Nesse mundo de homens agitados, quem imagina o poder da paz?
Quem pensa que há consciências que se nutrem apenas de paz?
Sim, há almas boas, tranqüilas e magnânimas, que são pura paz.
São anônimas e serenas; nada pedem; apenas viajam em paz.
Fazem bem a todos, como a primavera; atuam sem que o mundo as veja.
Estão acima das ondas encapeladas do carma, mas ajudam os navegantes.
Fazem isso apenas por sua bondade, sem aparecer, em sua paz silenciosa.
São agentes da "paz-ciência", mestres da consciência serena.
São viajantes da paz, mas parecem sóis conscientes.
Não são atraídos por devoções cegas, mas se aproximam dos corações pacíficos.
"Falam no silêncio"; e sempre estimulam as atitudes sadias...
Sim, há almas boas, tranqüilas e magnânimas, que viajam na paz.
Serenamente, elas sustentam a humanidade, com a nutrição certa: A PAZ!
Nesse mundo dos homens agitados, fica difícil sentir essa paz.
Mas é nela que as grandes almas viajam em silêncio.
Sim, essas almas boas surfam nas ondas da paz, sem que os homens as vejam.
Que os homens, em seus momentos de provas acerbas, lembrem-se dessa paz.
Que pensem nessas almas amigas e serenas e também se tornem serenos.
Essas almas boas, tranqüilas e magnânimas, que, ajudam a todos.
Que são como a primavera, fazendo tudo florescer em paz.
Que os homens se inspirem nelas!
Lembro-me de Shankara, que um dia homenageou essas consciências evoluídas, dizendo o seguinte:
"Há almas boas, tranqüilas e magnânimas,
Que, como a primavera, fazem bem a todos;
E que, depois de haverem cruzado esse espantoso oceano
Do nascimento e da morte,
Ajudam outros a cruzá-lo também.
Tudo isso sem nenhum motivo particular,
Mas somente por sua própria natureza bondosa."
quarta-feira, 4 de junho de 2008
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