"Não me julgues.
Não tente entender-me.
Nem decifrar-me.
Sou como o vento
Não tenho destino.
Apenas passo...
Não me prendas,
Sou como água,
Se preso, evaporo.
Não tente guardar-me.
Não me aprisione.
Sou como as flores,
Colhido feneço.
Guarde-me o perfume.
Não me descreva.
Não me modifique.
Sou como um sonho,
Uma Ilusão.
Não me acompanhe,
Não tente seguir-me.
Sou um enigma... "
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)






Sem comentários:
Enviar um comentário