uma oportunidade valorizada ou perdida.
Interroga a consciência quanto à utilidade que vens dando ao tempo, à saúde e aos ensejos de fazer o bem que desfrutas na vida diária.
Faze isso agora, enquanto te vales do corpo humano, com a possibilidade de reconsiderar diretrizes e desfazer enganos facilmente, pois, quando passares para o lado de cá, muita vez, já será mais difícil...
Mostrar mensagens com a etiqueta Waldo Vieira/. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Waldo Vieira/. Mostrar todas as mensagens
domingo, 28 de novembro de 2010
quarta-feira, 7 de julho de 2010
EXAMINEMOS A NÓS MESMOS
- Qual é o meio prático e mais eficaz para se melhorar nesta vida, e resistir aos arrastamentos do mal?
- Um sábio da antiguidade vos disse:
Conhece-te a ti mesmo.
(Questão no 919 de “O Livro dos Espíritos”)
O dever do espírita-cristão é tornar-se progressivamente melhor.
Útil, assim, verificar de quando em quando, com rigoroso exame pessoal, a nossa verdadeira situação íntima.
Espírita que não progride durante três anos sucessivos permanece estacionário.
Testa a paciência própria: - Estás mais calmo, afável e compreensivo?
Inquire as tuas relações na experiência doméstica: - Conquistaste mais alto clima de paz dentro de casa?
Investiga as atividades que te competem no templo doutrinário: - Colaboras com mais euforia na seara do Senhor?
Observa-te nas manifestações perante os amigos: - Trazes o Evangelho mais vivo nas atitudes?
Reflete em tua capacidade de sacrifício: - Notas em ti mesmo mais ampla disposição de servir voluntariamente?
Pesquisa o próprio desapego: - Andas um pouco mais livre do anseio de influência e de posses terrestres?
Usas mais intensamente os pronomes “nós”, “nosso”, e “nossa” e menos os determinativos “eu”, “meu” e “minha”?
Teus instantes de tristeza ou de cólera surda, às vezes tão conhecidos somente por ti, estão presentemente mais raros?
Diminuíram-te os pequenos remorsos ocultos no recesso da alma?
Dissipaste antigos desafetos e aversões?
Superaste os lapsos crônicos de desatenção e negligência?
Estudas mais profundamente a Doutrina que professas?
Entendes melhor a função da dor?
Ainda cultivas alguma discreta desavença?
Auxilias aos necessitados com mais abnegação?
Tens orado realmente?
Teus ideais evoluíram?
Tua fé raciocinada consolidou-se com mais segurança?
Tens o verbo mais indulgente, os braços mais ativos e as mãos mais abençoadoras?
Evangelho é alegria no coração: - Estás, de fato, mais alegre e feliz intimamente, nestes três últimos anos?
Tudo caminha! Tudo evolui! Confiramos o nosso rendimento individual com o Cristo!
Sopesa a existência hoje, espontaneamente, em regime de paz, para que te não vejas na obrigação de sopesá-la amanhã sob o impacto da dor.
Não te iludas! Um dia que se foi é mais uma cota de responsabilidade, mais um passo rumo à Vida Espiritual, mais uma oportunidade valorizada ou perdida.
Interroga a consciência quanto à utilidade que vens dando ao tempo, à saúde e aos ensejos de fazer o bem que desfrutas na vida diária.
Faze isso agora, enquanto te vales do corpo humano, com a possibilidade de reconsiderar diretrizes e desfazer enganos facilmente, pois, quando passares para o
- Um sábio da antiguidade vos disse:
Conhece-te a ti mesmo.
(Questão no 919 de “O Livro dos Espíritos”)
O dever do espírita-cristão é tornar-se progressivamente melhor.
Útil, assim, verificar de quando em quando, com rigoroso exame pessoal, a nossa verdadeira situação íntima.
Espírita que não progride durante três anos sucessivos permanece estacionário.
Testa a paciência própria: - Estás mais calmo, afável e compreensivo?
