quinta-feira, 12 de junho de 2008

DEIXEM-ME

Deixem-me, ao menos , o sol,
solidifico-o , guardado,
com matizes arco íris,
até o longo inverno disparar

Esqueçam comigo,
todas as minhas realidades,
que fizeram ,fazer feliz.

Sigam, sem minha bandeira,
discordando do discurso,
agora,
reinicio novo caderno.

Não pararei na estrada,
mas meu rítmo é mais lento,
dançando em nuvens, que crio,
nos côr de rosa , que vivo.

Nesse lento, enxergo melhor,
a estrada custa a passar,
gerações novas a me encarar....

Talvez, os encontre , mais alí
num retôrno consciente,
dos corações refletidos,
nas minhas côres
e no meu devagar.

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