Preciso mais que palavras
Mais que um toque.
Preciso que segure minha mão
Para que eu não me sinta perdido
Tenha paciência comigo
Ensina-me o que não entendo
Levando-me carinhosamente
Mostrando-me cada caminho
E, passo a passo, fazendo-me caminhar.
Você pode
E eu preciso tanto!
Dá-me esse tanto de amor
Que carrega dentro de você
Olhe dentro da minha alma
E entenda...
Sou tanto quanto você.
Sou apenas um tiquinho mais lento
Mas estou pronto para aprender
Só preciso de você comigo
Fazendo-me compreender.
Olhe nos meus olhos
Eles estão te pedindo!
Dê-me essa chance
Prometo te compensar com muita emoção
Dando a você todo meu carinho
Minha eterna gratidão.
Estenda sua mão
Eu preciso!
Terá meu amor eterno
Meu olhar te sorrindo
E, se um dia, um cisco entrar nos teus olhos
Estarei contigo
Pronto para enxugá-los
Sem nada te perguntar.
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sexta-feira, 19 de março de 2010
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
CARA PINTADA
Caminho indulgente pela vida
Sou um pedaço de tudo
Um resto de nada desconcertado.
Rio escrachadamente
Enquanto guardo por dentro minha lágrima.
Sou vida marcada de forma dolente
Um naco de dor que me arrasa
Na solidão mais plangente
Que açoita sem pena alguma
Cobrando de mim tudo que existo.
Queria plantar uma flor na minha existência
Mas só restaram os espinhos
Que disfarço num deboche debulhado
E escondo o resto na minha cara pintada
Num disfarce de riso
Fazendo circo na minha imagem.
Levo comigo tantas faces
Que até esqueço da minha que se debate.
Um dia, quem sabe, eu possa ser eu mesmo
Possa me mostrar de cara lavada
Na alma sangrada que ninguém conhece.
Hoje deixo que riem a vontade
Da minha mentira que se torna verdade
Da minha essência esquecida
Que só se mostra quando tiro a maquiagem
E essa... Ninguém sabe.
Sou um pedaço de tudo
Um resto de nada desconcertado.
Rio escrachadamente
Enquanto guardo por dentro minha lágrima.
Sou vida marcada de forma dolente
Um naco de dor que me arrasa
Na solidão mais plangente
Que açoita sem pena alguma
Cobrando de mim tudo que existo.
Queria plantar uma flor na minha existência
Mas só restaram os espinhos
Que disfarço num deboche debulhado
E escondo o resto na minha cara pintada
Num disfarce de riso
Fazendo circo na minha imagem.
Levo comigo tantas faces
Que até esqueço da minha que se debate.
Um dia, quem sabe, eu possa ser eu mesmo
Possa me mostrar de cara lavada
Na alma sangrada que ninguém conhece.
Hoje deixo que riem a vontade
Da minha mentira que se torna verdade
Da minha essência esquecida
Que só se mostra quando tiro a maquiagem
E essa... Ninguém sabe.
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
"ME ENCONTRE"
Vem...
Dá-me o encanto que perdi
Que ficou largado num canto
Que eu esqueci!
Mostra prá mim que ainda vale sentir
Que o amor existe
Que o coração sente
Que vale a pena mergulhar no sentimento.
Vem...
E me convença...
Me encontre!
Ando desfalecido
Sem brilho!
Precisando de um sorriso
De alguém que me mostre um caminho
Onde não tenha pedras.
Junte meus pedaços
Ande ao meu lado em silencio
Apenas deixando que eu sinta tua presença.
Quem sabe assim eu acredite novamente
No tanto que ficou perdido
Lá atrás...
Onde o amor me beijou.
Dá-me o encanto que perdi
Que ficou largado num canto
Que eu esqueci!
Mostra prá mim que ainda vale sentir
Que o amor existe
Que o coração sente
Que vale a pena mergulhar no sentimento.
Vem...
E me convença...
Me encontre!
Ando desfalecido
Sem brilho!
Precisando de um sorriso
De alguém que me mostre um caminho
Onde não tenha pedras.
Junte meus pedaços
Ande ao meu lado em silencio
Apenas deixando que eu sinta tua presença.
Quem sabe assim eu acredite novamente
No tanto que ficou perdido
Lá atrás...
Onde o amor me beijou.
sábado, 21 de junho de 2008
"FULGOR"
Tão jovem!