Inquire as tuas relações na experiência doméstica: - Conquistaste mais alto clima de paz dentro de casa?
Investiga as atividades que te competem no templo doutrinário: - Colaboras com mais euforia na seara do Senhor?
Observa-te nas manifestações perante os amigos: - Trazes o Evangelho mais vivo nas atitudes?
Reflete em tua capacidade de sacrifício: - Notas em ti mesmo mais ampla disposição de servir voluntariamente?
Pesquisa o próprio desapego: - Andas um pouco mais livre do anseio de influência e de posses terrestres?
Usas mais intensamente os pronomes “nós”, “nosso”, e “nossa” e menos os determinativos “eu”, “meu” e “minha”?
Teus instantes de tristeza ou de cólera surda, às vezes tão conhecidos somente por ti, estão presentemente mais raros?
Diminuíram-te os pequenos remorsos ocultos no recesso da alma?
Dissipaste antigos desafetos e aversões?
Superaste os lapsos crônicos de desatenção e negligência?
Estudas mais profundamente a Doutrina que professas?
Entendes melhor a função da dor?
Ainda cultivas alguma discreta desavença?
Auxilias aos necessitados com mais abnegação?
Tens orado realmente?
Teus ideais evoluíram?
Tua fé raciocinada consolidou-se com mais segurança?
Tens o verbo mais indulgente, os braços mais ativos e as mãos mais abençoadoras?
Evangelho é alegria no coração: - Estás, de fato, mais alegre e feliz intimamente, nestes três últimos anos?
Tudo caminha! Tudo evolui! Confiramos o nosso rendimento individual com o Cristo!
Sopesa a existência hoje, espontaneamente, em regime de paz, para que te não vejas na obrigação de sopesá-la amanhã sob o impacto da dor.
Não te iludas! Um dia que se foi é mais uma cota de responsabilidade, mais um passo rumo à Vida Espiritual, mais uma oportunidade valorizada ou perdida.
Interroga a consciência quanto à utilidade que vens dando ao tempo, à saúde e aos ensejos de fazer o bem que desfrutas na vida diária.
Faze isso agora, enquanto te vales do corpo humano, com a possibilidade de reconsiderar diretrizes e desfazer enganos facilmente, pois, quando passares para o
quinta-feira, 22 de abril de 2010
EM TEMPO ALGUM
Caíra a noite e o viajante pedia socorro a Deus.
Sentia-se doente.
Longa fora a caminhada.
Doía-lhe o corpo.
Estava exausto.
Orando sempre, encontrou árvore acolhedora que lhe pareceu
agasalhante refúgio.
No pé do tronco anoso, grande cova caprichosamente forrada de
raízes era leito ao luar.
- Oh! - suspirou o viajante fatigado - Deus ouviu-me! Afinal o repouso!
Ajoelhou-se e ia estender o manto roto no chão, quando
verdadeira nuvem de maruins surgiu no assalto.
Picadas na cabeça, no rosto, nas mãos, nos pés.
E eram tantos os dardos vivos e volantes em derredor que o
pobre recuou espavorido, para dormir ao relento, entre pedras e
espinheiros da retaguarda.
De corpo dorido, pensava desalentado:
- Tolo que sou de acreditar na oração! Estou sozinho! Nada de Deus!
Na manhã seguinte, porém, retomando a marcha, voltou à árvore
do caminho e, somente aí, reconheceu, admirado, que a grande cova de
que fora obrigado a afastar-se era moradia de vários escorpiões.
Não descreia da prece em tempo algum. E nos casos em que você
encontre empecilhos para possuir o a que mais aspira, guarde, entre
aborrecimentos e provações, a certeza de que, muitas vezes, o que lhe
parece uma situação invejável não passa de ninho enganador, onde se
ocultam os lacraus da morte.
Sentia-se doente.
Longa fora a caminhada.
Doía-lhe o corpo.
Estava exausto.
Orando sempre, encontrou árvore acolhedora que lhe pareceu
agasalhante refúgio.
