segunda-feira, 29 de outubro de 2007

CRÍTICA

Porquê o deitar abaixo
de muros que se querem altos?
Porquê o rampear agudo
de declives que se querem suavizar?
Ergue-me montanha
de cume nos céus
Torre infinda de pináculos audaciosos
Toma-me e ergue-me acima
das nuvens e da atmosfera
Toma-me e ergue-me
Se puderes...

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