Cheia de sonhos fugazes
Querendo abraçar o mundo
Com suas peraltices
Num atiçar desordenado
Para atingir as artimanhas do amor.
Flor cheia de encantos
Beleza nua e crua!
E tantos sonhos para sonhar
Tantas metas para alcançar.
Assim ela era
E sua beleza pura
Causava inveja até a primavera
Que no debulhar de suas flores
Não conseguia suplantar sua graça e formosura.
E a menina sonhou infinitos sonhos
Mergulhou nos braços do amor
Se lambuzou inteira.
Bela!!!
Estonteante candura
Jóia rara
Pintura desenhada por Deus
Que trouxe ao mundo extremo encanto
Presenteando um coração
Com seu amor... Tanto.
Cheia de sonhos fugazes
Querendo abraçar o mundo
Com suas peraltices
Num atiçar desordenado
Para atingir as artimanhas do amor.
Flor cheia de encantos
Beleza nua e crua!
E tantos sonhos para sonhar
Tantas metas para alcançar.
Assim ela era
E sua beleza pura
Causava inveja até a primavera
Que no debulhar de suas flores
Não conseguia suplantar sua graça e formosura.
E a menina sonhou infinitos sonhos
Mergulhou nos braços do amor
Se lambuzou inteira.
Bela!!!
Estonteante candura
Jóia rara
Pintura desenhada por Deus
Que trouxe ao mundo extremo encanto
Presenteando um coração
Com seu amor... Tanto.
quinta-feira, 12 de junho de 2008
“FLORES E AMORES”
Disseste ser a mais bela
Te digo que é apenas uma delas
Que no seu frescor resplandece tua cor.
São tantas em suas cores:
Vermelha, amarela,
Roxa e azul...
Cada uma com seu perfume
Exalante e envolvente
Tomando conta da gente
Expressando tanta emoção
No amor que a gente sente
Ao ofertá-la com ternura
Na mais doce candura
Querendo mostrar nesse ato
Tudo que arde por dentro.
Objeto de amor extremo
É dada para mostrar o quão é imenso
Intenso sentimento que vagueia por dentro.
Para todos os gostos
Em suas multicores
Expressam também as dores
Nos espinhos tão expressivos
Tal e qual o sangrar do desalento.
Pétalas que se alinham
Num contorno magistral
Parecem querer abraçar quem recebe
Agradecer quem sabe doar.
Rosa, orquídea,
Bromélia...
Todas tão belas!
Fazem o jardim dos amantes
Estão sempre presentes para expressar.
No sacrifício são colhidas
Afagadas são recebidas
E seu perfume...
Ah! Esse só faz sonhar.
Te digo que é apenas uma delas
Que no seu frescor resplandece tua cor.
São tantas em suas cores:
Vermelha, amarela,
Roxa e azul...
Cada uma com seu perfume
Exalante e envolvente
Tomando conta da gente
Expressando tanta emoção
No amor que a gente sente
Ao ofertá-la com ternura
Na mais doce candura
Querendo mostrar nesse ato
Tudo que arde por dentro.
Objeto de amor extremo
É dada para mostrar o quão é imenso
Intenso sentimento que vagueia por dentro.
Para todos os gostos
Em suas multicores
Expressam também as dores
Nos espinhos tão expressivos
Tal e qual o sangrar do desalento.
Pétalas que se alinham
Num contorno magistral
Parecem querer abraçar quem recebe
Agradecer quem sabe doar.
Rosa, orquídea,
Bromélia...
Todas tão belas!
Fazem o jardim dos amantes
Estão sempre presentes para expressar.
No sacrifício são colhidas
Afagadas são recebidas
E seu perfume...
Ah! Esse só faz sonhar.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
DEFICIENTE EU?
Dizem por aí que sou diferente
Falam até que sou esquisito e restrito
Coisa estranha isso!
Não me sinto assim...
Será que é por ter perdido meus movimentos?
Ou pelos meus olhos estarem presos na escuridão?!
Mas eu sinto tudo
Vou a todo lugar e nada me prende.
Não percebe que vejo com os olhos do meu coração
E com este eu enxergo até os olhares escondidos!
Tenho tanto pra dividir
Emoções intensas e grandiosas
Amor exalando pelos poros
Mãos estendidas; prontas para um abraço.
Caminho sob rodas
E desbravo todas as estradas.
Sou igual e de tudo faço
Uso os outros sentidos
E vivo a minha vida!
Hey você não me olhe assim...