No pé do tronco anoso, grande cova caprichosamente forrada de
raízes era leito ao luar.
- Oh! - suspirou o viajante fatigado - Deus ouviu-me! Afinal o repouso!
Ajoelhou-se e ia estender o manto roto no chão, quando
verdadeira nuvem de maruins surgiu no assalto.
Picadas na cabeça, no rosto, nas mãos, nos pés.
E eram tantos os dardos vivos e volantes em derredor que o
pobre recuou espavorido, para dormir ao relento, entre pedras e
espinheiros da retaguarda.
De corpo dorido, pensava desalentado:
- Tolo que sou de acreditar na oração! Estou sozinho! Nada de Deus!
Na manhã seguinte, porém, retomando a marcha, voltou à árvore
do caminho e, somente aí, reconheceu, admirado, que a grande cova de
que fora obrigado a afastar-se era moradia de vários escorpiões.
Não descreia da prece em tempo algum. E nos casos em que você
encontre empecilhos para possuir o a que mais aspira, guarde, entre
aborrecimentos e provações, a certeza de que, muitas vezes, o que lhe
parece uma situação invejável não passa de ninho enganador, onde se
ocultam os lacraus da morte.
terça-feira, 20 de abril de 2010
REAÇÃO INFANTIL
A mãe zelosa e dedicada leva o pequeno ao banho.
Despe-lhe a roupa.
Mas o petiz começa choramingar.
A jovem mãe procura acalmá-lo, imergindo-o na água pura.
Entretanto, o bebê prossegue incompreensivo.
Desesperado, revolta-se contra a água, contra o frio, contra o sabão
e, ele mesmo, impulsivo, esfrega espuma nos olhos, a debater-se,
esperneante, afogando-se, quase.
Instantes após, a mãe satisfeita enxuga-lhe a pele rosada, com toalha macia.
Ele sorri, depois da crise, e descansa contente, enfim.
Assim tem sido, quase sempre, a nossa reação perante a dor.
Quando aparece a benfeitora divina, choramos, gritamos e esbravejamos
e, não raro, quase nos sufocamos no desespero.
Tudo isso, porém, é reação infantil, descabida e forjada pela nossa
própria inexperiência.
Quando a dor passa, saibamos todos, há sempre em nós a bênção da
purificação e a felicidade da melhoria.
Despe-lhe a roupa.
Mas o petiz começa choramingar.
A jovem mãe procura acalmá-lo, imergindo-o na água pura.
Entretanto, o bebê prossegue incompreensivo.
Desesperado, revolta-se contra a água, contra o frio, contra o sabão
e, ele mesmo, impulsivo, esfrega espuma nos olhos, a debater-se,
esperneante, afogando-se, quase.
Instantes após, a mãe satisfeita enxuga-lhe a pele rosada, com toalha macia.
Ele sorri, depois da crise, e descansa contente, enfim.
Assim tem sido, quase sempre, a nossa reação perante a dor.
Quando aparece a benfeitora divina, choramos, gritamos e esbravejamos
e, não raro, quase nos sufocamos no desespero.
Tudo isso, porém, é reação infantil, descabida e forjada pela nossa
própria inexperiência.
Quando a dor passa, saibamos todos, há sempre em nós a bênção da
purificação e a felicidade da melhoria.
domingo, 11 de abril de 2010
PENSE E FALE NO BEM
A calúnia pesava agora sobre o casal sem filhos.
O esposo, ciumento, sofria a pressão de cartas anônimas e, na
oficina em que trabalhava, um que outro companheiro deitava
murmurações, a envenená-lo pelos ouvidos:
- Ela é máscara simplesmente.
- Não merece respeito.
- Eu a vi numa casa de perversão.
- Fuja dessa mulher.
Nesse dia, o marido sugestionável veio a saber, por um colega
maledicente, que um homem conversava em grande intimidade com ela à
porta dos fundos.
Armou-se o infeliz, deixou o serviço e correu a vê-la, e,
porque não a encontrasse de pronto, em casa, saiu à rua, de ânimo azedo.
