sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

A geometria do sexo

Travesseiro na cabeça
Os pensamentos refletem coisas
Que estão perdidas no limbo
Abissais distâncias
E o que é
É
Ou acho que seja

Viajamos nos lençóis
Alguns até levitam
Efeito antigravitacional
Em estagios avançados
De meditação extracorporea
Fala Inconsciente
Da pedra nos rins

Perfume de flores no ambiente
Perfurações de cravos nos pulsos
Chuva no telhado
As paredes parecem finas
Ouço pessoas conversando na rua
As barreiras entre as dimensões etéras
Foram levantadas por algo maior

Seria a luz a chave do universo
Controle o tempo
Emoções gélidas
Poder sobre outros homens
E o espaço se dobra
O unverso se expande
No limite da superficie de um nuvem

As palavras esbarram nos moinhos
Espio pela fechadura
Os movimentos das sombras nas cobertas
A imaginação não deixa dúvidas
Suave canto das cortinas
A realidade sempre é amarga
E as oelhas são modestamente surdas

Travesseiro na cabeça
Os pensamentos refletem coisas
Que estão perdidas no limbo
Abissais distâncias
E o que é
É
Ou acho que seja

A fertilidade da inspiração
Frutifica as nascentes dos rios
Flores que se abrem
Pétalas douradas de sol
Esperando poemas rústicos
Ambiente musical
Reinos multifacetados em cinzas

O que se cria na ausência da racionalidade
Funciona as vezes
Basta dar ouvidos as sequências
Trinados e arestas de cubos
Portanto não se dê ao luxo
De utilizar hiatos e vogais abertas
Enquanto o coração suspira

1 comentário:

Anónimo disse...

olha eu so muito novo para esse tipo de coisa mas acredito q muitos pais deveriam conversa com os flihos sobre isso