Nem tenha pena de mim
Sou feliz e tenho tanto guardado por dentro
Só preciso do teu carinho
Do teu gesto de amor!
Preciso que caminhe comigo juntinho
O resto eu faço sozinho.
Por isso não me olhe assim
Sou corpo perfeito do meu jeito
E só agradeço...
Afinal, viver já é um presente
E isso eu faço sempre.
Vem pra perto de mim
Vou te mostrar o mundo de forma diferente
Aprenderá um tanto comigo
Verá que sou como você
Que só tenho a agradecer
Agradeça também você.
Falam até que sou esquisito e restrito
Coisa estranha isso!
Não me sinto assim...
Será que é por ter perdido meus movimentos?
Ou pelos meus olhos estarem presos na escuridão?!
Mas eu sinto tudo
Vou a todo lugar e nada me prende.
Não percebe que vejo com os olhos do meu coração
E com este eu enxergo até os olhares escondidos!
Tenho tanto pra dividir
Emoções intensas e grandiosas
Amor exalando pelos poros
Mãos estendidas; prontas para um abraço.
Caminho sob rodas
E desbravo todas as estradas.
Sou igual e de tudo faço
Uso os outros sentidos
E vivo a minha vida!
Hey você não me olhe assim...
Nem tenha pena de mim
Sou feliz e tenho tanto guardado por dentro
Só preciso do teu carinho
Do teu gesto de amor!
Preciso que caminhe comigo juntinho
O resto eu faço sozinho.
Por isso não me olhe assim
Sou corpo perfeito do meu jeito
E só agradeço...
Afinal, viver já é um presente
E isso eu faço sempre.
Vem pra perto de mim
Vou te mostrar o mundo de forma diferente
Aprenderá um tanto comigo
Verá que sou como você
Que só tenho a agradecer
Agradeça também você.
terça-feira, 29 de abril de 2008
SÓ VOCÊ
Mora no meu coração
Alguém que tanto quero.
Alguém de olhos azuis
Que brilha meus dias
Enche minhas noites
E traz pra mim todas as alegrias.
Mora em mim esse ser
Que enche meu coração inteiro
E tem a emoção a flor da pele
Um brilho tão forte nos olhos
Tão intenso!
Que me toca por dentro.
Mora em mim de forma tamanha
De um jeito só seu
E tira todos os tormentos dos dias meus.
Esse alguém, de olhos claros,
Acelera meu coração
Presenteia-me com a maior emoção
É o bem maior da minha vida.
Com todos os dengos e chamegos
Leva-me por caminhos nunca percorridos
Sussurra em meus ouvidos
Grandes declarações de amor.
Esse alguém tem a ternura mais pura
Numa candura só sua
Que me toma de forma estranha
Invade todas as minhas entranhas
Faz música na minha alma
Me traz toda calma
E aí eu me esqueço de tudo
Entrego-me aos seus encantos
Mergulho na beleza desse querer.
Mora em mim e me faz tão feliz
A ponto de fazer meu ser inteiro lhe desejar.
Mora em mim...
Em todos os meus cantos
E é tanto que não imagina quanto.
Nunca te afaste, eu te peço meus olhos de céu
Só você saber fazer festa em mim.
Alguém que tanto quero.
Alguém de olhos azuis
Que brilha meus dias
Enche minhas noites
E traz pra mim todas as alegrias.
Mora em mim esse ser
Que enche meu coração inteiro
E tem a emoção a flor da pele
Um brilho tão forte nos olhos
Tão intenso!
Que me toca por dentro.
Mora em mim de forma tamanha
De um jeito só seu
E tira todos os tormentos dos dias meus.
Esse alguém, de olhos claros,
Acelera meu coração
Presenteia-me com a maior emoção
É o bem maior da minha vida.
Com todos os dengos e chamegos
Leva-me por caminhos nunca percorridos
Sussurra em meus ouvidos
Grandes declarações de amor.
Esse alguém tem a ternura mais pura
Numa candura só sua
Que me toma de forma estranha
Invade todas as minhas entranhas
Faz música na minha alma
Me traz toda calma
E aí eu me esqueço de tudo
Entrego-me aos seus encantos
Mergulho na beleza desse querer.
Mora em mim e me faz tão feliz
A ponto de fazer meu ser inteiro lhe desejar.
Mora em mim...
Em todos os meus cantos
E é tanto que não imagina quanto.