Por duas horas, que lhe pareceram longo tempo de agonia
moral, procurou-a, através de ruas e praças, mentalizando quadros de
estarrecer.
Suarento e dementado, voltou ao recanto doméstico. Notando
sinais de que ela voltara, entrou de manso, pé ante pé.
Junto à porta cerrada do aposento, estacou e ouviu, surpreso,
a voz da esposa, a repetir várias vezes: "meu amor", "meu carinho",
"que alegria de te ver", "até que enfim estamos juntos".
Furioso e irresponsável, o operário saca do revólver, vara a
porta e, sem um segundo de meditação, descarrega a arma sobre o leito.
Só depois, tarde, porém, veio a saber de tudo.
A senhora, que em secreto distribuía a caridade, havia saído com seu
velho tio e ganhara um cachorrinho, ao qual afagava, enternecida.
*
Sempre que os seus ouvidos forem chamados a notar supostos
defeitos ou falhas dessa ou daquela pessoa, pense e fale no bem, na
certeza de que o mal, seja ele qual for, não é digno de atenção, nem
traz proveito algum.
O esposo, ciumento, sofria a pressão de cartas anônimas e, na
oficina em que trabalhava, um que outro companheiro deitava
murmurações, a envenená-lo pelos ouvidos:
- Ela é máscara simplesmente.
- Não merece respeito.
- Eu a vi numa casa de perversão.
- Fuja dessa mulher.
Nesse dia, o marido sugestionável veio a saber, por um colega
maledicente, que um homem conversava em grande intimidade com ela à
porta dos fundos.
Armou-se o infeliz, deixou o serviço e correu a vê-la, e,
porque não a encontrasse de pronto, em casa, saiu à rua, de ânimo azedo.
Por duas horas, que lhe pareceram longo tempo de agonia
moral, procurou-a, através de ruas e praças, mentalizando quadros de
estarrecer.
Suarento e dementado, voltou ao recanto doméstico. Notando
sinais de que ela voltara, entrou de manso, pé ante pé.
Junto à porta cerrada do aposento, estacou e ouviu, surpreso,
a voz da esposa, a repetir várias vezes: "meu amor", "meu carinho",
"que alegria de te ver", "até que enfim estamos juntos".
Furioso e irresponsável, o operário saca do revólver, vara a
porta e, sem um segundo de meditação, descarrega a arma sobre o leito.
Só depois, tarde, porém, veio a saber de tudo.
A senhora, que em secreto distribuía a caridade, havia saído com seu
velho tio e ganhara um cachorrinho, ao qual afagava, enternecida.
*
Sempre que os seus ouvidos forem chamados a notar supostos
defeitos ou falhas dessa ou daquela pessoa, pense e fale no bem, na
certeza de que o mal, seja ele qual for, não é digno de atenção, nem
traz proveito algum.
OBSERVE OS CONSELHOS
O distinto higienista, depois de examinar pobre homem doente,
falou-lhe com severidade afetuosa:
- Já sei que o senhor é pai de família. É responsável pela
esposa e quatro filhos menores; entretanto, quero adverti-lo. É
preciso que tome mais cuidado na defesa da própria saúde. Calafete as
gretas que haja em sua moradia, contra o assalto dos "barbeiros"
contaminados. Sirva água fervida às crianças. Fiscalize o banheiro,
desinfetando os vasos em serviço. Noto que o senhor não tem preservado
a própria residência. Basta uma observação superficial para que se
veja o que fazem as amebas. Higiene, meu amigo, é preciso higiene em
casa.
- Mas, doutor - replicou o enfermo, quando pode, enfim,
dizer alguma coisa -, nós não temos casa. Moramos, há quatro anos,
debaixo da ponte velha.
