quinta-feira, 22 de novembro de 2007

AH! DISTÂNCIA AMARGA

Caminhos pararelos que não se cruzam
estradas cujo final são encruzilhadas
poeiras diferentes que soltam fuligem
numa história triste e desencantada

Seguimos caminhos tortos e diferentes
nossa jornada seguem outras trilhas
mãos não alcançam por mais que tentemos
e já caminhamos por muitas milhas

Ah! distância amarga que não vejo fim
já judiou demais desse triste coração
já sangrou cada pedaço de mim
na dura escalada dessa evolução

Não vejo a hora de ver chegar
o término dessa escada tão alta
para podermos dividir o mesmo palco
e sentirmos juntos as luzes da ribalta!

Enfim seremos únicos, unos e nós

1 comentário:

Élida Mello (makoto) disse...

Oi,

Adorei seu poema sobre 'a distancia'...
Estou vivendo uma situação bem parecida.
rsrrsr
Banhou minha alma, numa manhã de sábado.
Bjs
e obrigada!