Nunca te afaste, eu te peço meus olhos de céu
Só você saber fazer festa em mim.
domingo, 20 de abril de 2008
DESENCONTRO
Se perdeu ao longo da vida
Em árdua procura
Tentando encontrar o que perdeu um dia
Mortificou seus dias
Num desencontro que o crucificou.
Sonhava incessantemente...
Pobre homem!
Vagava no seu delírio
E chamava pela amada
Pelas ruas da cidade
Como se essa pudesse ouvi-lo.
Taxavam-no de louco!
Não sabiam de sua estória
Do amor que levava em suas entranhas.
Fadado agora à uma solidão profunda...
A vida já tinha decretado a sentença
Da perda total que ele não sabia.
Acorda, homem!
De nada vale seus gritos
Essa procura infinita.
Ela já se foi à muito
Não voltará aos seus braços; mesmo que queira
Mesmo que enlouqueça!
Hoje só se aproximará de você feito uma brisa.
A morte em sua dança sinuosa
Seduziu-a eternamente
Levou-a em seus braços.
Ouve os teus gritos e gemidos
Mas não pode atender os teus ais
Nem agora... Nunca mais!
Em árdua procura
Tentando encontrar o que perdeu um dia
Mortificou seus dias
Num desencontro que o crucificou.
Sonhava incessantemente...
Pobre homem!
Vagava no seu delírio
E chamava pela amada
Pelas ruas da cidade
Como se essa pudesse ouvi-lo.
Taxavam-no de louco!
Não sabiam de sua estória
Do amor que levava em suas entranhas.
Fadado agora à uma solidão profunda...
A vida já tinha decretado a sentença
Da perda total que ele não sabia.
Acorda, homem!
De nada vale seus gritos
Essa procura infinita.
Ela já se foi à muito
Não voltará aos seus braços; mesmo que queira
Mesmo que enlouqueça!
Hoje só se aproximará de você feito uma brisa.
A morte em sua dança sinuosa
Seduziu-a eternamente
Levou-a em seus braços.
Ouve os teus gritos e gemidos
Mas não pode atender os teus ais
Nem agora... Nunca mais!
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
“JARDIM DOS NOSSOS CORAÇÕES”
Não se destroem um amor
Tal qual um jardim implorando por água
Definhando dia-a-dia em sua sede.
Tal qual o espinho da rosa
A dor na sua zanga
Sangra e arrasa
Deixando uma ferida por dentro.
E os sentimentos despetalados
Arrasados na agonia que nunca acaba
Vai cambaleando pelos dias
Até que a ultima pétala de aflição
Cai sobre o solo...
Como a lágrima que lava os olhos
Lambuzando com seu tormento
Até a alma que implora um momento.
O jardim agonizado agora
Dá o ultimo suspiro...
Morre a emoção como o jardim.
Nada foi cuidado
Pela falta de zelo as flores ficam estendidas
Sem vida...
E o adeus também chega a nós
Fazendo tudo ser esquecido
Deixando o vazio tomando conta de tudo.
O jardim acabou!
Nosso amor também...
Só restou uma brecha aberta
Clamando pela ferida.
Tal qual um jardim implorando por água
Definhando dia-a-dia em sua sede.
Tal qual o espinho da rosa
A dor na sua zanga
Sangra e arrasa
Deixando uma ferida por dentro.
E os sentimentos despetalados
Arrasados na agonia que nunca acaba
Vai cambaleando pelos dias
Até que a ultima pétala de aflição
Cai sobre o solo...
Como a lágrima que lava os olhos
Lambuzando com seu tormento
Até a alma que implora um momento.
O jardim agonizado agora
Dá o ultimo suspiro...
Morre a emoção como o jardim.
Nada foi cuidado
Pela falta de zelo as flores ficam estendidas
Sem vida...
E o adeus também chega a nós
Fazendo tudo ser esquecido
Deixando o vazio tomando conta de tudo.
O jardim acabou!
Nosso amor também...
Só restou uma brecha aberta
Clamando pela ferida.
sábado, 9 de fevereiro de 2008
ESSE PERDER QUE ESMAGA POR DENTRO
Acredito que não aprendi a perder
Essa coisa que tanto corta por dentro
Deixando os olhos molhados
E o coração contorcido por dentro.
Acho que nunca aprenderei
Com essa coisa de adeus
Que deixa tantos silêncios
E um desespero desaforado
Que nos deixa em pedaços.
Isso de perder é um massacre latente
Leva pra longe o que se queria por perto
Deixa tanto frio que nada aquece.