*
Aproveite, enquanto é possível, os seus dotes materiais nas tarefas do
bem e verifique os conselhos que você dá. Às vezes, muita gente, a
quem você prega austeramente o heroísmo da virtude, está simplesmente
com necessidade de pão.
falou-lhe com severidade afetuosa:
- Já sei que o senhor é pai de família. É responsável pela
esposa e quatro filhos menores; entretanto, quero adverti-lo. É
preciso que tome mais cuidado na defesa da própria saúde. Calafete as
gretas que haja em sua moradia, contra o assalto dos "barbeiros"
contaminados. Sirva água fervida às crianças. Fiscalize o banheiro,
desinfetando os vasos em serviço. Noto que o senhor não tem preservado
a própria residência. Basta uma observação superficial para que se
veja o que fazem as amebas. Higiene, meu amigo, é preciso higiene em
casa.
- Mas, doutor - replicou o enfermo, quando pode, enfim,
dizer alguma coisa -, nós não temos casa. Moramos, há quatro anos,
debaixo da ponte velha.
*
Aproveite, enquanto é possível, os seus dotes materiais nas tarefas do
bem e verifique os conselhos que você dá. Às vezes, muita gente, a
quem você prega austeramente o heroísmo da virtude, está simplesmente
com necessidade de pão.
segunda-feira, 22 de março de 2010
APARÊNCIAS
Esse senhor vive com aparência impecável.
Cabelos penteados.
Barba feita.
Roupa distinta.
Sapatos lustrosos.
Dinheiro no bolso.
Depósitos bancários.
Estômago saciado.
Vastos conhecimentos.
Residência confortável.
Família constituída.
Ótima situação social.
Aparentemente, mostra Ter tudo para ser feliz.
Mas não é.
Ele é portador de uma fístula em forma de chaga oculta a doer
continuamente.
Esse é o retrato do homem comum.
Aparentemente, mostra Ter tudo para ser feliz.
Mas não é.
Traz a fístula invisível da angústia em forma de chaga mental,
entre a dúvida e o desespero a fustigar-lhe o espírito continuamente.
É um enfermo difícil.
E pouco lhe adianta a boa aparência, com a alma atribulada.
Mudem-se regimes políticos, alterem-se as condições de
existência, conquistem-se novos planetas da Imensidade, transformem-se
os estados de conforto passageiro. Ainda assim, a renovação exterior
nada vale se a alma, em si, usando as ferramentas da vontade, não se
dispõe a melhorar a si mesma.
Medite essa verdade e atenda à própria transformação moral para
o bem, desde os mínimos atos de cada dia, para que a insaciedade e a
inquietação não se façam pragas destruidoras de sua vida.
Cabelos penteados.
Barba feita.
Roupa distinta.
Sapatos lustrosos.
Dinheiro no bolso.
Depósitos bancários.
Estômago saciado.
Vastos conhecimentos.
Residência confortável.
Família constituída.
Ótima situação social.
Aparentemente, mostra Ter tudo para ser feliz.
Mas não é.
Ele é portador de uma fístula em forma de chaga oculta a doer
continuamente.
Esse é o retrato do homem comum.
Aparentemente, mostra Ter tudo para ser feliz.
Mas não é.
Traz a fístula invisível da angústia em forma de chaga mental,
entre a dúvida e o desespero a fustigar-lhe o espírito continuamente.
É um enfermo difícil.
E pouco lhe adianta a boa aparência, com a alma atribulada.
Mudem-se regimes políticos, alterem-se as condições de
existência, conquistem-se novos planetas da Imensidade, transformem-se
os estados de conforto passageiro. Ainda assim, a renovação exterior
nada vale se a alma, em si, usando as ferramentas da vontade, não se
dispõe a melhorar a si mesma.
Medite essa verdade e atenda à própria transformação moral para
o bem, desde os mínimos atos de cada dia, para que a insaciedade e a
inquietação não se façam pragas destruidoras de sua vida.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
O Poder da Prece
Podemos ser tentados a encolher os ombros ante os poderes do mal.
Como vencer a tentação? Que a fé se manifeste em nós.
Precisamos ver as lições do Cristo em todas as circunstâncias.
Crescemos no amor de Jesus, vivendo pela fé, cada dia que passa. O
discípulo propõe e o Mestre dispõe.
