Não sou poeta...sou poesia,
Quando sinto em mim a alegria,
De saber que tenho um grande amigo,
Que estende as mãos em minha agonia.
Que me ouve no silêncio,
Que no silêncio responde,
Que trás a mensagem dos Mestres,
Que meu coração enternece.
Amigo...é tão bom poder dizer,
Poder sentir o prazer,
De a você agradecer,
Por ser quem és...meu amigo.
Igualzinho ao que sinto,
Ao me entregar nas mãos do Pai.
De quem não conheço a face,
Como a tua nem sempre conheço.
Mas eu te reconheço Amigo:
Tu és a Centelha Divina,
Revestido da armadura da carne,
Tu és meu outro eu...meu Amigo.
sábado, 19 de julho de 2008
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