Quando se perde a vida esmorece
Morre o seu sentido
Enquanto tombamos ao longo do caminho
Totalmente esmorecidos.
Partimos-nos ao meio
E tudo fica sem jeito.
Não aprenderei a perder!
Não quero isso!
Dói de forma tamanha estranha
Castiga com tanta força
Como se viver fosse um eterno morrer.
Essa coisa que tanto corta por dentro
Deixando os olhos molhados
E o coração contorcido por dentro.
Acho que nunca aprenderei
Com essa coisa de adeus
Que deixa tantos silêncios
E um desespero desaforado
Que nos deixa em pedaços.
Isso de perder é um massacre latente
Leva pra longe o que se queria por perto
Deixa tanto frio que nada aquece.
Quando se perde a vida esmorece
Morre o seu sentido
Enquanto tombamos ao longo do caminho
Totalmente esmorecidos.
Partimos-nos ao meio
E tudo fica sem jeito.
Não aprenderei a perder!
Não quero isso!
Dói de forma tamanha estranha
Castiga com tanta força
Como se viver fosse um eterno morrer.
FACES
Deixo que minhas caras se entrelacem
Num enlace perfeito e pleno.
Faces tão minha e tão nuas
Mutação rarefeita que povoa meus momentos
Fazendo-se tantas e muitas
Mostrando-se entrecortas
De acordo com os acontecimentos.
Caras de dentro e de fora
Num rodízio constante
Fulguras de maneira completa
Ora riso, ora dores.
Na serenidade acorda
Depois carrega seus rancores
Brilha diante do amor que lhe apregoa
Fechando-se diante das saudades e seus temores.
Num rodízio constante se perfazem
Entre a felicidade e os dissabores
E assim dão cabo do dia
Para que no silencio da noite
Juntem-se todas na maior serenidade.
São minhas todas elas
Desfilam pela janela dos olhos meus
Mostrando pedaços dos meus sentimentos
Escorrendo tal quais os murmúrios que levo por dentro.
Tento esconde-las por vezes
Mas traiçoeiras me delatam.
Moram comigo todas elas
E me usam quando lhes apetece
Fazendo de mim, a sua própria casa.
Faces tantas que me povoam...
Acordam comigo
Fazem suas brincadeiras tantas ao longo do dia.
Depois se recolhem cansadas
Quando a noite chega... E as embala.
Num enlace perfeito e pleno.
Faces tão minha e tão nuas
Mutação rarefeita que povoa meus momentos
Fazendo-se tantas e muitas
Mostrando-se entrecortas
De acordo com os acontecimentos.
Caras de dentro e de fora
Num rodízio constante
Fulguras de maneira completa
Ora riso, ora dores.
Na serenidade acorda
Depois carrega seus rancores
Brilha diante do amor que lhe apregoa
Fechando-se diante das saudades e seus temores.
Num rodízio constante se perfazem
Entre a felicidade e os dissabores
E assim dão cabo do dia
Para que no silencio da noite
Juntem-se todas na maior serenidade.
São minhas todas elas
Desfilam pela janela dos olhos meus
Mostrando pedaços dos meus sentimentos
Escorrendo tal quais os murmúrios que levo por dentro.
Tento esconde-las por vezes
Mas traiçoeiras me delatam.
Moram comigo todas elas
E me usam quando lhes apetece
Fazendo de mim, a sua própria casa.
Faces tantas que me povoam...
Acordam comigo
Fazem suas brincadeiras tantas ao longo do dia.
Depois se recolhem cansadas
Quando a noite chega... E as embala.
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
INCLEMENTE
Não... Não precisa chorar
Não mereço as tuas lágrimas.
Sei que te deixei em pedaços...
Mas, entenda meu amor,
Sou apenas um viajante da emoção
Que por ti passou:
Te roubou um beijo,
Um abraço,
Um tanto teu desejo,
Um pouco do teu calor!
E agora vou embora...
Te deixando na dor.
Sei que ficará em silencio
Nenhum murmúrio... Nada!
Engolirá essa lágrima teimosa
Que tenta brotar nos olhos teus.
O tempo te fará me esquecer
Serei apenas uma lembrança guardada no teu peito.
Por isso eu te peço que comece a me esquecer agora
Pois já estou indo e não vou voltar.
Já se faz tarde
Tenho muito que caminhar.
Esqueça-me...
Limparei dos meus lábios nosso ultimo beijo
Não te levarei comigo
Na próxima esquina... Eu te esqueço.
Não mereço as tuas lágrimas.