Muitas pessoas consomem suas vidas sempre aflitas e enraivecidas
diante de qualquer ninharia. Dão a impressão de viver no egoísmo e na
crueldade, em constante insatisfação.
Como podemos evitar essa falha? Primeiro, é preciso mudar a atitude
de auto-lamentação para a de coragem e luta. Além disso, temos de nos
vacinar contra o medo.
O poder da prece é a nossa força. Alguns dos seus frutos são a paz,
a esperança, a alegria, o amor e a coragem.
Confiamos em Jesus. Por conseguinte, porque não buscá-lo sempre
para aquilo de que necessitamos?
Ele disse: "O reino de Deus está em vós". Nunca nos deveríamos
esquecer dos propósitos divinos e da orientação divina.
Cada alma tem seu próprio crédito. A fé se revela nos atos. Quando
o homem ajuda a alguém em nome do Cristo responde a esse homem,
ajudando-o por meio de alguém.
No entanto, temos de orar sempre. Não devemos subestimar o valor da
nossa comunicação com Deus.
Teremos de atravessar épocas difíceis? Estamos deprimidos?
Continuemos a orar.
A prece é a luz e orientação em nossos próprios pensamentos.
Como vencer a tentação? Que a fé se manifeste em nós.
Precisamos ver as lições do Cristo em todas as circunstâncias.
Crescemos no amor de Jesus, vivendo pela fé, cada dia que passa. O
discípulo propõe e o Mestre dispõe.
Muitas pessoas consomem suas vidas sempre aflitas e enraivecidas
diante de qualquer ninharia. Dão a impressão de viver no egoísmo e na
crueldade, em constante insatisfação.
Como podemos evitar essa falha? Primeiro, é preciso mudar a atitude
de auto-lamentação para a de coragem e luta. Além disso, temos de nos
vacinar contra o medo.
O poder da prece é a nossa força. Alguns dos seus frutos são a paz,
a esperança, a alegria, o amor e a coragem.
Confiamos em Jesus. Por conseguinte, porque não buscá-lo sempre
para aquilo de que necessitamos?
Ele disse: "O reino de Deus está em vós". Nunca nos deveríamos
esquecer dos propósitos divinos e da orientação divina.
Cada alma tem seu próprio crédito. A fé se revela nos atos. Quando
o homem ajuda a alguém em nome do Cristo responde a esse homem,
ajudando-o por meio de alguém.
No entanto, temos de orar sempre. Não devemos subestimar o valor da
nossa comunicação com Deus.
Teremos de atravessar épocas difíceis? Estamos deprimidos?
Continuemos a orar.
A prece é a luz e orientação em nossos próprios pensamentos.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
HERANÇA DE SI PARA SI
A herança legítima se faz de si para si. Na evolução espiritual, antes de tudo, somos descendentes de nós, antepassados de nossa alma, herdeiros diretos do que fomos.
Vivemos na matéria densa para alcançar o auto-aperfeiçoamento. No conhecimento de nós próprios todos somos alunos.
Na Terra, ninguém ainda se diplomou na ciência de entender a si. Quando isso acontecer, o espírito não mais reencarnará neste Globo. Mudará de escola, transferir-se-á de residência, viverá em outro.
Aqui temos o nosso curso de aulas onipresentes e estágios incessantes, com tomadas de lição a cada hora.
Há existências de total servidão espiritual. Na base dos fatos, cada qual de nós se constitui senhor e escravo, amigo ou adversário, vítima ou verdugo de si mesmo, exclusivamente.
Na grande maioria de todos, por muitas encarnações, cada um paradoxalmente só tem escrito na vida diuturna, o próprio diário abordando atos alheios, esquecido de si, quase sempre.
Reconhecimento e autocrítica são dons nascidos da racionalidade. Se raciocinamos é, em primeiro lugar, para distinguir a nossa realidade.
Quando na condição humana, não podemos existir como o buldogue que não se examina e nem se importa com a ausência de simpatia.
Não podemos menosprezar a higiene como o gambá que não sente o próprio odor.
Não podemos alimentar como o abutre que não identifica a extravagância de seus apetites.
Não podemos encolerizar-nos como o tigre que nem desconfia de sua ferocidade.
Vacilação e desapontamento formam entre os fatores que nos revelam a auto-ignorância. Quem se conhece sabe o que quer, não hesita e nem tampouco se decepciona, pois age a par das possibilidades pessoais.
Não nos fantasiemos. Registremos as nossas características bifaces entre animalidade e angelitude.
Nos pensamentos, nem sempre os nossos anseios exprimem limpidez.
Nas atitudes, nem sempre os nossos gestos expressam elevação.
Nas palavras, nem sempre a inflexão de nossa voz reflete entendimento.
Nas análises, nem sempre as nossas conclusões fundamentam-se na justiça.
Lembre-se de que a verdadeira experiência cresce com quem busca se conhecer. Se desencarnados estamos a caminho do renascimento, agora ou depois, você encarnado, avança para a desencarnação. E nascer e morrer na carne são fases impostas para o auto-exame inevitável.
Vivemos na matéria densa para alcançar o auto-aperfeiçoamento. No conhecimento de nós próprios todos somos alunos.
Na Terra, ninguém ainda se diplomou na ciência de entender a si. Quando isso acontecer, o espírito não mais reencarnará neste Globo. Mudará de escola, transferir-se-á de residência, viverá em outro.
Aqui temos o nosso curso de aulas onipresentes e estágios incessantes, com tomadas de lição a cada hora.
Há existências de total servidão espiritual. Na base dos fatos, cada qual de nós se constitui senhor e escravo, amigo ou adversário, vítima ou verdugo de si mesmo, exclusivamente.
Na grande maioria de todos, por muitas encarnações, cada um paradoxalmente só tem escrito na vida diuturna, o próprio diário abordando atos alheios, esquecido de si, quase sempre.
Reconhecimento e autocrítica são dons nascidos da racionalidade. Se raciocinamos é, em primeiro lugar, para distinguir a nossa realidade.
Quando na condição humana, não podemos existir como o buldogue que não se examina e nem se importa com a ausência de simpatia.
Não podemos menosprezar a higiene como o gambá que não sente o próprio odor.
Não podemos alimentar como o abutre que não identifica a extravagância de seus apetites.
Não podemos encolerizar-nos como o tigre que nem desconfia de sua ferocidade.
Vacilação e desapontamento formam entre os fatores que nos revelam a auto-ignorância. Quem se conhece sabe o que quer, não hesita e nem tampouco se decepciona, pois age a par das possibilidades pessoais.
Não nos fantasiemos. Registremos as nossas características bifaces entre animalidade e angelitude.
Nos pensamentos, nem sempre os nossos anseios exprimem limpidez.
Nas atitudes, nem sempre os nossos gestos expressam elevação.
Nas palavras, nem sempre a inflexão de nossa voz reflete entendimento.
Nas análises, nem sempre as nossas conclusões fundamentam-se na justiça.
Lembre-se de que a verdadeira experiência cresce com quem busca se conhecer. Se desencarnados estamos a caminho do renascimento, agora ou depois, você encarnado, avança para a desencarnação. E nascer e morrer na carne são fases impostas para o auto-exame inevitável.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Dessemelhança espiritual
Imperioso estarmos dispostos em amar tudo, em amar todos. Irmãos
de inclinações e pensamento contrários aos nossos repontarão por onde
formos, de modo inevitável.
Progresso é altura e erguimento conta degraus. Adulto nenhum, em
viagem aérea, exigirá que uma criança ao seu lado, consiga fitar a crosta do
mundo em baixo com atitude mental semelhante à dele.
Um escritor e um analfabeto, conquanto respeitáveis pelas
qualidades morais que entremostrem, não se afinarão, intimamente,
guardando identidade de opiniões, em compulsando a gramática.