Sei que te deixei em pedaços...
Mas, entenda meu amor,
Sou apenas um viajante da emoção
Que por ti passou:
Te roubou um beijo,
Um abraço,
Um tanto teu desejo,
Um pouco do teu calor!
E agora vou embora...
Te deixando na dor.
Sei que ficará em silencio
Nenhum murmúrio... Nada!
Engolirá essa lágrima teimosa
Que tenta brotar nos olhos teus.
O tempo te fará me esquecer
Serei apenas uma lembrança guardada no teu peito.
Por isso eu te peço que comece a me esquecer agora
Pois já estou indo e não vou voltar.
Já se faz tarde
Tenho muito que caminhar.
Esqueça-me...
Limparei dos meus lábios nosso ultimo beijo
Não te levarei comigo
Na próxima esquina... Eu te esqueço.
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
“SÓ
Hoje me encontro
A mercê do meu corpo desfalecido
No lúgubre temor que me toma
Que invade o meu coração
Deixando esse vazio imenso.
Um silêncio atroz me resta
E por mais que negue
Só ele se faz companheiro agora.
Me desfaço de todas as ilusões
Ignoro a vida
Para me atrelar apenas e tão somente
Nessa falta de emoção que me invade
Nem riso, nem lágrimas
Nem dor, nem lamento
Nada!
Deixo minh´alma vagar
Nua... Pelos meus dias.
E fico vagando em círculos
Para não chegar a lugar nenhum.
Nada balbucio
Me falta palavras
Restando apenas esse gosto amargo na boca.
Deixo que tudo se faça
Com os lábios selados
Os olhos secos
E o coração calado.
Vou indo... Sem parar
Enquanto tudo se amarga ao meu redor.
E assim se faz o tempo
E acontece a vida
E morre todos os momentos.
Amanhã...
Amanhã será o mesmo de ontem
O nada de hoje.
E eu?
Eu estarei aqui:
Calado, amordaçado
Sem saber dos meus dias.
A mercê do meu corpo desfalecido
No lúgubre temor que me toma
Que invade o meu coração
Deixando esse vazio imenso.
Um silêncio atroz me resta
E por mais que negue
Só ele se faz companheiro agora.
Me desfaço de todas as ilusões
Ignoro a vida
Para me atrelar apenas e tão somente
Nessa falta de emoção que me invade
Nem riso, nem lágrimas
Nem dor, nem lamento
Nada!
Deixo minh´alma vagar
Nua... Pelos meus dias.
E fico vagando em círculos
Para não chegar a lugar nenhum.
Nada balbucio
Me falta palavras
Restando apenas esse gosto amargo na boca.
Deixo que tudo se faça
Com os lábios selados
Os olhos secos
E o coração calado.
Vou indo... Sem parar
Enquanto tudo se amarga ao meu redor.
E assim se faz o tempo
E acontece a vida
E morre todos os momentos.
Amanhã...
Amanhã será o mesmo de ontem
O nada de hoje.
E eu?
Eu estarei aqui:
Calado, amordaçado
Sem saber dos meus dias.
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
MEDOS
Medo que assola
Me enrola em seus braços
Trazendo tantos tormentos
E lamentos em tantas gargantas.
Medos de tantas caras
De muitos ritos
Nos gritos esbugalhados
Escorrendo por toda parte.
Medos escuros e turvos
Impregnados nas entranhas
Voraz em sua sede
Dolente por tantas vezes.
Medos que arrasam
Que se prostram incisivos
Tira a paz
Traz grande martírio.
São tantas as formas
E tão disformes...
Nas tempestades que carrega consigo
Deixando a vida em extremo pavor
Exterminando tudo.
Medos...
Tantas caras!
Fecho minhas portas prá ti
Prefiro assim...
Fique longe de mim!
Me enrola em seus braços
Trazendo tantos tormentos
E lamentos em tantas gargantas.
Medos de tantas caras
De muitos ritos
Nos gritos esbugalhados
Escorrendo por toda parte.
Medos escuros e turvos
Impregnados nas entranhas
Voraz em sua sede
Dolente por tantas vezes.
Medos que arrasam
Que se prostram incisivos
Tira a paz
Traz grande martírio.
São tantas as formas
E tão disformes...
Nas tempestades que carrega consigo
Deixando a vida em extremo pavor
Exterminando tudo.
Medos...
Tantas caras!
Fecho minhas portas prá ti
Prefiro assim...
Fique longe de mim!
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