A dessemelhanças espiritual na subida evolutiva, surge irrevogável.
Adversários gratuitos, na transitória competição dos pontos de
vista constituem dificuldades e provas fatais.
Aceitando com naturalidade tal impositivo, apliquemos a lente da
análise no âmago do próprio espírito e verificaremos que os
perseguidores reais de nossa felicidade estão conosco, no íntimo do ser.
Ingratidão e diferença naqueles que amamos estão debitadas na conta
dos que a praticam. Já o desespero que acalentamos em prejuízo próprio é o
agente obsessivo que nos corrói a serenidade.
Injúria e golpe por parte dos que marcamos com a nossa estima são
problemas deles. Mas o desalento de que nos deixamos possuir é o opositor
que nos desgasta a saúde.
A mente reencarnacionista vê em cada escolho um lance de ascensão,
em cada abismo um desafio à marcha.
Em toda ocorrência, imprimamos os moldes de tradução espírita da vida.
Se o mal nos aborda, traduzamo-lo por ignorância.
Se a afronta nos procura, tomemo-la como sendo corretivo necessário.
Se a adversidade nos atravessa o roteiro, recebemo-la à guisa de lição
libertadora.
Alijemos a carga dos temores, inquietações, animosidades e
ressentimentos que irrefletidamente carregamos.
Empenhemo-nos em manter asserenada a consciência e
reconheceremos que seguimos pelas trilhas do cotidiano ao lado de muitos
companheiros que longe de nos hostilizarem, apenas manifestam maneiras de
sentir, pensar, falar e agir diferentes daquelas que nos caracterizam.
Isso nos impelirá a observar e admitir compulsoriamente que os
inimigos verdadeiros de nossa vida moram dentro de nós.
de inclinações e pensamento contrários aos nossos repontarão por onde
formos, de modo inevitável.
Progresso é altura e erguimento conta degraus. Adulto nenhum, em
viagem aérea, exigirá que uma criança ao seu lado, consiga fitar a crosta do
mundo em baixo com atitude mental semelhante à dele.
Um escritor e um analfabeto, conquanto respeitáveis pelas
qualidades morais que entremostrem, não se afinarão, intimamente,
guardando identidade de opiniões, em compulsando a gramática.
A dessemelhanças espiritual na subida evolutiva, surge irrevogável.
Adversários gratuitos, na transitória competição dos pontos de
vista constituem dificuldades e provas fatais.
Aceitando com naturalidade tal impositivo, apliquemos a lente da
análise no âmago do próprio espírito e verificaremos que os
perseguidores reais de nossa felicidade estão conosco, no íntimo do ser.
Ingratidão e diferença naqueles que amamos estão debitadas na conta
dos que a praticam. Já o desespero que acalentamos em prejuízo próprio é o
agente obsessivo que nos corrói a serenidade.
Injúria e golpe por parte dos que marcamos com a nossa estima são
problemas deles. Mas o desalento de que nos deixamos possuir é o opositor
que nos desgasta a saúde.
A mente reencarnacionista vê em cada escolho um lance de ascensão,
em cada abismo um desafio à marcha.
Em toda ocorrência, imprimamos os moldes de tradução espírita da vida.
Se o mal nos aborda, traduzamo-lo por ignorância.
Se a afronta nos procura, tomemo-la como sendo corretivo necessário.
Se a adversidade nos atravessa o roteiro, recebemo-la à guisa de lição
libertadora.
Alijemos a carga dos temores, inquietações, animosidades e
ressentimentos que irrefletidamente carregamos.
Empenhemo-nos em manter asserenada a consciência e
reconheceremos que seguimos pelas trilhas do cotidiano ao lado de muitos
companheiros que longe de nos hostilizarem, apenas manifestam maneiras de
sentir, pensar, falar e agir diferentes daquelas que nos caracterizam.
Isso nos impelirá a observar e admitir compulsoriamente que os
inimigos verdadeiros de nossa vida moram dentro de nós.
Subscrever:
Mensagens (Atom)





